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Região

GNR apanha grupo que vendia retroescavadoras furtadas para África via Amesterdão

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Foto: GNR

A GNR identificou seis homens, em Vila Nova de Famalicão e em Santarém, no sul do país, esta quarta-feira, por furto de máquinas industriais pesadas, incluindo retroescavadoras, que eram posteriormente enviadas para Amesterdão, na Holanda, para serem comercializadas em países do médio oriente e em África, informou hoje aquela força de segurança.

Os furtos ocorreram na zona norte do país, tendo a primeira ocorrência sido registado no concelho de Vieira do Minho.

No âmbito de uma investigação levada a cabo pelo Núcleo de Investigação Criminal da Póvoa de Lanhoso, desde início em outubro de 2017, foram realizadas sete buscas domiciliárias às residências dos suspeitos, e 27 não domiciliárias, nomeadamente em anexos, garagens e veículos.

Da lista de apreensões, consta o seguinte material:

· Uma arma de fogo, tipo “Shotgun”;

· Dois detetores de sinais GPS/GSM;

· Quatro comandos de alta frequência;

· Um computador portátil;

· Várias placas VIN (número de identificação/marca de segurança) de máquinas retroescavadoras;

· Um detetor de metais;

· 30 doses de haxixe;

· 28 telemóveis;

· 32 450 euros em numerário.

· Uma máquina de contar notas;

Nesta ação foram ainda apreendidas munições de vários calibres e diversas chaves de veículos.

Segundo a GNR, cinco dos suspeitos têm antecedentes criminais por falsificação de documentos, fraude fiscal, furto qualificado, abuso de confiança, coação e burla qualificada.

Os suspeitos, com idades entre 21 e 65 anos, foram constituídos arguidos e sujeitos à medida de coação de termo de identidade e residência, sendo que quatro dos arguidos serão presentes no Tribunal Judicial de Vila Verde, no dia 14 de dezembro, sexta-feira, para primeiro inquérito judicial.

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Viana do Castelo

Artes de pesca ilegais apreendidas em Viana do Castelo

Na semana passada.

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Foto: Divulgação/Autoridade Marítima Nacional

A Polícia Marítima de Viana do Castelo apreendeu diverso material na semana passada, durante uma missão de fiscalização no mar territorial direcionada à pesca profissional, com incidência na utilização de artes de pesca sem a respetiva licença ou que não cumpra os requisitos legais no que diz respeito às caraterísticas.

Resultante desta ação foi intercetada uma embarcação de pesca local em plena faina a utilizar armadilhas de gaiola, vulgarmente conhecidas como covos, e após ter sido verificada a licença de pesca confirmou-se não estar licenciada para o tipo de arte.

A caceia, composta por três dezenas de armadilhas, foi apreendida e foi elaborado o respetivo expediente.

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Braga

Braga: BE critica poluição visual, ruído e excessiva ocupação do espaço público

“Perplexidade”.

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A Comissão Coordenadora Concelhia de Braga do Bloco de Esquerda manifestou, esta terça-feira, em comunicado, a sua “perplexidade pela invasão desenfreada e exagerada do espaço público no local mais procurado pelos bracarenses: as Arcadas e a Avenida Central”.

“A ocupação da principal sala de visitas da cidade por tendas cada vez maiores impede o usufruto do espaço público pelos munícipes e por quem visita Braga. O centro da cidade tornou-se numa feira e numa festa permanentes, cheio de obstáculos visuais e de barreiras à circulação”, afirma Alexandra Vieira, da Comissão Coordenadora Concelhia de Braga do BE, referindo-se às tendas montadas por causa da Taça da Liga.

O Bloco condena, ainda, “o modo desrespeitoso como é tratado o espaço público e toda a envolvente da Praça da República e da Avenida Central, nomeadamente no que diz respeito ao património edificado e natural do local”.

Lembra, por isso, “ao executivo municipal que a requalificação do antigo PEB, com a expulsão da feira semanal do recinto exterior e a remoção de todas as construções, foi fundamentada na necessidade de espaços ao ar livre para este tipo de eventos”.

A pergunta que se impõe – fiz – “é a de saber as razões que levam a concentrar no coração da cidade todo o tipo de atividade, havendo espaços criados para esse efeito. Além do espaço do agora designado Fórum Braga, ainda existe o espaço exterior do Estádio 1º de Maio”.

Do ponto de vista urbanístico, – prossegue o partido – “é desejável que se criem outras centralidades. Tal como acontece noutras cidades, os habitantes podem usufruir de atividades em locais que não o centro, dando vida e dignidade a outras zonas da cidade. Além disso, a definição de novas centralidades e espaços de fruição públicos distribui o incómodo que toda a parafernália instalada, poluição visual e ruído inerente coloca aos moradores daquela zona, agora de modo quase permanente”.

O Bloco constata – a terminar – “que o número de eventos ao ar livre, cada vez mais opulentos e onerosos, tem vindo a aumentar e a prolongar-se no tempo. Se estas atividades visam estimular a vinda dos bracarenses ao centro incentivando o consumo no comércio local, ainda assim, é excessiva a ocupação e a frequência. Por isso, recomenda ao executivo municipal maior parcimónia na quantidade e no tamanho das atividades e que procure distribuí-las por outras zonas da cidade”.

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Alto Minho

Nova ETAR de 650 mil euros inaugurada em zona industrial em Melgaço

Em Penso.

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Foto: DR/Arquivo

A nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Penso, Melgaço, num investimento de quase 650 mil euros, a inaugurar na sexta-feira, vai servir a zona industrial instalada naquela freguesia e ainda a aldeia de Alvareda.

Em declarações hoje à agência Lusa, o presidente da Câmara de Melgaço, no distrito de Viana do Castelo explicou que o equipamento foi construído no mesmo local da antiga ETAR, “totalmente inutilizada por falta de capacidade às necessidades das populações de Penso e Alvareda”.

“Agora temos uma ETAR completamente nova, com tecnologia muito avançada e com capacidade de resposta reforçada. A antiga não estava a prestar um bom serviço às populações e ao ambiente. Melgaço tem de ter uma paisagem muito bem cuidada para se afirmar como um território de excelência para os desportos de natureza e, por isso, precisava muito desta obra”, explicou Manoel Batista.

O autarca socialista adiantou que a nova ETAR já se encontra em funcionamento há um mês e meio.

“Não estava a funcionar em pleno devido a questões elétricas, entretanto ultrapassadas”, especificou.

O equipamento, que representou um investimento de mais de 649 mil euros, comparticipado em mais de 551 mil euros pelo Fundo de Coesão, vai ser inaugurado, na sexta-feira, pelas 10:30, com a presença prevista do secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins.

Segundo a Câmara de Melgaço, o novo equipamento “inclui dois sistemas de gradagem para remoção de sólidos grosseiros e finos e um desarenador/desengordurador, possui um tratamento primário, incluindo a homogeneização do efluente, correção do pH e nutrientes e um tratamento secundário (biológico Aeróbio por lamas biológicas em modo SBR), num reator com capacidade total para tratamento de 500 metros cúbicos por dia”.

A estrutura está ainda preparada para fazer “um tratamento terciário, constituído por um leito de areia de fluxo ascendente”.

O projeto, “financiado por Fundos Europeus Estruturais e de Investimento(FEEI), do Fundo de Coesão, através do programa Portugal 2020, nomeadamente do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR), estima servir entre 500 e 15.000 habitantes”.

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