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Mais de 64 mil cigarros apreendidos no aeroporto do Porto

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Foto: DR

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) anunciou esta sexta-feira a apreensão de mais de 64 mil cigarros no aeroporto do Porto, elevando para mais de 1,12 milhões o número de cigarros apreendidos nos aeroportos nacionais desde o início de 2018.

Num comunicado publicado no Portal das Finanças, a AT refere que a apreensão decorreu “no âmbito da defesa da fronteira externa, mais especificamente no controlo aduaneiro de passageiros e suas bagagens”.

Os mais de 64 mil cigarros apreendidos são de várias marcas e encontravam-se “dissimulados em quatro malas de porão, transportadas por passageiros procedentes de Angola e da Ucrânia”, detalha o comunicado adiantando que está em causa “o não pagamento de direitos aduaneiros, IVA e imposto sobre o tabaco”.

A deteção do tráfego ilícito de cigarros foi levada a cabo pelos funcionários aduaneiros, através de técnicas de inspeção e controlo desenvolvidas pela AT, para reforçar o combate “à prática de atos ilícitos, à proteção da sociedade e da saúde pública”.

Esta foi a segunda apreensão de tabaco reportada pela AT desde o início deste ano. A primeira envolveu 84 mil cigarros detetados num controlo à bagagem transportada por uma viajante de nacionalidade angolana.

De acordo com a informação disponibilizada no Portal das Finanças, desde o início de 2018, o número de cigarros apreendidos pelos funcionários da AT em aeroportos nacionais ultrapassa 1,12 milhões.

A este número soma-se, em 2018, uma apreensão de 650 quilos de tabaco para cachimbo de água, que foram detetados nas bagagens de mão e de porão de um voo procedente do Dubai.

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Extinto surto de legionela que afetou Vila do Conde e Póvoa de Varzim

Saúde

Foto: DR

A Administração Regional de Saúde de Norte (ARS-N) deu por extinto o surto de ‘legionnella’ que atingiu a região do Grande Porto no último trimestre de 2020, atualizando em 88 casos e 15 mortos o balanço final da ocorrência.

A informação foi hoje prestada por responsáveis da ARS-N, durante uma audiência na Comissão de Saúde da Assembleia da República, requerida pelo PCP, onde foi divulgado que, até ao momento, não foi estabelecido o foco concreto da origem do surto.

“Estabelecemos uma relação entre o encerramento das torres de refrigeração de algumas indústrias da região e o fim do surto. Mas, infelizmente não podemos ainda fazer um nexo de causalidade entre nenhuma das torres em concreto como fonte de infeção”, disse Rui Capucho, médico do Departamento Saúde Pública da ARS-N.

O responsável partilhou que nas várias análises feitas em torres de refrigeração, nos concelhos de Matosinhos e Vila do Conde, que, tal como a Póvoa de Varzim, foram os mais afetados pelo surto, “foi detetado, através de testes PCR, a existência da bactéria”, nomeadamente na empresa de laticínios Longa Vida, em Matosinhos.

“Na colheita de amostras [da água dos sistemas de refrigeração] na torre da Longa Vida, foi detetada uma concentração elevada da bactéria, mas que ainda não foi encontrada no serótipo que infetou os doentes”, explicou Rui Capucho.

O clínico garantiu que todas as informações sobre este surto já se encontram num relatório provisório do incidente, garantindo que ARS-N continua em articulação com outras entidades, nomeadamente o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, para apurar mais dados.

Sobre os motivos para tão significativa taxa de mortalidade neste surto de ‘legionnella’, Rui Capucho considerou estar relacionada com a elevada faixa etária dos infetados.

“A média de idades dos 88 casos foi de 74 anos, sendo que os 15 óbitos ocorreram numa faixa etária entre os 74 e os 92 anos. Registamos, ainda, que em 11 casos houve também uma coinfecção de covid-19”, disse o responsável.

Já Carlos Nunes, presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde ARS-N, que também participou nesta audição, foi questionado pelos deputados sobre os recursos humanos alocados à investigação e combate deste surto, apontando que “deram uma resposta eficaz”

“A ARS-N não tem tantos técnicos de saúde ambiental como seria necessário, e é algo que já acontece há alguns anos, mas estamos a tentar colmatar com contratações. Lembro que este surto de ‘legionnella’ ocorreu nos mesmo período em que pandemia de covid-19 teve um forte impacto na região Norte, e só com grande esforço dos técnicos foi possível fazer um trabalho, que nos pareceu eficaz”, disse o responsável máximo da entidade.

O primeiro caso deste surto de ‘legionnella’, que afetou os concelhos de Matosinhos Vila do Conde e Póvoa de Varzim, foi detetado no final de outubro do ano passado.

A sucessão de casos, nos dias seguintes, levou as autoridades de saúde a fazerem análises nas redes de distribuição públicas de água e também em empresas com torres de refrigeração dos concelhos.

Já em novembro a fábrica de laticínios Longa Vida, em Matosinhos, desligou preventivamente os equipamentos, depois de ter sido detetada a bateria no local.

A empresa garantiu não ter recebido “informação sobre a correlação entre a presença desta bactéria” nas torres de refrigeração e a origem do surto.

Já antes, o Ministério Público (MP) determinou a abertura de um inquérito para investigar as causas do surto.

A doença do legionário, provocada pela bactéria ‘Legionella Pneumophila’, contrai-se por inalação de gotículas de vapor de água contaminada (aerossóis) de dimensões tão pequenas que transportam a bactéria para os pulmões, depositando-a nos alvéolos pulmonares.

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Quadrilha apanhada na A3 com 50 catalisadores roubados

Tinham sido furtados em Faro

Foto: GNR

A GNR apreendeu 50 catalisadores roubados e deteve quatro homens suspeitos dos crimes de furto e recetação, segunda-feira, na A3, no concelho de Santo Tirso, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a GNR refere que, na sequência de uma ação de patrulhamento, os militares abordaram uma viatura suspeita na Autoestrada A3, verificando-se que no seu interior eram transportados 50 catalisadores.

Após diligências, a GNR apurou que os mesmos tinham sido furtados em Faro.

Após buscas, numa casa e num anexo, foram apreendidos dois automóveis, 50 catalisadores, 1.850 euros em numerário, cinco telemóveis e várias ferramentas utilizadas para perpetrar este tipo de crime.

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Apesar do frio, incêndio lavra ao longo de vários quilómetros no Parque do Alvão

Vila Real

Foto: Marco Lousã de Sá / Facebook de Meteo Trás os Montes - Portugal

Um incêndio florestal deflagrou durante esta tarde no Parque Natural do Alvão, em Vila Real. As chamas lavram em zona de mato na freguesia de Paredes, mobilizando cerca de 30 operacionais e dez viaturas.

Apesar do frio, as chamas já lavram desde as 15:20, hora do alerta para o Comando de Operações e Socorro de Vila Real. O vento forte que se faz sentir está a dificultar as operações dos bombeiros no terreno.

Não há casas em perigo.

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