Seguir o O MINHO

Região

Militantes de Braga e Viana eleitos para os órgãos nacionais do PSD

em

O 37.º Congresso Nacional do Partido Social Democrata (PSD) decorreu no fim-de-semana passado, de 16 a 18 de fevereiro, tendo sido eleitos os novos órgãos nacionais para o período 2018-2020.

O ex-deputado e antigo Governador Civil de Viana do Castelo, António Carvalho Martins, de Ponte de Lima, que regressa à vida política ativa, e o presidente da Concelhia de Guimarães e vice-presidente da Distrital de Braga, André Coelho Lima, foram eleitos, no Congresso do PSD, para vogais da Comissão Política Nacional, que será liderada por Rui Rio, 18.º presidente do partido. João Rodrigues, vereador da Câmara Municipal de Braga, também irá integrar este órgão, sendo um dos representantes da JSD.

Foto: DR

O bracarense Rui Morais, administrador da AGERE, foi escolhido para vice-presidente da Comissão Nacional de Auditoria Financeira dos social-democratas, enquanto Emília Cerqueira, deputada de Arcos de Valdevez, eleita pelo círculo de Viana do Castelo, e Félix Falcão Araújo, de Barcelos, foram eleitos para o Conselho de Jurisdição Nacional.

Para o Conselho Nacional foram eleitos Carlos Eduardo Reis, de Barcelos, que encabeçou a segunda lista mais votada, Carlos Morais Vieira, presidente da Distrital do Alto Minho, Paulo Cunha, presidente da Câmara de Famalicão, que fora o mandatário de Pedro Santana Lopes no distrito de Braga, Eduardo Teixeira, presidente da concelhia de Viana, ex-deputado e ex-vereador, que assumiu idêntico papel no seu distrito, José Alfredo Oliveira, presidente da concelhia de Ponte da Barca e vereador do executivo municipal do seu concelho, Alexandre Barros da Cunha, membro da Assembleia Municipal de Guimarães, vogal da concelhia, Joaquim Mota e Silva, presidente da concelhia e da autarquia de Celorico de Basto, e Joaquim José Gonçalves, de Barcelos, presidente da Distrital de Braga da JSD.

Ao contrário do que chegou a ser admitido, o líder da Concelhia de Vila Verde e deputado na Assembleia da República, Rui Silva, não integra nenhum dos órgãos do partido.

Já o eurodeputado e presidente da Distrital de Braga, José Manuel Fernandes, que não apoiou nenhum dois candidatos nas eleições internas, integra, por inerência, o Conselho Nacional.

Membros eleitos

COMISSÃO POLÍTICA NACIONAL

Presidente: Rui Rio

Vice-presidentes:

David Justino

Elina Fraga

Isabel Meireles

Manuel Castro de Almeida

Nuno Morais Sarmento

Salvador Malheiro

Secretário-geral: Feliciano Barreiras Duarte

Vogais:

André Coelho Lima

António Carvalho Martins

António Maló Abreu

António Topa

Cláudia André

João Cunha e Silva

Manuel Pinto Teixeira

Maria da Graça Carvalho

Ofélia Ramos

Rui Rocha

CONSELHO DE JURISDIÇÃO NACIONAL

Presidente: José Manuel Nunes Liberato

Vogais:

Paulo Calado

Gonçalo Matias

Emília Cerqueira

José Miguel Bettencourt

Félix Falcão de Araújo

Paulo Colaço

João Paulo Meireles

Cristiana Santos

COMISSÃO NACIONAL DE AUDITORIA FINANCEIRA

Presidente: Catarina Rocha Ferreira

Membros:

Rui Manuel de Sá Morais

Ester Fernandes

CONSELHO NACIONAL

Pedro Santana Lopes

Paulo Rangel

Arlindo Cunha

José Matos Rosa

Paulo Cunha

Vítor Silva Martins

Telmo Faria

Paulo Ribeiro

Rodrigo Gonçalves Silva

Cláudia Aguiar

Sara Madruga da Costa

Carlos Morais Vieira

J. Cardoso Martins

Hernâni Dias

Humberto Antunes

Eduardo Teixeira

Nuno Mota Soares

Joaquim Gonçalves

Silvério Regalado

Francisco Amaral

Carlos Condesso

Ângelo Pereira

Ricardo Aires

Fernando Queiroga

Amílcar Almeida

Paulo Ramalho

Fernando Tinta Ferreira

Fernando Teixeira

Nataniel Araújo

Paulo Moradias

Ricardo Pereira Alves

Carlos Soares Nunes

Moisés Rocha

Rui Ventura

Joaquim Biancard Cruz

Nuno Matias

José Filipe Baptista

Alexandre Gaudêncio

Maria José Pinheiro Cruz

Luís Rodrigues

Almiro Moreira

António Pinheiro Torres

João Paulo Barbosa de Melo

Bruno Vitorino

Rui Miguel Rufino

Joaquim Mota e Silva

Luís Patrício

Abraão Duarte da Silva

Daniel Rebelo

Sabrina Furtado

Nuno Oliveira Carvalho

Nuno Matos Soares

João Costa

Alexandre Barros da Cunha

César Vasconcelos

José Bastos Oliveira

Renato Marques

Carlos Reis

Sérgio Azevedo

Ana Elisabete Oliveira

Cristina Tenreiro

António Paulo Afonsos

Rui Cristina

Alberto Fonseca

Tiago Mendes

Pedro Neves de Sousa

Ricardo Santos

Ricardo Tomás

Octávio Torres

André Marques

MESA DO CONGRESSO

Presidente: Paulo Mota Pinto

Vice-presidentes:

António Almeida Henriques

Lina Lopes

Secretários:

Joaquim Vasconcelos da Ponte

João Carlos Montenegro

Isabel Maria Azevedo Cruz

Nelson Fernandes

 

Notícia atualizada às 1h32.

Anúncio

Região

Imagens da trovoada: Relâmpagos e arco-íris em simultâneo? Aconteceu em Braga

FOTOGALERIA

em

Foram várias as imagens partilhadas nas redes sociais, este domingo à noite, depois dos espetáculos de trovoada que iluminaram o céu em toda a região do Minho.

Vista de Santa Luzia, Viana do Castelo. Foto: FOTO LIVRE / Paulo & Sérgio / Facebook

Braga. Foto: Facebook de Freguesia de S. Victor – Braga

Foto: Facebook de Maria Costa no Grupo das Taipas

Braga. Foto: Fábio Machado (enviada a O MINHO)

Falha de iluminação força paragem no jogo Gil Vicente-Braga

No jogo de futebol da I Liga portuguesa entre o Gil Vicente e o SC Braga, em Barcelos, essa trovoada terá sido a causa da interrupção de quase meia hora no encontro, depois de o estádio ter ficado sem iluminação.

Continuar a ler

Região

Arlindo Fagundes, o ilustrador que marca o imaginário de gerações de leitores de ‘Uma Aventura’

Reportagem

em

Fotos: DR

O que têm em comum as gémeas Teresa e Luísa, António Variações e Pitanga? E os livros ‘Uma Aventura’, um busto do cantor e um barbeiro de luxo e motard? Arlindo Fagundes é o ilustrador da série de livros juvenis mais famosos do país, do busto de Variações na freguesia natal do cantor e da personagem de BD do momento. E faltam as peças de cerâmicas, icónicas, que fizeram o nome do bracarense ‘de coração’.

Vamos por partes. Corria o ano de 1985 quando o editor Zeferino Coelho lançou o convite a Arlindo Fagundes. Havia duas ‘jovens’ professoras que tinham interesse em lançar uma colecção infanto-juvenil e a editora queria ilustrar as aventuras. Arlindo Fagundes, conhecido pelas suas “bonecadas políticas sobretudo cartoons”, aceitou o desafio.

“Hoje já faço aquilo sem grande excitação. Já é uma rotina”, reconhece o ilustrador. “Já não há conflito entre autoras e ilustrador o que, por um lado, facilita as coisas mas por outro tira toda a discussão que se poderia criar à volta da construção das personagens”.

E é aqui que Arlindo Fagundes tem as duas mãos de quota parte de responsabilidade. A imagem que temos das gémeas Teresa e Luísa, do Pedro, do Chico e do João foram idealizados por ele: “nas histórias eles não têm ‘uma cara’. Não há uma discrição precisa sobre aspectos físicos e assim, o ilustrador sente-se à vontade para criar as personagens à sua maneira”.

Foto: DR

Mas também é “uma responsabilidade” porque a ideia que o leitor ficar das personagens “é dada, muito, pelas imagens, também”. E é aqui que Arlindo Fagundes faz o seu ‘mea culpa’: “os primeiros desenhos são muito maus. Se soubesse o sucesso que os livros iriam ter, teria tido outro cuidado no início”. Hoje, olhando para os primeiros volumes e comparando-os com os mais recentes “a evolução é notória”.

O ‘mau arranque’ tem uma explicação: a cerâmica, a grande paixão do artista. “Ocupava-me de sol a sol e fazia as ilustrações de ‘Uma Aventura’ fora de horas”.

França e Revolução

Vamos ao início. Arlindo Fagundes é natural de Ovar, entrou em Belas Artes em Lisboa mas “para fugir à guerra” foi para França onde esteve até ao 25 de Abril. Por lá tirou um curso de realização de cinema e era intérprete trilingue na empresa onde trabalhava.

Foto: DR

“Quando percebi a revolução, vim logo para Lisboa e fui bater à porta da RTP”. Não havia vaga mas falaram-lhe de uma oportunidade na delegação do Porto. “Como a minha mulher é da vila de Prado e dava aulas no liceu de Guimarães” embarcou para a cidade invicta. “Realizava um programa de 30 minutos. Era uma ideia gira porque podíamos abordar os temas que quiséssemos”.

O 25 de Novembro de 1975 vê a colaboração com o canal público acabar: “no dia seguinte já não pude voltar à RTP”. Regressaria, apenas, para terminar os programas que já estavam filmados e que iriam para o ar em Janeiro do ano seguinte.

Cerâmica

Foi a necessidade que o levou à cerâmica: “os meus sogros tinham um forno que estava abandonado e sugeriram que eu o utilizasse. Fui fazendo experiências porque não era uma arte que dominasse e precisava de perceber como se fazia”.

O atrevimento de fazer peças originais e fora do comum foi um trunfo: “tinha a inocência de quem acaba de cair num sítio, sem constrangimentos e reconheço que foi uma pedrada no charco”.

As duas primeiras fornadas foram vendidas a uma loja em Braga: “na altura, pensei que ia ficar rico” porque as peças se vendiam muito bem. Hoje há obras de arte espalhadas por todo o país mas Arlindo Fagundes nem sabe bem onde estão: “há peças minhas no Museu da Olaria em Barcelos e o meu neto disse-me que viu um presépio num museu em Évora”.

O seu maior arrependimento foi não ter ficado com alguns trabalhos: “não tenho nenhum Cristo nem nenhum presépio e gostaria”. A cerâmica já lhe deu um grande prémio na Bienal de Cerveira.

Mas também lhe deu a maior mágoa. Deixou de trabalhar por causa de um problema nas costas, “ossos do ofício” e para não ter ‘tentações’ desfez-se da olaria em Prado.

Variações: busto e BD

Os olhos de Fagundes brilham quando começa a falar do busto de Variações, encomendado pela Câmara de Amares, e instalada na freguesia Natal do cantor. Está em lugar de destaque, na estrada nacional que liga Braga a Terras de Bouro.

Foto: DR

Foi também o artista minhoto que o inspirou para a personagem icónica da banda desenhada que criou e cujo terceiro volume foi lançado recentemente. Com traços de Hugo Pratt e Fernando Relvas, Pitanga, a personagem central, é um barbeiro excêntrico que não larga um cachecol de bolas pretas.

Foto: DR

O primeiro volume foi editado em 1985, o último em Junho deste ano: “é uma personagem para o qual criei um uniforme e em todos os livros há uma personagem real. No primeiro é o António Variações com quem falei e desde logo mostrou receptividade ao projeto”. O livro seria lançado por alturas da morte do cantor.

Futuro

“Nunca me senti velhote mas tenho projetos com a razoabilidade que a esperança de vida me parece permitir”, refere quando se fala em futuro. Passará pela ilustração e pelo desejo de expor: “há muito tempo que não faço uma exposição”.

O novo livro de ‘Uma Aventura Voadora’ já está no prelo, as ilustrações terminadas. Portanto, resta esperar para ver que surpresas nos reserva mais um volume (número 62) dos cinco amigos que marcaram várias gerações de leitores.

Continuar a ler

Braga

Tribunal volta a obrigar António Salvador a pagar mais meio milhão a ex-sócio de Braga

Guerra do ‘camião do fraque’

em

Domingos Correia e António Salvador. Fotos: DR / Arquivo

Guerra do camião do fraque. É a segunda sentença desfavorável a António Salvador no Tribunal de Famalicão. E a fatura a pagar ao seu ex-sócio, Domingos Correia, já vai em perto de 800 mil euros. Mas o conhecido empresário, dono da Britalar, de Braga, diz que vai recorrer.

Conforme O MINHO então noticiou, em abril, o Tribunal de Comércio de Famalicão condenou António Salvador a pagar 261 mil euros ao dono das Construções Ar-Lindo. Há dias, e numa segunda sentença, o mesmo Tribunal voltou a rejeitar o embargo apresentado pelo empresário da Britalar, à execução de 438 mil euros ( 500 mil com juros) que lhe foi movida por Domingos Correia, a título pessoal, por uma causa de uma dívida resultante da cessão da quota de 49,5 por cento na firma BritalarMoz, que ambos possuíam em Moçambique. Cessão acordada em 1,1 milhões.

Salvador, que se havia oposto às duas penhoras, apresentando cauções, argumentou que já tinha pago, em 2013, através de transferências bancárias. Tese a que o Tribunal não atribuiu “credibilidade”.

Documentos

Domingos Correia apresentara, na acção, um documento intitulado “Declaração Confissória de Dívida e Acordo de Pagamento”, de 2012, no qual a Britalar Ar-Lindo Moz, SA, assumia uma dívida de 500 mil dólares americanos (438 mil euros) que recebeu a título de empréstimos não remunerados, para necessidades de tesouraria.

Ao todo, Correia exige a Salvador, a quantia de 1,3 milhões de euros, resultante da cessão da posição que detinha na Britalar Ar-Lindo Moz, SA.

Uma terceira execução, de 300 mil euros, vai entrar no Tribunal, disse ao JN fonte da Ar-Lindo.

O caso remonta a 2011, quando os dois construtores constituíram uma parceria para o mercado moçambicano. Para tal, foi constituída a sociedade Using Better, Lda., tendo como sócias a Europa Ar-Lindo, SGPS, e a Britalar, SGPS. De seguida, e com dois sócios moçambicanos, formaram a sociedade Britalar AR-Lindo Moz, SA. Só que – concluiu o Tribunal – “desde cedo as relações entre ambos se deterioraram, o que levou a que, em setembro de 2012, se formalizasse a separação”.

O MINHO contactou António Salvador que não se quis pronunciar, embora fonte que lhe é próxima tenha adiantando que vai recorrer da decisão, para a “Relação do Porto”.

Fraque em julgamento

Foto: Facebook / Arquivo

Antes de recorrer a Tribunal, Domingos Correia pôs a circular na cidade, um «camião do fraque» com os dizeres “Caloteiro! Paga o que deves”. Que estacionou à porta do estádio, em dia de jogo do Sporting de Braga, e em frente à casa de Salvador. Uma alegada “intimidação e difamação” e “ofensa à família”, que motivou queixa de Salvador e que vai ser julgada em setembro no Tribunal de Braga.

Continuar a ler

Populares