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Viana do Castelo

Filme rodado em Viana chega aos cinemas em outubro

“Sombra”

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Já foi anunciada a data de estreia do filme “Sombra”, rodado em Viana do Castelo com um elenco de luxo de atores. De acordo com a produção da película, a data para as salas de cinema está marcada para o próximo dia 22 de outubro, através da NOS Audiovisuais.


Inspirado na história de amor, força e coragem da mãe de Rui Pedro, criança desaparecida há cerca de 22 anos em Lousada, o filme realizado por Bruno Gascon conta com nomes como Ana Moreira, Miguel Borges, Vítor Norte, Sara Sampaio e Ana Bustorff, entre outros.

Vitor Norte e Sara Sampaio “rodam” filme em Viana entre outubro e novembro

Ana Moreira, a atriz principal, foi já galardoada por filmes como “Transe”, “Os Mutantes”, Filme do Desassossego”, “Tabu” ou “A Corte do Norte”.

Ana Moreira durante o filme “Sombra”. Foto: Divulgação

As filmagens foram, na sua grande maioria, rodadas na capital do Alto Minho, entre setembro e novembro de 2019, existindo um apoio por parte da autarquia para com a produtora do filme. Para além da Câmara Municipal, são ainda parceiros a Viana Film Commission, a Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas, o Instituto do Cinema e do Audiovisual, a RTP, a Pic Portugal, entre outros.

Sinopse

Em 1998, Isabel tinha a família perfeita até que um dia chega a casa e descobre que o seu filho de 11 anos desapareceu. A partir desse momento tudo muda.

Apesar da cobertura mediática do caso e da existência de um suspeito a justiça falha constantemente e Isabel percebe que somente ela poderá manter viva a busca por Pedro. Passam-se quinze anos e apesar de todos os obstáculos que encontra Isabel vai continuar a fazer de tudo para reencontrar o filho que todos querem que esqueça, mas que ela acredita que ainda está vivo. Uma mãe sabe. 

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Viana do Castelo

Padre de Viana infetado com covid pede aos fiéis para estarem atentos a sintomas

Monsenhor Manuel Vilar

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Foto: Diocese de Viana do Castelo

O pároco da Meadela, em Viana do Castelo, confirmou hoje à Lusa ter testado positivo para o novo coronavírus e pediu aos fiéis que com ele contactaram nos últimos dias para estarem atentos a eventuais sintomas da covid-19.

“Pedi ao sacerdote que me veio substituir na paróquia e que tem celebrado as missas desde a última sexta-feira para informar as pessoas do que se está a passar comigo, para estarem atentas a eventuais sintomas”, afirmou monsenhor Vasco Vilar.

O sacerdote de 76 anos que, na terça-feira, viu confirmada a infeção pelo novo coronavírus adiantou que a saúde pública de Viana do Castelo contactou as três pessoas da paróquia por ele indicadas por manterem relações de maior proximidade e que estão, como ele, em confinamento.

“As pessoas mais próximas de mim foram informadas pelas entidades de saúde pública. Estão todas bem. Eu também estou bem. Até estou intrigado por não ter nenhum sintoma”, declarou.

Desde 2013 integrada na União de Freguesias de Santa Maria Maior, Monserrate e Miadela.

Meadela tinha, de acordo com os Censos 2011, 9.782 habitantes.

“Acredito que tudo vai correr bem, mas é preciso que as pessoas estejam atentas”, alertou, referindo-se à necessidade do rastreio para evitar um surto da doença.

Vasco Vilar adiantou ter sido contactado, na sexta-feira passada, pelo delegado de saúde de Vila Nova de Famalicão, no distrito de Braga, após ter sido confirmada a infeção pelo novo coronavírus ao pároco de Ribeirão.

“Estive com o meu colega em finais de julho e na última sexta-feira fui contactado pelo delegado de saúde pública de Vila Nova de Famalicão e logo que me comunicaram meti-me em casa e pedi a outro padre para assegurar o serviço religioso da paróquia”, explicou o monsenhor.

Vasco Vilar afirmou que, desde o princípio da pandemia, se preocupou “em cumprir” as normas impostas pelas entidades de saúde e que, após estar curado, vai ser “mais exigente”.

“A igreja é desinfetada sempre, as pessoas usam máscara, temos gel desinfetante à entrada do templo, e para a comunhão mandei fazer uns acrílicos para não haver contacto com os féis”. especificou.

Contactada hoje pela Lusa, fonte do Secretariado Diocesano de Viana do Castelo disse tratar-se do primeiro caso de infeção entre sacerdotes, garantindo que os serviços religiosos no distrito de Viana do Castelo “cumprem as normas impostas pelas autoridades de saúde”.

“A Diocese de Viana do Castelo sempre colaborou com as autoridades de saúde no cumprimento das medidas de prevenção da covid-19 e assim continuará a ser”, salientou a mesma fonte.

A Diocese de Viana do Castelo, fundada através de uma bula do beato Paulo VI, publicada em 03 de novembro de 1977, abrange os 10 concelhos do Alto Minho.

A diocese mais jovem do país integra 291 paróquias espalhadas pelos 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo e tem cerca de 120 sacerdotes.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 743 mil mortos e infetou mais de 20,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.764 pessoas das 53.223 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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Viana do Castelo

Viana quer investir em mais transporte escolar para o próximo ano letivo

Escolas

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Foto: DR

A Câmara de Viana do Castelo quer investir, no ano letivo 2020/2021, mais de 2,1 milhões de euros em transportes escolares, refeições e auxílios económicos a alunos do concelho, informou hoje a autarquia.

Em nota enviada à imprensa, o município adiantou que a proposta de investimento da maioria socialista no próximo ano letivo vai ser apreciada, na quinta-feira, em reunião ordinária de executivo. A sessão tem início marcado para as 15:00, no salão nobre dos Antigos Paços do Concelho, na Praça da República.

O plano de transportes escolares proposto pela maioria socialista “implica a maior fatia deste investimento, ascendendo a 1,315 milhões de euros”.

Aquele plano inclui “o recurso à implementação de circuitos especiais para alunos do 1º, 2º e 3º ciclos e secundário quando a oferta de transporte público existente se afigure desadequada aos horários de funcionamento das escolas e ainda o recurso à implementação de circuitos especiais de táxi para crianças e alunos com necessidades essenciais integrados na educação inclusiva”.

“O número de alunos estimado para transportar no próximo ano letivo é de 2.283, distribuídos pelos diferentes níveis de ensino. Assim, do pré-escolar, 1º e 2º ciclo, serão abrangidos 720 alunos, do 3º ciclo serão abrangidos 865 alunos, do secundário 698 alunos, sendo ainda 329 estudantes dos diversos ciclos transportados através de circuitos especiais”, especifica a nota.

Já no âmbito da “delegação de competências nas Juntas de Freguesia, para o transporte de crianças e alunos de áreas de escolas encerradas serão promovidos circuitos locais, o que implicará a transferência de uma verba global de 162.960 euros”.

A “contratação de vigilantes para apoio a transportes de crianças e alunos a verba estimada será de 49.755 euros, a ser transferida como apoio às Juntas de Freguesia que irão colaborar no serviço”.

No transporte de refeições, que “será feito através de apoio às Juntas de Freguesia, implica um investimento municipal de 15.840 euros”.

“A Câmara Municipal tem implementado um serviço de refeições escolares, em estabelecimentos de menor dimensão, através do recurso ao ‘catering’, a partir de outras unidades educativas que lhe são próximas, medida que permite uma gestão mais eficiente dos recursos humanos e melhor controlo da qualidade do serviço”.

Ainda no âmbito da delegação de competências nas Juntas de Freguesia, o município prevê investir 91.800 com o pessoal de apoio às cantinas escolares.

A ação social escolar tem contemplada uma verba de 221. 375 euros, para atribuição de auxílios económicos a alunos carenciados do primeiro ciclo do ensino básico e da educação pré-escolar.

“A Câmara Municipal assegura um apoio direto aos alunos que se encontrem posicionados nos escalões 1 e 2 de abono de família, ao nível da educação pré-escolar e primeiro ciclo do ensino básico. Estes apoios traduzem-se num conjunto de medidas adotadas pela autarquia destinadas a garantir a igualdade de oportunidades de acesso e sucesso escolares aos alunos de agregados familiares cuja situação económica não lhes permite suportar integralmente os encargos decorrentes da frequência da escola”, especifica.

Em material didático, a autarquia prevê investir 16.970 euros, sendo que a comparticipação às refeições de 1.330 crianças está estimada em 237 mil euros.

A implementação do serviço gratuito das atividades de animação e apoio à família nos jardins-de-infância, abrangendo um universo de 691 crianças, representa um encargo anual estimado de 221.375 euros.

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Viana do Castelo

Viana do Castelo quer investir 750 mil euros para remoção de amianto nas escolas

Fibrocimento

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Foto: Ilustrativa / DR

A maioria PS na Câmara de Viana do Castelo vai propor, na quinta-feira, ao executivo municipal, a abertura de um concurso público, no valor de 750 mil euros, para concluir a remoção de fibrocimento das escolas do concelho.

Em comunicado enviado às redações, a autarquia adiantou que a proposta, que será apresentada, na quinta-feira, a partir das 15:00, em reunião ordinária do executivo municipal, aponta para a remoção de coberturas com placas de fibrocimento de cinco escolas do concelho.

De acordo com a proposta, as escolas básicas a intervencionar “vão ter as atuais coberturas substituídas por painéis de poliuretano em sistema ‘sandwich'”.

“Este investimento municipal corresponde à última fase da remoção de fibrocimento nos edifícios escolares”, sustenta o município, lembrando que, até 2017, foram investidos mais de meio milhão de euros na substituição das coberturas em fibrocimento de treze equipamentos escolares, designadamente escolas de ensino básico e jardins-de-infância.

Em julho, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, garantiu que o financiamento do Estado ao programa nacional de retirada do amianto das escolas será de 100% e sem contrapartida por parte das autarquias.

Em causa está um programa nacional, anunciado no início de junho, com uma verba de 60 milhões de euros para a retirada de estruturas com amianto das escolas públicas.

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