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Guimarães: Extorsão com arma de fogo travada pela GNR

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O Comando Territorial de Braga da Guarda Nacional Republicana do Posto Territorial de Guimarães informou, através de comunciado, que, pelas 02:20 horas desta quarta-feira, dia 09 de setembro, na sequência de uma denúncia de furto de um quadriciclo e na marcação de um encontro de um dos suspeitos com o lesado para eventual extorsão efectuou diligências de investigação, tendo sido abordado o condutor de um motociclo o qual tinha na sua posse uma arma de fogo (pistola 6,35 transformada).

No decorrer das diligências foi ainda abordado um cúmplice que se fazia transportar num veículo automóvel, o qual pretendia efectuar a venda do quadriciclo furtado.

Na sequência do descrito os militares efectuaram uma busca domiciliária à residência de um dos suspeitos (na garagem) tendo apreendido três motociclos (“moto 4” que tinham sido furtados), uma arma de fogo, um veículo ligeiro de passageiros e um motociclo que os suspeitos se faziam transportar, entre diversas ferramentas.

Perante o descrito foram detidos 2 cidadãos, maiores, portugueses, naturais e residentes no concelho de Guimarães, aos quais não é conhecida qualquer actividade profissional.

Os detidos encontram-se detidos no Posto Territorial de Guimarães, os quais serão presentes no Tribunal de Guimarães esta quinta-feira para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coacção.

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Guimarães

Árvore de grande porte danificou mais de 20 campas em cemitério de Guimarães

Mau tempo

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Fotos: Notícias de Creixomil / Facebook

Uma árvore, com cerca de 20 metros de altura, danificou várias campas de um cemitério no concelho de Guimarães, depois de se ter abatido sobre as mesmas na sequência do mau tempo, ao final da manhã de quinta-feira.

A queda deu-se pouco depois das 12:00 horas de ontem, no cemitério da Atouguia, durante um período em que as condições climatéricas se encontravam bastante adversas, sobretudo devido ao vento forte que chegou a soprar a mais de 90 quilómetros horários.

Fonte dos Bombeiros de Guimarães indicou a O MINHO que não houve registo de pessoas feridas com o incidente. Segundo a publicação Guimarães Digital, mais de duas dezenas de campas foram danificadas.

A remoção dos destroços estará a cargo da Câmara de Guimarães, por se tratar de um cemitério municipal.

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Guimarães

Trabalhadores de Guimarães acusam Kyaia de “violar” contrato de trabalho ao “forçar” pausas

Trabalhadores manifestaram-se no centro da cidade

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Trabalhadores da Kyaia manifestaram-se, esta quinta-feira, no centro de Guimarães, acusando o grupo de “violar o contrato coletivo de trabalho” ao “exigir” que cumpram mais 20 minutos por dia “devido a pausas forçadas” durante a jornada.

Em declarações à Lusa, a representante do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços do Minho, Aida Sá, explicou que os trabalhadores estão a ser “forçados” a cumprir pausas de 10 minutos de manhã e de tarde, sendo-lhes exigido que “compensem” no final do dia.

“O que está a acontecer é uma violação do contrato coletivo de trabalho. O grupo está a obrigar que os trabalhadores trabalhem mais uma hora e 40 minutos por semana e quem não está a cumprir descontam no ordenado”, disse.

Segundo a sindicalista, “os trabalhadores recusaram-se a cumprir esta pausa e trabalhar mais 20 minutos e agora é-lhes desligada a luz na hora em que a administração os quer obrigar a fazer a pausa”.

Presente e “solidário” com os trabalhadores, o dirigente da CGTP Arménio Carlos destacou tratar-se da “violação de um princípio que é do descanso dos trabalhadores” e cumprir os horários acordados.

“Não faz sentido, é uma atitude abusiva, diria mesmo ilegítima desta entidade patronal que deveria reconhecer o papel destas trabalhadoras para o desenvolvimento da empresa e está a pôr em causa o respeito que elas devem merecer”, afirmou Arménio Carlos.

O grupo Kyaia foi fundado em 1984 por Fortunato Frederico e Amílcar Monteiro, emprega cerca de 600 trabalhadores entre Guimarães, distrito de Braga, e a unidade de fabrico de Paredes de Coura, Viana do Castelo.

Segundo informações do grupo, o volume de negócios é de 55 milhões de euros, sendo que o modelo de negócio se estende, além da produção de calçado, às áreas da distribuição e do retalho, mas também ao ramo imobiliário e das tecnologias de informação.

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Ave

Vizela vai avaliar condições de segurança do Parque das Termas

Estudo fitossanitário

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Foto: Divulgação / CM Vizela

A Câmara de Vizela vai avançar com um estudo fitossanitário para avaliar as condições de segurança do Parque das Termas, onde abateu duas árvores por haver “perigo iminente” de colapso, informou hoje a autarquia.

Segundo aquele município do distrito de Braga, havia “risco e perigo tecnicamente reconhecidos sobre a segurança de pessoas e bens envolventes”.

A decisão foi tomada depois de técnicos especializados terem realizado, na quarta-feira, uma visita ao parque para “recolha de dados e correto planeamento e manutenção do parque arbóreo”.

Na visita participaram a técnica da área do ambiente daquela autarquia, acompanhada por especialistas do Parque Biológico de Gaia.

O estudo fitossanitário tem como objetivo, acrescenta a autarquia em comunicado, “garantir a segurança de pessoas e bens”, nomeadamente quanto “à prevenção de perigos resultantes da presença de árvores de grande porte no domínio público”.

Assinala-se, também, que o “extremo interesse ambiental e valor paisagístico” do património arbóreo do parque justifica que todos os trabalhos sejam “realizados por técnicos habilitados e currículo relevante na área de avaliação das condições de segurança de árvores em espaço público”.

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