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Futebol

Luís Filipe Vieira acusado de recebimento indevido de vantagem

Operação Lex

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Foto: DR / Arquivo

O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, foi hoje acusado, na operação Lex, de um crime de recebimento indevido de vantagem.


Segundo o despacho da acusação, a que a agência teve acesso, Luís Filipe Vieira terá cometido o crime de recebimento indevido de vantagem em coautoria com Fernando Pagamim Tavares, amigo e vice-presidente do clube da Luz entre 2003 e 2008, e o advogado Jorge Barroso.

O gestor Fernando Tavares e o advogado estão ambos acusados pelo mesmo crime em coautoria com Luis Filipe Vieira.

O crime de recebimento indevido de vantagem, segundo o Código Penal, é punido com pena de prisão até três anos ou multa até 360 dias.

O atual presidente do Benfica, há mais de uma década à frente do clube, que concorre à renovação do seu mandado nas eleições de outubro decidiu, na quinta-feira, retirar da comissão de honra da sua recandidatura todos os titulares de cargos públicos, entre os quais o primeiro-ministro, António Costa, e o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina.

Numa nota do clube, Vieira deixou ainda a mensagem de que se for condenado em alguns dos processos que enfrenta na justiça, deixará o cargo de presidente do Benfica.

“Estou de consciência tranquila e, se for condenado, no futuro, em algum dos processos de que nestes dias tanto se fala, serei o primeiro a tomar a iniciativa, saindo pelo meu pé da presidência do Sport Lisboa e Benfica”, adiantou.

Em causa na “operação Lex” estão crimes de corrupção passiva e ativa para ato ilícito, recebimento indevido de vantagem, abuso de poder, usurpação de funções, falsificação de documento, fraude fiscal e branqueamento.

Segundo uma nota da Procuradoria Geral da República, para garantia do pagamento das vantagens obtidas pelos acusados, no montante superior a 1,5 milhões de euros, foi requerido o arresto do património dos arguidos.

O MP formulou ainda um pedido de indemnização civil a favor do Estado para a condenação solidária de três dos arguidos de 393.466 euros e de outros dois arguidos no pagamento do valor de mais de 81.089 euros.

Tais montantes correspondem ao prejuízo causado ao erário público pela falta da declaração de IRS de rendimentos auferidos entre 2012 a 2017.

O MP decidiu também extrair várias certidões “para abertura de inquéritos e investigação de factos conexos com os indiciados no processo ou de factos autónomos”.

Foi ainda determinado o arquivamento por insuficiência de indícios probatórios relativamente ao antigo presidente da Federação Portuguesa de Futebol e advogado João Rodrigues.

Entre os dezassete arguidos da “operação Lex” encontram-se os juízes Rui Rangel, Fátima Galante e Vaz das Neves.

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Futebol

João Henriques promete Vitória “agressivo” na visita ao Bessa

I Liga

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Foto: Vitória SC / Facebook

O treinador João Henriques afirmou hoje que o Vitória SC quer ser “agressivo com bola e sem bola”, na deslocação ao reduto do Boavista, que encerra a quarta jornada da I Liga portuguesa de futebol, na segunda-feira.

Na antevisão ao primeiro jogo oficial pelo clube vimaranense, após ter substituído Tiago Mendes, o técnico ribatejano admitiu sentir uma “ansiedade boa” pela estreia, à espera de que as “horas passem rapidamente, para começar a competir”, e adiantou que os minhotos vão lutar pelo triunfo.

“Pode-se esperar um Vitória competitivo em todos os momentos do jogo, a tentar ganhar os duelos individuais, a tentar ser agressivo com bola e sem bola. Na agressividade com bola, queremos ser uma equipa pragmática, com objetividade. Queremos criar situações de finalização, de preferência com sucesso, com gente e com presença na área”, realçou, na antecâmara do encontro, agendado para as 20:15 de segunda-feira, no Estádio do Bessa, no Porto.

A nível defensivo, João Henriques explicou que a formação de Guimarães quer apresentar-se com “os índices máximos na recuperação da bola”, para ter a “bola o mais rapidamente possível” e “defender o mais longe possível da baliza”.

“Não vamos ser uma equipa expectante, mas proativa no jogo. É isso que se pode esperar para este jogo e para todos os jogos. O objetivo é a procura dos três pontos em qualquer campo, contra qualquer adversário”, frisou.

Com quatro pontos após três jornadas, o Vitória é 12.º classificado e vai jogar no reduto do Boavista, formação que ocupa o 15.º posto da tabela, com dois pontos, mas que exibe “um futebol bastante positivo” e coloca “muita gente no processo ofensivo”, mostrando-se “conhecedora dos processos que estão a ser implementados” pelo seu treinador, Vasco Seabra.

João Henriques notou ainda que o clube minhoto, cujo plantel para a época 2020/21 tem 17 reforços, vai defrontar um adversário que também apresenta “muita gente nova” – 20 reforços – e lembrou que jogar no Bessa é “sempre difícil” para o conjunto visitante.

Após uma semana de trabalho em Guimarães, o técnico, de 47 anos, referiu que o grupo a seu cargo, munido de “qualidade”, está “num processo de crescimento”, com “avanços e retrocessos”, que precisa de “tempo” e de “envolvimento competitivo com jogadores experimentados”, mas prometeu um Vitória a exprimir algumas das “ideias” que deseja implementar.

“A equipa vai ter coisas muito boas e momentos menos bons. Vamos tentar ao máximo diminuir os momentos menos bons. As expectativas são boas para o primeiro jogo. Vamos ver algumas das ideias implementadas. Vai haver um crescimento natural, com altos e baixos”, resumiu.

O Vitória SC, 12.º classificado da I Liga, com quatro pontos, defronta o Boavista, 15.º, com dois, na partida que fecha a quarta jornada, agendada para as 20:15 de segunda-feira, no Estádio do Bessa, no Porto, e arbitrada por Nuno Almeida, da Associação de Futebol do Algarve.

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Futebol

Treinador quer “provar o crescimento” do Boavista frente ao Vitória

Vasco Seabra

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Foto: Divulgação / Boavista

O treinador Vasco Seabra manifestou hoje vontade de ver os futebolistas do Boavista “provarem o crescimento coletivo” na receção ao Vitória SC, na segunda-feira, no jogo de encerramento da quarta jornada da I Liga.

“A rivalidade histórica acontece. É um ‘clássico’ e não fugimos dele. Queremos muito ganhá-lo, mas temos essa responsabilidade de jogar para vencer em qualquer jogo. Esta casa não permite que olhemos para um desafio sem a ambição de sermos superiores na entrega, na raça e no querer”, vincou o técnico, em conferência de imprensa.

Os ‘axadrezados’ ainda procuram o primeiro triunfo no campeonato, na sequência de um defeso assinalado por uma profunda remodelação estrutural, que trouxe 20 reforços, e pede agora “uma equipa vez mais confiante defensiva e ofensivamente nos 90 minutos”.

“Mostramos trabalho todos os dias e vivemos pressionados. Temos dois pontos em jogos fora e uma derrota em casa contra o campeão nacional. Para nós, pressão é sentimos que estamos numa casa que gosta de vencer. Vamos trabalhar com uma vontade muito grande de melhorar e sentimos que estaremos mais competitivos a cada jogo”, frisou.

Avisando que “os processos não acontecem num estalar de dedos” e podem gerar “dores de crescimento”, Vasco Seabra lembra que os novos atletas “necessitam de compreender” o modelo de jogo e o perfil associado à “cultura e raça do clube”.

“Quando falamos do tempo ou dos jogadores que chegaram, não falamos com receios nem desculpas para nada. Estamos num clube que nos traz sempre uma luta pela vitória muito grande, sabendo que temos de nos bater durante 90 minutos com toda a entrega. Além das nossas ideias, tentamos passar aos jogadores este compromisso”, apontou.

Na véspera de um duelo entre emblemas históricos do futebol português, o Boavista acautelou-se para um “jogo muito competitivo” e “um adversário sempre difícil”, como representa o conjunto vimaranense, que vai estrear o técnico João Henriques.

“Esperava um Vitória de Guimarães com o Tiago [Mendes].​​​​​ A mudança aconteceu e, naturalmente, o novo treinador vai acrescentar nuances diferentes do antecessor. Contudo, muito mais do que aquilo que tem a ver com o rival, vai ter a ver connosco. Não podemos ter medo de olhar todos os adversários olhos nos olhos”, advertiu.

O médio Angel Gomes, principal figura das ‘panteras’ em 2020/21, acusou queixas musculares e é baixa significativa nas opções de Vasco Seabra, enquanto os avançados Alberth Elis e Yusupha Njie estão na reta final de recuperação das respetivas lesões.

O Boavista, 15.º colocado, com dois pontos, recebe o Vitória SC, no 11.º posto, com quatro, na segunda-feira, às 20:15, no Estádio do Bessa, no Porto, em duelo da quarta jornada da I Liga, com arbitragem de Nuno Almeida, da associação do Algarve.

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Futebol

Lateral-direito do Vitória falha jogo por estar infetado com covid-19

Sacko

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Foto: DR

O lateral-direito Sacko, do Vitória SC, está infetado com o novo coronavírus e vai falhar o jogo com o Boavista, da quarta jornada da I Liga portuguesa de futebol, anunciou hoje o treinador vitoriano, João Henriques.

Após ter regressado da concentração da seleção do Mali, o defesa, de 25 anos, teve um resultado positivo no teste ao coronavírus, responsável pela pandemia de covid-19, e é a segunda baixa no plantel vimaranense forçada pelo vírus, a par de Gideon Mensah, lateral-esquerdo ganês, que foi seu adversário em 09 de outubro – o Mali bateu o Gana, por 3-0, num jogo particular.

“Essa é uma questão que [afeta] todas as equipas. Pode acontecer em qualquer altura. O Mensah veio da seleção com covid-19. Está confirmado. No Sacko, foi confirmado também. São dois jogadores ausentes. Foram imediatamente colocadas em prática as diretrizes necessárias para que o grupo continue a trabalhar de forma tranquila”, esclareceu João Henriques, na antevisão ao duelo com os ‘axadrezados’, às 20:15 de segunda-feira, no Porto.

Prestes a cumprir o primeiro jogo oficial como técnico do Vitória, João Henriques admitiu que a sua equipa está limitada quanto a laterais, mas frisou que as alternativas ao seu dispor – Sílvio e Zié Ouattara, para a direita, e Jonas Carls, para a esquerda – têm capacidade para “mostrar que são opções ao mesmo nível do que aqueles que ficaram de fora”.

Além de Sacko e de Gideon Mensah, também o presidente do clube minhoto, Miguel Pinto Lisboa, está infetado com o novo coronavírus.

O Vitória, 12.º classificado da I Liga, com quatro pontos, defronta o Boavista, 15.º, com dois, na partida que fecha a quarta jornada, agendada para as 20:15 de segunda-feira, no Estádio do Bessa, no Porto, e arbitrada por Nuno Almeida, da Associação de Futebol do Algarve.

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