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Fátima contabiliza 24 infetados em 334 pessoas testadas

Covid-19

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Foto: O MINHO / Arquivo

O Santuário de Fátima anunciou hoje que há registo de 24 positivos à covid-19 na instituição, depois de realizados 334 testes a todos os colaboradores e coralistas daquela organização religiosa.


“Terminados os testes a todos os colaboradores e aos coralistas do Santuário de Fátima, num total de 334 pessoas testadas, confirmam-se 24 casos positivos à covid-19. Todos os casos têm ligação ao coro do Santuário e os colaboradores da Instituição não têm qualquer contacto com os peregrinos. Os pacientes infetados encontram-se em casa, com o devido acompanhamento, e não inspiram, até à data, especiais cuidados. A todos desejamos uma rápida recuperação”, refere uma nota de imprensa do Santuário enviada à agência Lusa.

No domingo, o Santuário tinha anunciado a existência de 16 colaboradores internos e externos infetados com covid-19.

Os 16 casos confirmados de covid-19 “têm ligação ao caso inicial, integram o coro do Santuário e não estiveram em contacto direto com os peregrinos”, referia ainda a informação distribuída no domingo por aquela organização religiosa.

Hoje, numa atualização à nota de imprensa de domingo, o Santuário diz que, “seguindo as recomendações da Autoridade de Saúde, identificou já todos os contactos diretos com os pacientes infetados dentro da Instituição, enviando-os para casa, para cumprirem o isolamento profilático determinado nestas situações, ainda que tenham testado negativo”.

“Analisados estes resultados, ouvida a autoridade de saúde competente, com quem o Santuário tem estado em total e estreita articulação, considera-se que o foco de infeção está circunscrito, não estando em causa a segurança e a saúde de colaboradores e peregrinos”.

Desta forma, acrescenta, “com um esforço adicional de todos os colaboradores, que o Santuário regista com agrado, não se encerraram serviços e mantém-se todas as celebrações”.

“O Santuário de Fátima continua a fazer tudo o que for necessário para garantir todas as condições de saúde e segurança de todos os colaboradores e peregrinos. Renovamos o pedido a todos quantos nos visitam para cumprirem as regras de distanciamento social e o uso de máscara nos espaços do Santuário fechados ou com muita gente. Continuaremos atentos e disponíveis para tomar as medidas adequadas e proporcionais às exigências de cada momento, num espírito de serviço e missão, em prol da segurança e da saúde de todos”.

Portugal contabiliza pelo menos 1.540 mortos associados à covid-19 em 39.737 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Os números do Euromilhões

Sorte

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Foto: O MINHO / Arquivo

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 06 de outubro: 4, 21, 36, 41 e 47 (números) e 9 e 11 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 17 milhões de euros.

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Cerca de 40% das empresas de restauração e bebidas já despediram

Desde o início da pandemia

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Foto: DR / Arquivo

Cerca de 40% das empresas da restauração e bebidas e 25% do alojamento turístico já despediram desde o início da crise pandémica, segundo os resultados do inquérito mensal da AHRESP, divulgado hoje.

Das empresas da restauração e bebidas que despediram, 29% reduziram o quadro de pessoal entre 25% e 50% e 14% em mais de 50%, mostra o inquérito realizado pela Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP).

Quanto ao alojamento turístico, das 25% empresas que despediram, 30% reduziram o quadro de pessoal entre 25% e 50% e mais de 25% reduziram em mais de 50% os seus postos de trabalho.

Existem ainda 18% de empresas da restauração que assumem que não vão conseguir manter todos os postos de trabalho até ao final do ano, enquanto no alojamento turístico esta percentagem é de 15%.

Os resultados do inquérito, que decorreu entre 30 de setembro e 04 de outubro e reuniu 1.173 respostas, “revelam empresas desesperadas e sem soluções à vista para evitar despedimentos e insolvências em massa”, alerta a associação.

Na restauração e bebidas, 32% das empresas ponderam avançar para insolvência e 14% empresas do alojamento manifestaram a mesma intenção.

De acordo com a AHRESP, para as empresas inquiridas, “a faturação do mês de setembro foi devastadora”, com mais de 63% das empresas da restauração e bebidas a registarem quebras homólogas acima dos 40%.

Numa análise ao período de verão (junho a setembro), os dados revelam que 31% das empresas da restauração registaram quebras entre os 50% e 75%, e cerca de 29% indicaram reduções acima dos 75% face ao Verão de 2019.

“Como consequência da forte ausência de faturação, cerca de 9% das empresas não conseguiram efetuar o pagamento dos salários em setembro e 13% só o fez parcialmente”, indica ainda a associação, que insiste na urgência de medidas de apoio direto às empresas, como a aplicação temporária da taxa reduzida de IVA e o financiamento não reembolsável para reforço da tesouraria das empresas.

Segundo o inquérito, mais de 93% das empresas considera que as medidas do Governo “não são adequadas para a sobrevivência dos negócios” e, destas, 81% consideram a redução temporária da taxa do IVA dos serviços de alimentação e bebidas “a medida mais importante a ser implementada”.

Quanto às empresas do alojamento turístico, durante o mês de setembro, 18% não registaram qualquer ocupação e mais de 19% indicou uma ocupação máxima de 10%.

“Mais de 28% das empresas inquiridas revelaram, para o mês de setembro, uma quebra homóloga superior a 90% na taxa de ocupação”, destaca a AHRESP.

Para outubro, 29% das empresas estimam uma taxa de ocupação zero e 29% perspetivam uma ocupação máxima de 10%.

Já para novembro e dezembro a estimativa de ocupação zero agrava-se, sendo referida por cerca de 50% das empresas.

No período de verão (junho a setembro), cerca de 50% das empresas do alojamento turístico registaram quebras acima dos 75%, face ao Verão de 2019.

Mais de 16% das empresas do alojamento turístico não conseguiram efetuar o pagamento dos salários em setembro e 7% só o fez parcialmente”, refere a associação.

Os resultados nacionais, quer da restauração e bebidas, quer do alojamento turístico, “não evidenciam diferenças muito significativas entre as várias regiões”, refere a AHRESP.

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Covid-19: Máscaras não funcionam à chuva

Covid-19

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foto: DR / Arquivo

A chuva é inimiga das máscaras cirúrgicas. A conclusão é de um grupo de investigadores sediado no Reino Unido e já recebeu apoio da Organização Mundial da Saúde, que veio aconselhar a trocar de máscara caso esta fique molhada.

De acordo com os especialistas, que enviaram uma recomendação ao governo britânico sobre esta matéria, a água tapa o fluxo de ar e reduz a filtragem do vírus, podendo mesmo tornar as máscaras ineficazes para aquilo a que se propunham – filtrar a covid-19.

Em declarações ao jornal The Times, o antigo membro da OMS, Karol Sikora, afirma que “a humidade torna as máscaras porosas” fazendo com que se “tornem vulneráveis em climas húmidos”.

“Acho que o público não tem qualquer conhecimento sobre o assunto. Devem receber conselhos claros das autoridades, especialmente devido ao período atual de chuvas fortes”, advertiu.

“É importante que saibamos que temos que trocar a nossa máscara se ela ficar húmida e que as máscaras mais caras não têm regras diferentes”, acrescentou o especialista.

Em França, já existe uma norma que apela às pessoas para andarem com mais do que uma máscara guardada, para o caso de molharem a que estão a utilizar na via pública.

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