Seguir o O MINHO

Braga

Mulheres usaram menores para roubar caixa de gorjetas em pastelaria

em

Foto: Divulgação

Duas mulheres roubaram a caixa de gorjetas de uma pastelaria em Merelim S. Paio, Braga, com o auxílio de uma adolescente e uma delas com bebé ao colo. Segundo avança o CM, cerca de 70 euros foram roubados. 


De acordo com a proprietária da pastelaria Quinta do Carmo, uma das mulheres fazia encomenda de um bolo, enquanto a outra, que estava com o bebé, vigiava o local e dava indicações à adolescente.

A jovem de 14 anos foi a responsável por pegar a caixa de gorjetas e escondeu-a debaixo do cachecol.

A dona da pastelaria só percebeu o que aconteceu no dia seguinte, e chegou mesmo a pensar que fosse uma brincadeira de algum cliente.

A proprietária optou por não fazer queixa à polícia, por acreditar que “de nada serve e só dá chatices”.

Anúncio

Braga

Braga Parque já começou a campanha de Natal e apela às compras adiantadas

“Não deixem o Natal para o Natal” é o mote da campanha

em

Foto: Divulgação / Braga Parque

O Braga Parque já deu início à época natalícia com uma campanha que tem como mote “Não deixem o Natal para o Natal”, anunciou hoje a empresa.

Em comunicado, o Braga Parque adianta que quem visitar o centro já vai poder ver toda a decoração de Natal, cheia de luzes e cores, e o magnífico Presépio, localizado na escadaria central.

“É neste ambiente que o Braga Parque convida todos os seus visitantes a fazer desde já as compras de Natal, com calma e segurança, aproveitando o prazo alargado de trocas, até 15 de janeiro (a lista das lojas aderentes pode ser consultada no site)”, lê-se no comunicado.

“Queremos convidar todos os nossos clientes a visitar o Braga Parque, a ver a decoração e surpresas que temos preparadas e, é claro, a começar a pensar nas suas compras de Natal. Esta é a melhor altura, sem pressas e com toda a segurança, queremos que as pessoas saibam que já podem comprar as prendas para a sua família e amigos” refere António Afonso, diretor do Braga Parque, citado no comunicado.

O Braga Parque considera que esta é uma forma de evitar as filas e aglomerados de pessoas que caracteriza as compras de última hora, que muitos deixam para os dias 23 e 24 de dezembro.

“A aproximadamente um mês e meio do Natal, há tempo para pensar e escolher as prendas que mais combinam com os nossos entes queridos, garantindo a segurança e o bem-estar de todos”, conclui o comunicado.

Continuar a ler

Braga

Câmara de Braga autoriza abertura do comércio às 08:00 no fim de semana

Covid-19

em

Foto: O MINHO

O município de Braga decidiu que, nos dias 13, 14, 20 e 21 de novembro os estabelecimentos de comércio do concelho cujo funcionamento não esteja interditado por lei podem abrir a partir das 08:00.

Em comunicado, o município refere que a medida obteve o parecer favorável da autoridade local de saúde e das forças de segurança.

“Desta forma, o município contribui para evitar situações de potencial concentração de pessoas que possam decorrer das limitações horárias impostas, incentivando a diluição da intensidade do público no acesso aos estabelecimentos”, justifica a autarquia.

Por outro lado, diz, “estabelece-se um equilíbrio, rigoroso e ponderado, entre a salvaguarda da atividade económica e da saúde pública”.

O Governo declarou o estado de emergência até 23 de novembro, estipulando, para os 121 concelhos de maior risco de contágio, a obrigação de recolhimento aos fins-de-semana no período compreendido entre as 13:00 e as 05:00, bem como em todos os dias úteis entre as 23:00 e as 05:00.

Continuar a ler

Braga

Contabilista de Braga acusada de burla de 143 mil euros com promessa de juros elevados

Burla

em

Foto: Dr / Arquivo

O Ministério Público (MP) acusou de burla qualificada uma contabilista de Braga que alegadamente convenceu uma mulher a confiar-lhe 143.500 euros com a promessa de que devolveria o dinheiro, acrescido de juros superiores aos praticados pelos bancos.

Em nota hoje publicada na sua página, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que a arguida se apresentou à vítima como promotora de investimentos mobiliários e imobiliários.

Segundo o MP, a arguida conseguiu convencer a vítima a entregar-lhe, em junho e julho de 2014, o montante global de 73.500 euros, e em janeiro de 2016 mais 70 mil euros, “argumentando que o dinheiro não estava seguro no banco, atento o contexto de crise, e que deixá-lo em casa não era opção”.

Prometeu devolvê-lo no prazo de um ano, acrescido de juros superiores aos que eram praticados pelos bancos.

Ainda segundo a acusação, a arguida apoderou-se daquelas quantias, “como sempre teve intenção de fazer, jamais as devolvendo, ao contrário do que alegara para convencer a vítima a entregar-lhas”.

O MP acusa a arguida de dois crimes de burla qualificada e pede que seja condenada a pagar ao Estado o montante de 143.500 euros, por corresponder à vantagem que teve com a prática criminosa.

Continuar a ler

Populares