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Alto Minho

Foda à Monção: “Um nome ousado, um sabor autêntico” e, agora, uma das 7 Maravilhas de Portugal

Conheça a receita e a origem do nome deste prato típico.

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Codeiro à Moda de Monção, também conhecido por "Foda à Monção". Foto: DR

O “Cordeiro à Moda de Monção”, também conhecido por “Foda à Monção”, com “um nome ousado e um sabor autêntico”, como a descreve a autarquia local, foi este domingo eleito uma das “7 Maravilhas de Portugal à Mesa”.

Mesa da “Foda” é uma das “7 Maravilhas de Portugal”

Saiba como se confeciona este prato tradicional:

Para além do cordeiro, a Mesa de Monção, que recebeu a distinção, integra ainda o vinho, a feira e o museu do Alvarinho.

“Foda à Monção”?

A autarquia de Monção, em comunicado enviado por altura da “Feira da Foda”, em Pias, naquele concelho do Alto Minho, onde o prato de cordeiro é rei,  dá a explicação.

“Os habitantes do burgo, que não possuíam rebanhos, dirigiam-se às feiras para comprar o animal. E, como em todas as feiras, havia de tudo, bons e maus. A verdade é que os produtores de gado, quando os levavam para a feira queriam vendê-los pelo melhor preço e, para que parecessem gordos, punham-lhes sal na forragem, o que os obrigava a beber muita água. Na feira, apareciam com uma barriga cheia de água e pesados, parecendo realmente gordos. Os incautos que não sabiam da manha compravam aqueles autênticos “sacos de água” e, quando se apercebiam do logro, exclamavam à boa maneira do Minho: “que grande foda!”.

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Ponte de Lima

Escola de Ponte de Lima recebe prémio em concurso nacional da Direção Geral da Educação

Agrupamento de Escolas de Freixo.

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Foto: Facebook de Agrupamento de Escolas de Freixo

A Direção-Geral da Educação (DGE) atribuiu um prémio de mil euros ao Clube de Robótica do Agrupamento de Escolas de Freixo, no concelho de Ponte de Lima.

Através das redes sociais, a prestigiada instituição de ensino agradeceu aos responsáveis.

“Parabéns à Ana Lagoa Pedro Correia Joao Cunha Mónica Carvalheira e aos muitos alunos que trabalham muito para conseguirmos cada vez mais e melhor!!!”, pode ler-se.

A seleção dos clubes apoiados foi feita através de concurso nacional, aberto a escolas públicas e privadas, e “visa distinguir os estabelecimentos de educação e ensino públicos e privados que, através dos seus projetos e das suas práticas, promovem os vários tipos de linguagem de programação e robótica, desenvolvendo nos seus participantes capacidades como o pensamento crítico, a resolução de problemas, o trabalho colaborativo e a criatividade”.

Segundo o regulamento, disponível em http://www.erte.dge.mec.pt, “a participação neste concurso implica, numa primeira fase, apresentar o seu projeto e plano anual de atividades. Numa fase posterior, os CPR terão de criar um vídeo que demonstre os objetivos, os produtos e alguns momentos do seu quotidiano que considerem mais relevantes e característicos do seu clube”.

O prémio foi recebido pelo Luís Fernandes, professor de Português e Francês, e diretor do agrupamento, durante a “Codeweek”, encontro de programação e robótica que decorreu em Rio Tinto, no distrito do Porto, nos dias 19 e 20 de outubro.

Em 2017/2018, este concurso nacional atribuiu prémios de 150 euros a várias escolas dos distritos de Braga e Viana, na região do Minho – a lista de 2018/2019 ainda não foi publicada no site da DGE.

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Alto Minho

Barco de Âncora que estava à deriva com 10 tripulantes já entrou em águas espanholas

Resgate.

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Foto: José A. Martinez Rodeiro (2011) / Facebook de Abraão Marques

O barco de pesca que estava à deriva ao largo de Caminha desde quinta-feira e que começou a ser rebocado na sexta-feira entrou hoje em águas espanholas, prevendo-se a chegada a Vigo pelas 00:00 locais.

“Cerca das 17:00 a embarcação encontrava-se a 25 milhas, cerca de 48 quilómetros do porto de Vigo. Se mantiver a velocidade deverá chegar ao porto daquela cidade da Galiza cerca das 00:00 (hora local, 23:00 em Lisboa)”, afirmou hoje à Lusa o porta-voz da Marinha portuguesa, comandante Fernando Fonseca.

Aquele responsável adiantou que “os dez tripulantes a bordo estão bem e confortáveis”.

O porta-voz da Marinha referiu ainda que, “com a entrada em águas de responsabilidade espanhola, a operação deixou de ser acompanhada pela corveta Jacinto Cândido, da Marinha portuguesa.

O barco “Vila do Infante”, de um armador de Vila Praia de Âncora, em Caminha, estava à deriva desde a manhã de quinta-feira sem energia, com dez tripulantes a bordo, a cerca de 160 quilómetros daquele concelho do Alto Minho. Na sexta-feira, começou a ser rebocado cerca das 08:00 rumo ao porto de Vigo.

Segundo o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), a tripulação é composta por cinco portugueses e cinco indonésios.

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Alto Minho

Barco de pesca que estava à deriva em Caminha chega a Vigo dentro dois dias

Reboque está a decorrer a uma velocidade muito baixa.

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Foto: DR

O barco de pesca que estava à deriva ao largo de Caminha desde quinta-feira e que começou a ser rebocado cerca das 08:00 de hoje demorará “dois dias a chegar ao porto de Vigo, Galiza, informou hoje a Marinha.

Em declarações à agência Lusa, o porta-voz da Marinha, comandante Fernando Fonseca, explicou que o “reboque está a decorrer a uma velocidade muito baixa, devendo demorar dois dias”.

“Muito dificilmente o barco chegará a Vigo antes de domingo”, referiu, adiantando que os dez tripulantes a bordo “estão bem, tranquilos e a colaborar com a corveta Jacinto Cândido, da Marinha”, que está a acompanhar a operação.

O barco “Vila do Infante”, de um armador de Vila Praia de Âncora, em Caminha, estava à deriva desde a manhã de quinta-feira sem energia, com dez tripulantes a bordo, a cerca de 160 quilómetros daquele concelho do Alto Minho.

Na quinta-feira, em comunicado, o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), adiantou que a tripulação é composta por cinco portugueses e cinco indonésios.

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