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Braga

Histórica pastelaria de Braga reabre ao público no dia dos 190 anos

Doçaria São Vicente

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Foto; Facebook de Altino Bessa

A histórica pastelaria de Braga “Doçaria São Vicente” reabriu esta quarta-feira portas ao público depois de ter estado encerrada vários meses, na sequência de uma insolvência da anterior gestão.


Esta quarta-feira, assinalou-se não só a reabertura como celebraram-se os 190 anos da fundação deste local histórico da cidade de Braga, uma das lojas de comércio fundadas há mais tempo na região.

Para assinalar o aniversário, o presidente da Câmara de Braga e vereadores do executivo, como Altino Bessa, com o pelouro do turismo, estiveram presentes.

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Braga

Reitoria da UMinho manifesta “profundo desagrado” com regresso das praxes

Polémica

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Foto: DR / Arquivo

A reitoria da Universidade do Minho (UM) manifesta “profundo desagrado” ao anunciado regresso das praxes nos campi de Braga e Guimarães anunciado, na segunda-feira, pelo “Cabido de Cardeais”.

Questionada por O MINHO, a reitoria da UM “reage com profundo desagrado a este tipo de iniciativas que, como é reconhecido, frequentemente se traduzem em práticas ofensivas da integridade e dignidade humanas”.

“Importa lembrar que a UM proibiu há anos estas práticas no interior dos campi, continuando empenhada em demonstrar a todos os estudantes que, independentemente do lugar onde ocorrem, elas são incompatíveis com os princípios e os valores que orientam a educação superior”, salienta na resposta enviada a O MINHO.

Praxes regressam presencialmente a Braga e Guimarães. Polémica estala na UMinho

A reitoria acrescenta que “nunca a UM poderá pactuar com práticas que colocam em causa o desenvolvimento pessoal, social, intelectual e profissional dos seus estudantes, com cuja educação de qualidade a Universidade está profundamente comprometida”.

Polémica das praxes na UMinho. Junta de Gualtar acusa “Papa” de mentir

“A Universidade não aceita que o compromisso responsável e cooperante da generalidade dos nossos estudantes possa ser colocado em causa por atitudes insensatas de um pequeno número de estudantes, completamente inadequadas aos tempos muito difíceis que vimos atravessando, como comunidade académica e como país”, sentencia.

Recorde-se que, na segunda-feira, o “Cabido de Cardeais”, que faz a gestão da praxe na UM, anunciou que as praxes presenciais seriam retomadas este mês de julho.

A decisão gerou polémica, com muitos estudantes a manifestarem-se contra a realização das praxes e a Junta de Freguesia de Gualtar a acusar, mesmo, o “Papa da Academia Minhota” de mentir.

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Braga

Internacional português Miguel Ângelo reforça SC Braga/AAUM

Futsal

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Foto: DR

O ala internacional português Miguel Ângelo é a primeira contratação para a equipa de futsal do SC Braga/AAUM para 2020/21, indicou hoje o clube minhoto, poucos dias depois de o Benfica comunicar a saída do jogador.

“O SC Braga tem uma estrutura muito boa. Em Portugal, talvez seja Benfica, Sporting e logo a seguir o SC Braga, se é que não está ao mesmo nível. Vim com boas referências, do André Coelho, do Tiago Brito e do Nilson que me deram muito boas referências do SC Braga. Isso claro que ajudou e pesou muito na minha decisão”, disse Miguel Ângelo.

O internacional luso, de 26 anos, espera mostrar trabalho em Braga e ajudar a equipa a ganhar o título que “já merece”.

“O clube é muito exigente, já merece ganhar um título e vamos lutar por isso. Da minha parte, podem esperar atitude, ambição e força de vontade. Tenho a certeza de que vou gostar muito deste clube e espero ficar aqui muitas épocas”, acrescentou.

Na última época, de 2019/20, as competições foram suspensas em março devido à pandemia da covid-19, e, posteriormente, canceladas, sem atribuição de título.

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Braga

Polémica das praxes na UMinho. Junta de Gualtar acusa “Papa” de mentir

Associação Académica demarca-se

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Foto: "Cabido de Cardeais" / Arquivo

A Junta de Freguesia de Gualtar, onde fica localizado o campus da Universidade do Minho em Braga, acusou hoje o “Papa da Academia Minhota”, Pedro Domingues, de mentir quando referiu ao jornal Público que as autoridades autárquicas tinham sido contactadas por causa do regresso presencial das praxes.

Em comunicado enviado às redações, Junta manifesta “repúdio pelas afirmações do estudante Pedro Domingues, responsável pelas praxes na Universidade do Minho”, de que teria “sido fácil informar as autoridades e nomeadamente a Junta de Freguesia de Gualtar sobre a decisão de retomar as praxes”.

“Tais afirmações são absolutamente falsas! Nunca a Junta de Freguesia foi contactada sobre qualquer Praxe nem manifestou qualquer apoio à realização das mesmas. Nunca a Junta de Freguesia (que tem os seus espaços públicos encerrados) poderia ou poderá permitir tal situação. São afirmações injuriosas para com a Junta de Gualtar e para com os Gualtarenses”, destaca o comunicado.

Ao jornal Público, Pedro Domingues afirmaram que todas as autoridades locais “estão a par de tudo” (autárquicas, de segurança – “como a GNR e a PSP” – e de saúde) e as “regras muito rigorosas” foram delineadas em conjunto com essas autoridades.

O praxante admite que informar as autoridades de Braga “foi mais fácil”, especialmente com a Junta de Freguesia de Gualtar, onde se situa o maior pólo na cidade de Braga, e o Cabido mantém o diálogo com as autoridades de Guimarães para que “tudo corra bem”.

“Absolutamente imoral a realização de tais praxes”, acusa Junta

Afirmações que são desmentidas, agora, pela Junta de Freguesia, a qual “reafirma, publicamente, que dada a actual situação de pandemia, é contra qualquer tipo de ajuntamento e irá continuar a denunciar tais situações alertando sempre as autoridades”.

Praxes regressam presencialmente a Braga e Guimarães. Polémica estala na UMinho

“Consideramos absolutamente imoral a realização de tais Praxes e ajuntamentos, nesta fase pandémica, estando algumas delas a ser realizadas por estudantes de Cursos da área da Saúde (Enfermagem) como aconteceu no último fim-de-semana num terreno privado que obrigou à intervenção da GNR no local a pedido do Presidente da Junta”, refere ainda o comunicado, apelando às autoridades que “intervenham, por todos os meios ao seu dispor, de modo a inviabilizar a concretização destes ajuntamentos de estudantes impedindo mesmo a sua realização em qualquer circunstância”.

Associação Académica demarca-se

Em declarações ao Público, o presidente da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM),  demarcou-se da decisão polémica: “O Cabido de Cardeais é um grupo que se gere autonomamente a praxe e a AAUM não tem mão na gestão”.

O presidente da associação afirmou, ainda, que a praxe não era uma prioridade e que “não se encaixa nas actividades que são essenciais”.

Rui Oliveira comparou ainda, àquele jornal, com o que AAUM e a universidade fizeram, encerrando toda a actividade presencial até ao próximo ano lectivo, apontando que é preciso sempre ter em conta a saúde pública. “A AAUM abdicou de toda a actividade presencial que realizava, seja cerimónias mais formais e pequenas, seja o Enterro da Gata. Todas elas foram canceladas porque a AAUM tomou consciência que tinha de salvaguardar a saúde publica”.

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