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Braga

No meio do inferno da Póvoa de Lanhoso, ainda houve tempo para salvar um cão

Póvoa de Lanhoso

em

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Ricardo Martins e Ana Catarina Silva, bombeiros da corporação da Póvoa de Lanhoso, ainda tiveram forças para tratar de um cão, durante o grande incêndio que deflagrou esta tarde numa indústria de calçado naquele concelho.


Depois de dominado o incêndio, os dois bombeiros acudiram ao apelo dos proprietários da empresa ardida, que buscavam por um cão que julgavam dentro do edifício que tinha sido tomado pelas chamas.

Mas o cão sobreviveu quase incólume e apareceu junto dos bombeiros que não lhe negaram tratamento. Segundo conta Ricardo Martins a O MINHO, o cão acabou por aparecer no final do incêndio, quando já se julgava que o mesmo tinha perecido perante a inalação de fumo ou mesmo com as chamas.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Visivelmente exaustos depois do combate a um dos maiores incêndios industriais da Póvoa de Lanhoso nos últimos anos, os dois bombeiros ainda conseguiram ter força para tratar do ‘patudo’.

“Nós tratamos dos animais como tratamos de um ser humano, vamos arranjar forças mesmo quando elas falham”, disse Ricardo. Conta que o cão se aproximou dele e da colega com várias queimaduras no pêlo e bastante desidratado.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

“Tinha algumas queimaduras no pêlo mas não chegaram a atingir a pele. Tratámos dele mas era pouca coisa, nem houve necessidade de alertar um veterinário”, assegura.

Para além do tratamento do pêlo, tiveram ainda de hidratar o animal que esteve algumas horas desaparecido por entre as chamas e o fumo da fábrica de calçado que ardeu em 50%, na zona industrial de Vilela.

Incêndio em indústria de calçado foi “dos piores de sempre” em Póvoa de Lanhoso

No local estiveram 30 bombeiros da Póvoa de Lanhoso apoiados por outros 33 de várias corporações do distrito de Braga.

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Braga

Mais 51 casos ativos no concelho de Braga nas últimas 24 horas. Há 1.111 isolados

Covid-19

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

O concelho de Braga registou mais 52 casos de infeção por covid-19 nas últimas 24 horas, acumulando agora 2.703 desde o início da pandemia.

Estes dados, apurados por O MINHO junto de fonte local da saúde, foram atualizados às 17:30 desta quarta-feira.

O número acumulado de doentes curados carece de atualização, pelo que não é possível

O concelho regista 1.829 casos de recuperações do SARS CoV-2 desde o início da pandemia, mas este número carece de atualização, pelo que, neste momento, não é possível calcular o número de casos ativos no concelho de Braga.

Registam-se ainda 74 óbitos, número que se mantém igual desde 16 de junho.

De acordo com os dados revelados hoje, o número de pessoas em isolamento sob vigilância da autoridade de saúde é de 1.111.

Portugal regista hoje mais 24 mortos e 3.960 novos casos de infeção por covid-19, em relação a terça-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS). É um novo recorde de casos diários.

2.114 dos novos casos são no Norte.

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 124.432 casos de infeção confirmados e 2.371 mortes.

Há ainda 74.001 recuperados, mais 1.657 nas últimas 24 horas.

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Braga

Amares com 30 casos ativos de covid-19, mais doze numa semana

Covid-19

em

Foto: DR

O concelho de Amares registava, até às 18:00 horas desta quarta-feira, 30 casos ativos de infeção por covid-19, mais doze do que na passada quarta-feira.

Estes dados são apurados por O MINHO junto de fonte local do setor da saúde.

A nível global, os cinco concelhos do Médio Cávado (Vila Verde, Amares, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Póvoa de Lanhoso), registavam 890 recuperados e 19 óbitos a lamentar.

Portugal regista hoje mais 24 mortos e 3.960 novos casos de infeção por covid-19, em relação a terça-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS). É um novo recorde de casos diários.

2.114 dos novos casos são no Norte.

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 124.432 casos de infeção confirmados e 2.371 mortes.

Há ainda 74.001 recuperados, mais 1.657 nas últimas 24 hora.

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Braga

Ponto de situação sobre a covid-19 no concelho de Braga

Covid-19

em

Foto: Facebook de CM Braga

O presidente da Câmara de Braga fez hoje, através das redes sociais, um ponto de situação sobre a situação epidemiológica no concelho, relativo a infeções por covid-19.

Num vídeo publicado no Facebook, Ricardo Rio refere que, ao longo do último mês e meio, foram registados mais 1.000 casos de infeção pelo novo coronavírus, agravando assim a situação na região, à semelhança do país e da Europa.

Felizmente, ressalva Ricardo Rio, o número de óbitos mantém-se em 74 desde junho. O autarca refere que não existem surtos identificados, mas que o contágio está a dar-se na comunidade, através de contexto letivo, laboral ou familiar.

O autarca assegura que este aumento de casos não se tem refletido na resposta das unidades de saúde. “O nosso hospital tem 75% da sua capacidade de resposta a doentes com covid ocupada, mas cerca de 50% dessa ocupação tem a ver com apoio a unidades de saude de toda a região Norte”, revela Ricardo Rio.

“É tempo de termos consciência dos riscos que vamos enfrentar nas próximas semanas, mas também serenidade para não entrarmos em alarmismos que não vão ajudar a resolver a situação que se vai prolongar nos próximos meses”, diz o autarca.

Destaca ainda o trabalho “com grande sentido de responsabilidade” que o município e parceiros têm desenvolvido, dando exemplo da instalação de uma unidade de retaguarda no Sameiro e a reativação de estruturas para alojar sem-abrigos.

“Dentro de portas, estamos a impor a utilização de máscaras em espaços fechados e temos estimulado os trabalhadores para poderem, se assim desejarem, adotar a vacinação para a gripe, que é um instrumento importante de prevenção no atual contexto”, refere.

Economia

Ricardo Rio descarta pensar que se pode “parar de um momento para o outro”, para responder a esta situação. “Aliás, diria que só quem tem o rendimento garantido ao final do mês pode pensar que a solução é fechar em casa à espera que passe. Esta não é uma realidade que se resolve numa semana, num mês ou num trimestre. Viver com regras não é abdicar de viver. Os eventos podem ter lugar se forem ao abrigo das normas em vigor”, destaca.

Acerca dos cemitérios que, na sua grande maioria, vão estar abertos no concelho, o autarca diz que a visitação pode ter lugar durante o período de finados, “desde que nada seja posto em causa pelos cidadãos face ao que está determinado pelas autoridades e pelo município”.

O autarca garante ainda que a atividade letiva e laboral será para manter no concelho.

“Com o lema de campanha do Hospital de Braga com os parceiros, não posso deixar de apelar a que demos as mãos para que, juntos, possamos fechar a porta ao vírus”, finaliza.

Portugal regista hoje mais 24 mortos e 3.960 novos casos de infeção por covid-19, em relação a terça-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS). É um novo recorde de casos diários.

2.114 dos novos casos são no Norte.

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 124.432 casos de infeção confirmados e 2.371 mortes.

Há ainda 74.001 recuperados, mais 1.657 nas últimas 24 horas.

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