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“Isto é Vilar de Mouros!” – fotogaleria

Segundo dia de festival foi uma viagem desde o gótico ao punk. Fotorreportagem de Vasco Morais

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Fotos: Vasco Morais / O MINHO

O segundo dia do festival Vilar de Mouros ofereceu, na sexta-feira, Skunk Anansie e The Offspring como destaques, num dia que contou ainda com os veteranos Sisters of Mercy, Clan of Xymox, Nitzer Ebb e The House of Love.


O festival Vilar de Mouros encerra, este sábado, com concertos de Prophets of Rage, Gogol Bordello, Gang of Four, Fischer-Z e ainda os portugueses Linda Martini e Jarojupe.

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Cerveira diz que obras na EN13 são “paliativo” para “muitas patologias”

Obra da Infraestruturas de Portugal

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Foto: Divulgação / CM Cerveira

O presidente da Câmara de Vila Nova de Cerveira disse hoje ser “oportuna” a intervenção que a Infraestruturas de Portugal (IP) tem em curso na Estrada Nacional 13, mas considerou ser um “paliativo para muitas das patologias” daquela via.

Em comunicado hoje enviado às redações, Fernando Nogueira adiantou que a empreitada de repavimentação e de limpeza do troço da EN13 que atravessa o concelho, iniciada na segunda-feira, “peca por pouco profunda e consistente, servindo apenas como paliativo para muitas das patologias existentes e que justificam amplamente uma intervenção de fundo naquele troço da EN13, entre o acesso da Autoestrada 28 (A28) e Valença”.

Segundo o presidente independente da Câmara de Vila Nova de Cerveira, “a última intervenção na EN13 terá ocorrido em 2010/2011, já considerada na altura como pouco consistente e que, volvidos 10 anos de enorme tráfego, “resulta numa rápida degradação que provoca enormes constrangimentos aos seus utilizadores”.

Na nota hoje enviada à imprensa, o município explicou que a IP “iniciou, esta segunda-feira, a reposição de pavimento na EN13, no perímetro urbano da freguesia de Vila Nova de Cerveira, além de um conjunto de pequenas intervenções de melhoramento do piso ao longo daquela via que atravessa o concelho”.

Fernando Nogueira tem reclamado, junto do Governo, o prolongamento da A28 para norte de Vila Nova de Cerveira, “como medida aliviadora do tráfego na EN13, especialmente de veículos pesados de mercadorias, muitos dos quais com matérias potencialmente perigosas para as pessoas e para o ambiente”.

Em fevereiro, a propósito dos descontos nas portagens de sete autoestradas, incluindo a A28, anunciados pelo Governo para os utilizadores frequentes, Fernando Nogueira considerou aquela medida como um “paliativo” para “minimizar o calvário EN13”.

“Em determinados períodos do dia e, em particular, na época de verão, é um autêntico calvário atravessar a EN13 entre Valença e o acesso da A28 em Gondarém, pois há todo um volume de tráfego que vem desde os municípios de Melgaço, Monção e Valença, além de Espanha, através da fronteira entre Valença e Tui, na Galiza”, sustentou na ocasião.

Fernando Nogueira disse ainda que sem uma intervenção “rápida e profunda” a EN13 “será, a curto prazo, uma autêntica picada africana”.

Hoje, na nota enviada à imprensa, a autarquia destacou ainda que, além da intervenção em curso, a IP “também está a realizar trabalhos de limpeza de bermas e taludes, entre o acesso à A28, em Gondarém, e o limite do concelho a norte, proporcionando uma melhor visibilidade e estética paisagística para os milhares de automobilistas que, diariamente, circulam nesta via”.

Em março, “a IP concretizou ainda uma outra empreitada entre as rotundas Norte e Sul, e que consistiu na remoção das árvores existentes, devido aos efeitos de degradação na via e por razões de segurança para peões e automobilistas”.

A Câmara de Vila Nova de Cerveira “vai, a curto prazo, executar a beneficiação do passeio no mesmo percurso, de forma a regularizar o piso, muito danificado pela ação das raízes das árvores agora removidas”.

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Empresa tecnológica investe 16 milhões para produção de energia das ondas em Viana

Economia

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Foto: DR

A tecnológica CorPower Ocean está a investir 16 milhões de euros num centro de Investigação e Desenvolvimento (I&D) em Viana do Castelo para desenvolver conversores de energia das ondas, informou hoje a Câmara local.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a Câmara de Viana diz que a “CorPower Ocean e a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) chegaram a acordo para desenvolver a instalação de energia oceânica no porto comercial de Viana do Castelo”.

“A APDL proporcionará espaço para o fabrico, montagem e manutenção de conversores de energia das ondas à escala comercial”, adiantou o município presidido pelo socialista José Maria Costa.

Em causa está o projeto considerado “pioneiro”, designado por HiWave-5.

“Este projeto está em linha com os objetivos de sustentabilidade europeus e é um passo considerável para a descarbonização e a implementação em grande escala de energia limpa. Pretendemos servir de exemplo para outros portos europeus, no que diz respeito à utilização das infraestruturas existentes para fins semelhantes”, afirma a administração da APDL, citada naquela nota.

No documento, a empresa, líder em tecnologia de energia das ondas, justificou a escolha de Viana do Castelo para a instalação do I&D “com um sólido conjunto de engenheiros de setores como eólicas marítimas, fabrico de compósitos e estaleiros navais, universidades de alto nível e infraestrutura industrial, incluindo portos e ligação à rede”.

“Esta é uma etapa crucial na nossa busca pelo desenvolvimento de uma nova classe de Conversores de Energia das Ondas (WEC – Wave Energy Converters) de alta eficiência. O objetivo da CorPower é introduzir com sucesso no mercado produtos WEC certificados e com garantia até 2024, tornando a energia das ondas uma tecnologia viável e capaz de atrair financiamento para projetos de fontes renováveis convencionais”, explicou o CEO da CorPower Ocean, Patrik Möller.

Segundo a nota enviada à Lusa, “o trabalho da CorPower Ocean complementa a estratégia industrial portuguesa para as energias renováveis oceânicas, concebida para criar um ‘cluster’ de exportação industrial competitivo e inovador para as energias renováveis oceânicas”.

“Recentemente, a operadora de rede REN instalou um novo cabo ’offshore’ ao serviço de eólicas flutuantes, e existe um interesse comercial significativo por parte de empresas de serviços públicos e promotores de projetos para o desenvolvimento do projeto de ondas da próxima geração”, acrescenta.

Em causa está o Windfloat Atlantic(WFA), um projeto de uma central eólica ‘offshore’ (no mar), em Viana do Castelo, orçado em 125 milhões de euros, coordenado pela EDP, através da EDP Renováveis, e que integra o parceiro tecnológico Principle Power, a Repsol, a capital de risco Portugal Ventures e a metalúrgica A. Silva Matos.

Trata-se do primeiro parque eólico flutuante da Europa continental, situado 20 quilómetros ao largo de Viana do Castelo.

Para a CorPower Ocean, “a energia das ondas pode desempenhar um papel fundamental na transição de Portugal para um país 100% de energia renovável, oferecendo uma plataforma para impulsionar as exportações portuguesas e as oportunidades de investimento a longo prazo para as cadeias de abastecimento locais”.

O programa HiWave-5 “é reconhecido como sendo um dos esforços mais ambiciosos em energia oceânica, estimando-se que com a chegada do HiWave-5 seja consolidada a reputação de Portugal como líder mundial em energia renovável, com investimentos significativos em pessoal, tecnologia e instalações”.

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Dezanove pessoas multadas por estarem a beber na rua em Valença

Estado de alerta

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Foto: DR

A Comando Territorial de Viana do Castelo anunciou hoje que registou, no último fim de semana, 19 situações de infração de normas e medidas associadas à declaração do estado de alerta em Valença.

Ao que O MINHO apurou junto de fonte do Comando Territorial de Viana do Castelo, as situações de incumprimento detetadas verificaram-se em Valença, na noite de sábado, no âmbito de uma operação do Destacamento Territorial local.

A operação foi levada a cabo em zonas em que é habitual grupos de jovens juntarem-se em convívio e as infrações registadas foram de pessoas que estavam a consumir bebidas alcoólicas na via pública.

As autoridades levantaram auto de contraordenação aos infratores que terão de pagar multas entre os 100 e os 500 euros.

Pelas 09:48 de domingo, O MINHO contactou o comando de Viana do Castelo acerca de possíveis ações decorridas durante aquela madrugada, ao que obtivemos a resposta de que até ao momento não existia registo. Esta terça-feira, o comando explicou que na altura do contacto, ainda não tinha sido reportada a situação que ocorreu em Valença.

Em comunicado, o Comando Territorial de Viana do Castelo refere que, nos dias 4 e 5 de julho, reforçou o patrulhamento e a fiscalização ao cumprimento das normas e medidas associadas à declaração das situações de alerta.

“Com a subida das temperaturas, o Comando Territorial de Viana do Castelo orientou o patrulhamento para os locais propícios ao ajuntamento de pessoas, como as zonas balneares e outras afetas a atividades de lazer, relembrando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas em espaços ao ar livre de acesso ao público e vias públicas é proibido e constitui contraordenação, exceto nos espaços exteriores dos estabelecimentos de restauração e bebidas devidamente licenciados para o efeito”, salienta aquela força militar.

A violação destas regras está sujeita a uma coima que varia entre os 100 e os 500 euros, no caso de pessoas singulares, e entre os 1.000 e os 5.000 euros, no caso de pessoas coletivas.

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