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Alto Minho

Homem de 60 anos morre na estrada em Ponte da Barca por causas ainda por apurar

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Um homem de 60 anos morreu hoje, por causas ainda por apurar, quando seguia de motociclo, na avenida Heróis da Índia, no centro de Ponte da Barca, disse à Lusa o comandante dos Bombeiros Voluntários locais.

De acordo com o comandante José Freitas, “o alerta foi classificado como um despiste mas quando os bombeiros chegaram ao local o homem encontrava caído junto à moto”.

“Não há testemunhas deste caso. Só a investigação irá permitir perceber se se tratou de um despiste ou se o senhor terá sido acometido de doença súbita”, explicou o comandante.

O caso ocorreu hoje, cerca das 08:05. O corpo foi transportado ao Instituto de Medicina Legal (IML) de Viana do Castelo.

Ao local compareceram os dois operacionais e uma viatura dos Bombeiros de Ponte da Barca, a ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Arcos de Valdevez e a Viatura de Emergência Médica (VMER), estacionada no hospital de Santa Luzia, na capital do Alto Minho.

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Ponte de Lima

Ponte de Lima reforça apoio ao transporte escolar dos alunos do ensino secundário

Programa de Apoio à Redução Tarifária nos transportes públicos (PART)

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Foto: O MINHO (04/2019)

A Câmara de Ponte de Lima informou hoje ter reforçado os descontos nos transportes públicos para os alunos do ensino secundário ao abrigo do Programa de Apoio à Redução Tarifária nos transportes públicos (PART).

Em comunicado, aquele município referiu que as medidas, aprovadas por unanimidade em reunião de Câmara, preveem “uma comparticipação em 100 % do custo do passe a todos os alunos do ensino secundário com escalão A, da ação social escolar”.

Já os alunos do ensino secundário com escalão B terão uma comparticipação de 75% do custo do passe, mantendo-se os 50% em vigor relativamente aos restantes alunos do secundário.

Para a Câmara liderada por Victor Mendes (CDS) “estas medidas, possíveis pelo financiamento através do PART, destinam-se a garantir a igualdade de oportunidades de acesso e sucesso escolares a todos os alunos dos ensinos básico e secundário”.

O autarca realçou as medidas “destinadas a apoiar os alunos de agregados familiares cuja situação económica é menos favorável”, considerando ser “da maior importância no contexto da estratégia adotada pelo município ao nível da educação”.

Na nota, a autarquia adianta que a apresentação do pedido para a atribuição desta comparticipação, para o ano letivo 2019/2020, “deverá ser feito entre 01 de julho e 14 de agosto, através de requerimento de pedido de transporte e entrega dos respetivos documentos necessários à verificação das condições de atribuição da mesma”.

O PART “tem por objetivo combater as externalidades negativas associadas à mobilidade, nomeadamente o congestionamento, a emissão de gases de efeito de estufa, a poluição atmosférica, o ruído, o consumo de energia e a exclusão social”.

O PART prevê que as Áreas Metropolitanas de Lisboa (AML) e do Porto (AMP) e as 21 Comunidades Intermunicipais (CIM) recebam um total de 104 milhões de euros do Fundo Ambiental, através do Orçamento do Estado.

As CIM recebem 23,2 milhões de euros deste total.

Na AML e na AMP as medidas começaram a ser aplicadas a 01 de abril.

Portugal tem 308 municípios, 278 deles no continente (243 representados em comunidades intermunicipais, 18 na Área Metropolitana de Lisboa e 17 na Área Metropolitana do Porto), 11 na Madeira e 19 nos Açores.

As medidas do PART aplicam-se apenas aos municípios do continente, tendo as regiões autónomas soluções próprias, ao abrigo da autonomia regional.

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Alto Minho

Dez autarquias e mais de 30 empresas juntam-se para promover turismo náutico no Alto Minho

Num investimento de mais de 300 mil euros

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Foto: Divulgação

A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, composta pelos dez municípios do distrito de Viana do Castelo, vai investir cerca de 350 mil euros num projeto turístico conjunto que pretende rentabilizar as potencialidades do território para os desportos náuticos, envolvendo mais de 30 empresas da região.

Em causa, segundo informou hoje a CIM do Alto Minho, está o projeto de turismo náutico BlueWays. A iniciativa envolve os dez concelhos do distrito de Viana do Castelo, em articulação com três dezenas de empresas turísticas que operam na região.

O projeto vai ser apresentado publicamente na quinta-feira, pelas 11:00, no Largo dos Poetas, em Ponte da Barca.

Os Percursos Azuis no Alto Minho apostam em “ofertas turísticas que vão desde os recursos naturais (mar, rio e natureza), de lazer, gastronomia, vinho, monumentos, tradições e costumes”.

“De Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo até Vila Nova de Cerveira, o BlueWays pretende divulgar a rede de percursos azuis inseridos em espaços de conservação da natureza com uma grande importância para o turismo e economia”, explicou aquela estrutura.

Orientada para “diferentes públicos alvo, a nova estratégia de valorização ecoturística da região é cofinanciada pelos fundos do Norte 2020”.

O projeto começa este mês com várias atividades em meio aquático como o bodyboard, canoagem, canyoning, kitesurf, passeios de barco, ‘rafting’, ‘Stand Up Paddle’ (SUP), surf, windsurf, pedestrianismo, ‘hidrospeed’ e visitas a lagoas e cascatas.

As “atividades decorrerão até outubro, associando as linhas de água como principal atração, mas complementando com serviços de observação de fauna e flora, passeios de todo o terreno, entre muitas outras possibilidades”.

O projeto, liderado pela CIM Alto Minho, “tem como objetivo desenvolver um conjunto de ações de valorização e promoção das atividades de turismo náutico sustentável, associando ou complementando, de forma sustentável, integrada e coerente, atividades de rio, com atividades de mar e natureza”.

“É um projeto a várias mãos que envolve atores públicos, privados e associativos do Alto Minho. Mas, acima de tudo, pretende mostrar a riqueza do nosso território, fomentando o crescimento do turismo de natureza na nossa região”, explicou Cecília Marques, da CIM, na nota enviada à imprensa.

“Através destas parcerias, o Blueways pretende mostrar, por exemplo, que uma família que venha descobrir Melgaço pode realizar, numa semana, uma caminhada, fazer ‘rafting’ no rio Minho, pernoitar na região e realizar a descida do rio Coura em caiaque e ainda um passeio a cavalo”, especificou.

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Alto Minho

Crónicas de alunos de Ponte da Barca pagam estudos a crianças de Moçambique

Solidariedade

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Foto: Divulgação/Helpo

Crónicas escritas por 30 alunos de Ponte da Barca vão ser apresentadas em livro, no dia 31, sendo a receita da venda da publicação para pagar um ano de estudos a crianças do ensino básico de Moçambique.

Ao todo são 500 exemplares do livro “Opiniões de Segunda”, que compila 30 artigos de opinião escritos ao longo do ano letivo 2018/2019 por alunos do 7.º ao 12.º da escola secundária de Ponte de Barca.

O livro integra-se no projeto “Opiniões de Segunda”, que começou com a publicação, todas as segundas-feiras, de um texto da autoria de um aluno e teve como objetivo de “promover o exercício da cidadania e o debate plural, potenciando o espírito crítico, a capacidade argumentativa e a expressão escrita de determinado ponto de vista”.

“Opiniões de Segunda” foi proposto pela associação de estudantes à direção do estabelecimento de ensino que, todos os anos, “desafia os alunos a uma participação ativa na vida da escola”.

“O objetivo era que o nosso trabalho associativo não se cingisse a um ou dois projetos ao longo do ano, mas que tivesse uma dimensão mais ativa. Daí termos criado estes artigos semanais, da autoria dos colegas, que fomos divulgando quer na escola, quer nas redes sociais”, explicou a presidente da Associação de Estudantes, Sara Arezes, de 18 anos.

A aluna do curso de ciências e tecnologia adiantou que o projeto “foi tão bem recebido e acarinhado, quer pelos alunos, quer pela comunidade”, que ganhou forma a edição de um livro que reunisse os melhores artigos.

A componente solidária surgiu em abril, com o ciclone Idai que afetou aquele país africano.

“Arranjámos um patrocinador, um empresário local que nos pagou a publicação do livro. Fizemos uma pesquisa sobre qual seria a associação que melhor nos apoiaria no projeto solidário e encontramos a Helpo, organização não-governamental (ONG) portuguesa”, explicou a estudante de Ponte da Barca.

No sítio na Internet da Helpo ficaram a saber que “com 35 euros é possível suportar os custos globais da educação, num ano letivo, dos alunos do ensino básico de Moçambique”.

“É um valor que, para nós, é perfeitamente acessível e praticável e, em Moçambique, faz a diferença”, referiu.

Sara adiantou não estar decidido o valor de venda do livro: “Estamos a pensar em 10 euros. Se vendermos 10 livros podemos custear os estudos de praticamente três crianças”, disse a aluna que está a equacionar uma licenciatura em economia.

Aluna do 12.º ano, Sara Arezes não poupou elogios aos colegas “sempre muito ativos e dinâmicos”.

“Sentimos um carinho muito grande dos alunos que gostam de escrever e sentimos a entrega que têm à causa associativa. Das várias vezes que abordei os meus colegas nunca tive um não como resposta. Ficaram sempre muito satisfeitos por ver o trabalho deles a ser divulgado, quer em contexto escolar, quer junto da comunidade local”, reforçou.

O livro “Opiniões de Segunda” vai ser publicamente apresentado no dia 31, pelas 21:30 horas, na escola secundária de Ponte da Barca.

O diretor agrupamento de escolas de Ponte da Barca, Carlos Louro, sublinhou o empenho dos alunos.

“É um livro deles. A escola apenas foi acarinhando e orientando. Tiveram toda a liberdade criativa, foram eles que selecionaram os textos. A escola não interferiu em nada, apenas apoiou”, destacou.

Acrescentou que “os textos produzidos durante o ano, foram publicados nas redes sociais da associação e da escola, partilhados através de uma rádio local, num programa de promoção da leitura e da literacia, e outros já foram até utilizados pelos próprios professores, nas aulas, face ao interesse que podiam despertar para a matéria que estava a ser dada”.

“É uma honra, um orgulho e um privilégio trabalhar com alunos com este espírito de iniciativa e de comprometimento cívico e social”, frisou.

Para o docente, além da componente social, o projeto “Opiniões de Segunda” tem o “mérito” de ter “colocado os alunos a escrever, a refletir e expressar as suas ideias”.

“É um forte contributo para a formação de cidadãos autónomos, conscientes e responsáveis na construção do seu projeto de vida e de uma sociedade mais humanista”, reforçou.

O livro inclui, entre outros, artigos de opinião do presidente da Helpo, António Perez Metelo, e do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

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