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Futebol

Médio Estrela sofreu contusão óssea grave e desfalca Aves por tempo indeterminado

Frente ao Boavista

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O médio Estrela, do Desportivo das Aves, sofreu uma contusão óssea grave na perna direita e ficará afastado dos relvados por tempo indefinido, confirmou hoje à agência Lusa o clube lanterna-vermelha da I Liga de futebol.

Sem necessidade de ser operado, o médio luso-angolano deve realizar exames complementares nos próximos dias para conhecer o período de recuperação de uma lesão sofrida no domingo, aos 57 minutos da derrota caseira com o Boavista (1-0).

Estrela, de 24 anos, dividiu um lance no meio-campo com o ganês Yaw Ackah, manifestando queixas na zona da tíbia e do perónio, que o obrigaram a abandonar o terreno de jogo e ser substituído pelo avançado chadiano Marius Mouandilmadji.

Depois de alguns minutos a receber assistência médica, o centrocampista foi transportado de emergência para um hospital em Riba d’Ave, freguesia do concelho de Vila Nova de Famalicão, tendo os avenses conhecido hoje os detalhes do relatório clínico.

Formado no Benfica, Valdomiro Tualungo Paulo Lameira, mais conhecido por Estrela, soma 14 aparições no ano de estreia pelo emblema de Santo Tirso, após ter representado os norte-americanos do Orlando City, os cipriotas do Apoel e o Varzim, da II Liga.

O médio defensivo juntou-se no boletim clínico avense ao defesa croata Andrej Simunec, que recupera de uma cirurgia à articulação tibiotársica esquerda, enquanto o lateral-direito Mato Milos e centrocampista Rúben Oliveira ainda realizam treino condicionado.

O desafio registava uma vantagem mínima a favor do Boavista, materializada pelo avançado brasileiro Cassiano aos 12 minutos, que permaneceu até ao apito final, ditando novo desaire para o lanterna-vermelha do campeonato.

O Desportivo das Aves ocupa a 18.ª e última posição da I Liga, com apenas nove pontos, correspondentes a três vitórias e 15 derrotas, e está a sete pontos da ‘linha de água’, detendo o estatuto de pior defesa da prova, com 34 golos encaixados.

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Futebol

Presidente do Rio Ave suspenso por críticas à arbitragem na Taça da Liga

Após jogo com o Gil Vicente

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Foto: rioavefc.pt / DR

O presidente do Rio Ave foi suspenso, esta terça-feira, por 30 dias e multado em 1.836 euros, devido a críticas à arbitragem do jogo com o Gil Vicente, para a Taça da Liga de futebol.

A sanção foi divulgada pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), tendo por base “declarações na comunicação social, sobre a arbitragem” por parte de António Silva Campos.

O CD da FPF tinha instaurado um processo disciplinar ao líder dos vila-condenses, depois de Silva Campos ter criticado a atuação da equipa de arbitragem liderada por André Narciso, no encontro com o Gil Vicente, em 21 de dezembro, a contar para a terceira e última jornada do grupo C da Taça da Liga.

Na sequência do triunfo gilista, por 1-0, o dirigente afirmou que “roubaram ao Rio Ave a possibilidade de estar na final four” da prova e mostrou-se “indignado” com o golo anulado à equipa de Vila do Conde, aos 84 minutos.

O treinador do Rio Ave, Carlos Carvalhal, também se mostrou insatisfeito com a equipa de arbitragem e, em declarações na flash-interview da Sport TV, anunciou que iria “pedir uma reunião com o presidente e apresentar a demissão” do cargo.

A derrota do Rio Ave, aliada à vitória do Sporting frente ao Portimonense, apurou os “leões” para a “final four” da Taça da Liga, que seria conquistada pelo SC Braga.

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Futebol

Conselho de Disciplina abre processo disciplinar ao Vitória

Caso Marega

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Foto: Facebook

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciou hoje a abertura de um processo disciplinar ao Vitória SC, devido a insultos racistas ao futebolista maliano do FC Porto Moussa Marega.

O avançado do FC Porto recusou-se a permanecer em campo, ao minuto 71 do jogo, após ter sido alvo de cânticos racistas por parte dos adeptos da formação vimaranense, numa altura em que os ‘dragões’ venciam por 2-1, resultado com que terminou o encontro.

Racismo: Conselho de Disciplina “está limitado” à aplicação dos regulamentos

Depois de pedir a substituição, Marega, que já alinhou no emblema minhoto e tinha marcado o segundo golo dos ‘azuis e brancos’, dirigiu-se para as bancadas do recinto vimaranense, com os polegares a apontarem para baixo, situação que originou uma interrupção do jogo durante cerca de cinco minutos.

Vários jogadores do FC Porto e do Vitória de Guimarães tentaram demovê-lo, mas Marega mostrou-se irredutível na decisão de abandonar o jogo, tendo acabado por ser substituído por Manafá.

Fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP) confirmou à Lusa a identificação de várias pessoas suspeitas de dirigirem cânticos e insultos racistas a Marega, sem adiantar o número de suspeitos, acrescentando que continua a efetuar diligências para identificar outros envolvidos.

O Ministério Público instaurou um inquérito na sequência deste incidente, que já mereceu a condenação do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do primeiro-ministro, António Costa, entre outros.

Este comportamento configura um crime previsto no Código Penal punido com prisão de seis meses a cinco anos e uma contraordenação sancionada com coima entre 1.000 e 10.000 euros.

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Futebol

Portugal tem 25 claques legalizadas e mais de 2 mil membros suspensos

SC Braga com mais do que um grupo, Moreirense sem nenhum

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Foto: SC Braga / Arquivo

O número de grupos organizados de adeptos (GOA) registado em Portugal é de 25, com cerca de 3.000 membros, existindo mais 2.000 elementos suspensos, disse hoje à agência Lusa o organismo de combate à violência no desporto.

“Neste momento existem 25 grupos organizados de adeptos (GOA) registados, com um total de cerca de 3.000 membros registados. Se contabilizássemos os três GOA suspensos pelos seus promotores, o total de membros filiados ultrapassaria os 5.000 elementos”, explicou a Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD).

Os GOA cujo registo se encontra suspenso na APCVD, por “requerimento ou por indicação do promotor”, são a Juventude Leonina (Sporting), o Directivo Ultras XXI (Sporting) e a Associação de Adeptos do Desportivo das Aves – 1930 – Força avence (Desportivo das Aves).

Em fevereiro de 2019, a APCVD tinha revelado que o Sporting era o clube com mais elementos registados nas suas quatro claques organizadas: Juventude Leonina (1.632), Diretivo Ultras XXI (709), Torcida Verde (358) e Brigadas Ultras (238), tendo duas delas, entretanto, sido suspensas.

Na lista revelada hoje, Benfica, Moreirense, Portimonense e Paços de Ferreira são os clubes da I Liga de futebol que não têm qualquer grupo organizado de adeptos registado, enquanto equipas como SC Braga, FC Porto, Sporting ou Vitória de Setúbal apresentam mais do que um grupo.

Existem ainda cinco GOA de clubes da II Liga e três de equipas que disputam o Campeonato de Portugal, equivalente ao terceiro escalão, registados.

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