Seguir o O MINHO

Braga

Incêndio em indústria de calçado foi “dos piores de sempre” em Póvoa de Lanhoso

Incêndio industrial

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O incêndio industrial que lavrou na zona industrial de Vilela, na Póvoa de Lanhoso, ficou dominado ao final da tarde desta sexta-feira, depois de um intenso combate por parte dos bombeiros.


Solas e cola industrial funcionaram como combustível que acelerou a propagação das chamas na fábrica de calçado que ficou em 50% reduzida a cinzas. A intervenção dos bombeiros acabou por impedir que o incêndio alastrasse aos escritórios, resguardando assim os outros 50% da empresa.

António Veloso, comandante dos Bombeiros da Póvoa de Lanhoso, descreveu a O MINHO o cenário de terror como “um dos piores incêndios industriais” nos últimos anos naquele concelho.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

“Deslocamos onze viaturas e 30 elementos da Póvoa e tivemos apoio de doze veículos e 33 elementos de outros corpos de bombeiros do distrito”, explicou, revelando que, à chegada da corporação, parte do pavilhão estava já tomado pelas chamas.

“O combate foi complicado porque se tratava de muita borracha, solas e alguma tinta, mas principalmente borracha e solas de sapatos, que criaram um fumo denso”, disse o responsável no teatro de operações.

“No exterior da empresa também havia muita matéria a arder, não percebemos muito bem se o incêndio foi de fora para dentro ou de dentro para fora, mas tinha muito combustível em ambos os lados”, assegurou.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O combate foi tão intenso que o próprio comandante necessitou de receber assistência hospitalar após uma breve indisposição durante o combate ao incêndio.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

A Polícia Judiciária foi ao local para investigar a origem do incêndio que permanece desconhecida.

Anúncio

Braga

Hospital de Braga já fez 29 mil testes covid: “Não queremos voltar ao início”

Covid-19

em

Foto: Município de Braga

O Hospital de Braga já fez mais de 29 mil testes de despistagem à covid-19. O anúncio foi feito esta terça-feira pelo presidente do Conselho de Administração daquela unidade hospitalar pública.

João Porfírio de Oliveira falava num curto vídeo divulgado nas redes sociais no âmbito da campanha de sensibilização “Braga Fecha a Porta ao Vírus”.

Explica ainda que foram internados mais de 250 doentes naquela unidade desde que a pandemia começou a atingir Portugal, em março de 2019.

O administrador indicou ainda que o hospital reestruturou-se para “fazer face às necessidades da população”, mas deixou o desabafo: “Não queremos voltar ao início”.

“Contámos com todos para a prevenção. Siga as recomendações das autoridades de saúde”, finalizou o responsável.

O concelho de Braga registava vinte novas infeções pelo novo coronavírus entre quinta-feira e as 09:30 do passado sábado.

Durante o mesmo período, não houve casos de recuperações do SARS CoV-2, totalizando o concelho 1.393 casos recuperados desde o início da pandemia.

Em termos acumulados, são já 1.698 casos de pessoas infetadas com a doença.

Lamentam-se ainda 74 óbitos, número que permanece igual desde o passado dia 16 de junho.

Existiam, no sábado, 231 casos ativos de covid-19 em todo o concelho de Braga.

Continuar a ler

Braga

Terras de Bouro é o 2.º concelho do país onde mais cresceu o consumo no verão

Turismo

em

Foto: O MINHO / Arquivo

O concelho de Terras de Bouro é o segundo do país onde o consumo global registado através de operações bancárias mais aumentou neste verão, só ficando atrás de Manteigas, no distrito da Guarda.

Os dados são do SIBS Analytics, que considerou o valor das operações por cada concelho no país face a 2019, destacando a variação de Terras de Bouro, que teve um aumento global de 16% relativamente a 2019.

Manteigas (34%), Porto Santo (5%) e Grândola (3%) foram os restantes concelhos onde se registou aumento relativamente ao ano anterior.

As maiores quebras no consumo deste verão foram registadas nas principais cidades: Lisboa (-32%), Porto (-23%) e Algarve (-15%), que estará em linha com a quebra de 48% relativamente a cartões bancários internacionais, que apontam para turistas estrangeiros.

A análise da SIBS, publicada na segunda-feira, refere que, em termos globais, Portugal assistiu a uma quebra de 9% na movimentação dos cartões bancários, nacionais e internacionais. Em termos de cartões portugueses, a quebra foi de 3%.

Estes dados revelam o perfil do novo turista, de nacionalidade portuguesa e que procura fugir dos locais mais óbvios de férias, procurando refúgio no interior.

Houve ainda um aumento significativo no investimento pago com cartões portugueses em alojamento turístico, cerca de 25%. Já as operações com cartões estrangeiros para alojamento quebraram 41%.

O registo de cartões provenientes dos Estados Unidos aponta a maior quebra, cerca de 78%, seguundo-se Reino Unido, com 52%. Espanha, França e Alemanha tiveram reduções entre os 30 e os 35%.

“O verão de 2020 trouxe alterações relevantes nos padrões de consumo de portugueses e estrangeiros. Nenhuma evolução pode ser dissociada do contexto sem precedentes que vivemos de combate à covid-19. O consumo dos portugueses atenuou a quebra global do consumo neste verão mas foi insuficiente para compensar a redução de 48% de consumo de cartões estrangeiros em Portugal”, disse o diretor da SIBS, Gonçalo Amaro.

“Os dados do SIBS Analytics revelam que o turismo tem sido um dos setores mais afetados pela evolução da pandemia mas existem casos positivos de crescimento das operações em regiões com menos concentração populacional e que tiveram maior procura de turistas nacionais como Grândola, a Serra da Estrela, o PN Peneda Gerês ou a ilha de Porto Santo. Pelo contrário, as principais regiões do litoral como Lisboa, Porto e o Algarve foram bastante impactadas pela redução do turismo internacional ”, vincou.

Continuar a ler

Braga

Jóias ‘made in’ Braga em destaque na Vogue americana

Empresas

em

Foto: TeenVogue

A marca de jóias Wonther, com sede em Braga, está em destaque num editorial da versão americana da revista Vogue pela mão de Rachael Wang, a “maior referência em styling inclusivo e sustentável nos Estados Unidos”.

A famosa estilista americana, que trabalha há mais de dez anos como diretora de publicações em Nova Iorque como a W Magazine ou a Glamour, escolheu peças da marca bracarense para incluir num editorial publicado na TeenVogue, direcionada para adolescentes, onde aparece a ostentar as jóias portuguesas.

Rachael Wang

Rachael Wang

Rachael Wang

Rachael Wang

Olga Kassian, fundadora da Wonther, veio da Ucrânia para Braga com os pais aos quatro anos. Aos 22 anos, a criadora reconhece que a marca que fundou “já recebeu reconhecimento internacional pela sua política ética e de sustentabilidade no setor”.

No entanto, revela que  “para uma marca tão jovem e difícil de construir em cima de valores éticos e sustentáveis, é um grande privilégio ser selecionada pela Rachael Wang, alguém que defende diariamente os valores que nos movem”.

A sustentabilidade, que podia não estar no foco de muitas marcas, é agora uma exigência do consumidor como explica Rachael Wang no seu editorial para a revista americana.

“Os clientes estão a ameaçar reter os seus gastos, a menos que vejam progresso na representação e no fabrico ético”, disse.

“Na nossa sociedade capitalista, o nosso dinheiro conta como o nosso voto, por isso, teoricamente, se as pessoas votarem com seu dinheiro ou retiverem os gastos para o tipo de mundo em que desejam viver, então, esperançosamente, a indústria será forçada a mudar”, explicou.

Lançada a 05 de novembro de 2019, a marca de jóias foi fundada por Olga depois de esta ter trabalhado em Nova Iorque quando tinha 19 anos, ao serviço de uma loja pop-up da marca de calçado Josefinas, também com sede em Braga.

Com peças entre os 35 e os 308 euros, é objetivo de Olga Kassian dar “sentimentos e emoções”, lembrando que as jóias não são só acessórios.

“Ao longo da minha vida sempre tive uma relação muito forte com aquilo que são os direitos das mulheres e acho que as joias conseguem transmitir emoções e significados muito preciosos”, disse à revista MAGG, em novembro do ano passado.

Olga Kassian. Foto: DR

Em agosto de 2020, numa entrevista dada ao jornal Observador, Olga esclarece que a sede é em Braga e que as vendas são feitas “sobretudo online”, embora conte com uma loja física no Brooklyn, em Nova Iorque. Os Estados Unidos e também Londres, no Reino Unido, são os principais mercados de venda da marca.

Recentemente, a Wonther lançou uma campanha onde desafia os cidadãos a venderem artigos em prata que já não usam, de forma a reciclar aquele material para novas peças de joalharia.

Continuar a ler

Populares