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Vila Verde

GNR investiga caso de Mercedes incendiado em Vila Verde

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Foto: DR

A GNR está a investigar as circunstâncias do caso de um Mercedes incendiado esta tarde de sábado em frente ao Centro Escolar de Vila Verde.

Desconhece-se se o carro estaria parado ou em andamento, mas tudo aponta que estivesse estacionado, até por não ter sido localizado o proprietário na ocasião, estando a decorrer averiguações no sentido de identificar o dono do automóvel.

Quando os Bombeiros Voluntários de Vila Verde chegaram ao local do sinistro, o carro encontrava-se tomado pelas chamas, tendo extinto o fogo, ficando o carro todo destruído.

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Vila Verde

Prisão preventiva por suspeitas de assassinar o pai em Vila Verde

Crime ocorreu em 2017.

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Foto: O MINHO

O suspeito de assassinar o próprio pai, com um tiro no pescoço à queima-roupa, já em outubro de 2017, está preso preventivamente desde anoite desta sexta-feira, na Cadeia de Braga, indiciado por homicídio qualificado na forma consumada, cuja pena oscila entre 12 e 25 anos de prisão, segundo apurou O MINHO junto de fontes ligadas a este processo.

José Miguel Costa, de 21 anos de idade, solteiro, natural e residente no lugar da Seixosa, da freguesia de Moure, no concelho de Vila Verde, onde vivia com a namorada, antes de ter fugido para França, onde foi preso esta semana capturado pela Interpol, esteve esta quinta-feira a ser ouvido ao longo de toda a tarde pelo juiz de instrução criminal, Pedro Miguel Vieira.

A sua mãe, Maria Júlia Ferreira, florista em Braga, também arguida, está indiciada para já pelo crime de profanação de cadáver, mantendo-se desde junho deste ano com medida de coação de apresentações diárias no Comando Distrital da PSP de Braga, a cidade onde reside, desde o falso desaparecimento e o assassínio do empresário António Ferraz Costa, de 52 anos, mais conhecido por “Côto”, que terá sido morto numa exploração agrícola, em Soutelo, Vila Verde, após o que seria abandonado num descampado da freguesia de Palmeira, em Braga, onde foi descoberto por populares, em 26 de outubro do ano passado.

Uma das teses aponta para eventuais situações de violência doméstica por parte da vítima mortal, o que ainda está longe de confirmação, até porque desde o seu desaparecimento, em 14 de outubro de 2017, os familiares da vítima têm vindo a entrar em contradições e a apresentarem várias versões supostamente para tentar despistar os investigadores da PJ.

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Vila Verde

PJ deteve suspeito do homicídio do pai em Vila Verde em outubro de 2017

Empresário encontrado na mala do carro, em Palmeira, Braga.

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Foto: O MINHO (outubro, 2017)

A Polícia Judiciária (PJ) deteve por suspeita de homicídio o filho mais velho do empresário de Moure, Vila Verde, morto a tiro em outubro de 2017, disse hoje à Lusa fonte daquela força.

Segundo a fonte, o suspeito foi detido em França, no cumprimento de um mandado de busca europeu.

Foi entregue na quarta-feira às autoridades portuguesas e hoje conduzido ao Tribunal de Guimarães, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das respetivas medidas de coação.

A vítima é um empresário de 52 anos que morava em Moure, Vila Verde, e que foi encontrado morto a 25 de outubro na mala da sua carrinha, num descampado em Palmeira, concelho de Braga.

Foi assassinado com um tiro no pescoço.

Vídeo: O MINHO (outubro, 2017)

O homicídio terá ocorrido em Vila Verde, tendo depois o cadáver sido transportado na mala da carrinha da vítima, até ao local onde foi encontrado.

Em junho, a PJ deteve a mulher do empresário, por suspeita de participação no homicídio.

No entanto, o juiz de instrução criminal no Tribunal Judicial de Guimarães deixou-a em liberdade, aplicando-lhe apenas apresentações diárias na PSP e proibição de se ausentar do país e de contactar com os restantes intervenientes processuais, à exceção dos filhos.

A mulher saiu indiciada do crime de ocultação de cadáver.

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Vila Verde

Festa do Caldo do Pote vai servir dezenas de sopas diferentes

Evento espera contar com mais de mil pessoas.

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Foto: DR

Os antigos potes em ferro estão, de novo, no centro de todas as atenções em Sabariz, no concelho de Vila Verde, já que a população local e das freguesias vizinhas do Vale do Homem trabalham já para que tudo esteja pronto para, no próximo sábado, dia 22, ao final da tarde sirvam a mais de mil pessoas os sabores dos caldos feitos à moda antiga da aldeia.

É a Festa do Caldo do Pote, num serão de sábado que promete muita animação, onde mais de duas dezenas de homens e mulheres vão dedicar-se a confecionar os mais diversos caldos, com os potes em ferro, sobre o lume de diferentes fogueiras a lenha espalhadas por um terraço ao ar livre.

Estão previstos 24 caldos diferentes, estimando-se que venham a ser confecionados cerca de 1.500 litros de caldos à moda antiga, pois não há recurso a aparelhos elétricos e, tal como no tempo das boas cozinheiras deste mundo rural em que não havia varinhas mágicas, a batata cozida, por exemplo, é esmagada à colher.

Os produtos hortícolas são colhidos do campo e oferecidos pelas pessoas da terra que vão estar a preparar os caldos. Couves, repolho, nabos, nabiças e os mais variados feijões, sem esquecer as boas carnes – de vaca, porco ou galinha –, fazem parte do leque de ingredientes.

Os potes de caldo, expostos numa fileira com as respetivas fogueiras e com os vastos ingredientes bem visíveis ao público, assumem tamanhos variados, desde os 100 e 80 litros de capacidade até aos de menor dimensão, como 40 e 30 litros.

A variedade de caldos vai desde o de Pedra ao de Galinha, à Lavrador, de Ossobuco, de Farinha e o de Bacalhau. Além das propostas a apresentar por emigrantes vindos de França, Suíça e Alemanha, a listagem inclui os caldos de Ministros, Rabo de Boi, Feijão do Campo, Feijão Mireinho com Castanhas e o tradicional Caldo Verde, entre outros.
Num ambiente de festa e boa animação popular, todas as pessoas, de diferentes idades, podem provar os caldos que entenderem.

A entrada tem um preço de quatro euros, que inclui a oferta de um ‘kit’ (com oferta de malga, colher e broa) e as pessoas podem comer de todos os caldos que entenderem.

É um desafio para um final de tarde de sábado com muito convívio e recordação da saudável gastronomia campestre do interior minhoto, no recinto da sede da Junta de Freguesia de Sabariz, no centro da localidade, a festa inclui feira de produtos agrícolas e animação popular, afirmaram a O MINHO o presidente da Junta de Freguesia de Sabariz, Fernando Silva, com outro fundador, Mário Fernandes, da Associação Popular de Sabariz e sendo ambos quem desde o início do evento que se tornou um êxito, a têm impulsionado.

Integrada na Rota das Colheitas, promovida pelo Município de Vila Verde, a Festa do Caldo do Pote é organizada pela Junta de Freguesia e pela Associação Popular de Sabariz.

No recinto, que abrirá ao público a partir das 17h00, mas onde os caldos são servidos apenas a partir das 19h00, estão ainda disponíveis pataniscas – confecionadas igualmente sobre lume a lenha.

Forasteiros até da Galiza

É um evento anual de grande mobilização popular, que junta gentes vindas de todo o país e também da Galiza, incentivando a população para a recuperação dos antigos potes de ferro, considerados hoje verdadeiros artigos de luxo, mas que foram deixados quase em desuso por força de alternativas mais cómodas nas cozinhas modernas.

As cozinheiras e cozinheiros vêm das mais diferentes áreas de atividade, desde domésticas, professoras e assistentes sociais, a madeireiros, maquinistas e construtores. São quase todos de Sabariz, a que se juntam também moradores de freguesias vizinhas do Vale do Homem, acrescentaram a O MINHO ambos os organizadores.

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