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Barcelos

Escola primária e pré-escolar em Barcelos encerrados após dois casos de covid-19

Creixomil

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Foto: Google Maps

A escola primária e pré-escolar de Creixomil, em Barcelos, encerraram após terem sido detetados dois casos positivos em crianças. O ATL também fechou, porque os funcionários apresentaram sintomas. Estão em isolamento profilático cerca de 50 alunos.


As duas crianças em causa são irmãs, presumindo-se que a infeção tenha tido origem em contexto familiar e não escolar.

Um caso foi registado numa sala da escola primária (que tem duas turmas mistas) e outro no pré-escolar (apenas uma sala). À turma que não teve nenhum caso também foi decretado o isolamento profilático devido à possibilidade de haver contacto entre os alunos no transporte escolar.

“O ATL fechou também, porque as funcionárias durante o fim de semana queixaram-se de alguns sintomas”, adiantou a O MINHO o presidente da Junta da União de Freguesias de Creixomil e Mariz, Luís Vilas Boas, que foi informado da situação pela direção do Agrupamento Escolar de Vila Cova.

A situação está a ser acompanhada pelas autoridades de saúde e a autarquia salienta que está “disponível para colaborar no que for necessário”.

“Desde o início, estivemos sempre disponíveis para garantir as melhores condições para que as escolas funcionassem da melhor forma”, realça Luís Vilas Boas.

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Barcelos

Tribunal julga hoje ação da ABB que exige 599 mil euros à Câmara de Barcelos

Autarquia diz que nada deve

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Foto: DR / Arquivo

O Tribunal de Braga julga, esta terça-feira, uma ação da empresa ABB II – Alexandre Barbosa Borges Imobiliária, de Braga, na qual exige à Câmara de Barcelos 599 mil euros de rendas não pagas de um prédio que arrendou, na Rua Rosa Ramalho, à empresa público-privada Barcelos Futuro (BF), criada em 2005 pelo antigo presidente, Fernando Reis, e extinta em 2018, por decisão do atual, Miguel Costa Gomes.

Conforme O MINHO noticiou, a ação cível, subscrita pelo advogado José Pedro Carvalho, a ABB II alega que a renda, de 2.883 euros mensais, nunca foi paga, pelo que pede 282 mil euros, mais o valor do IVA, mais os juros de mora, bem como uma penalização contratual de 50 por cento. Ao todo, 599 mil.

Câmara contesta

A Câmara, por sua vez, contestou o pedido, dizendo que, a PPP quando foi extinta, não tinha qualquer património, e salientando que pagou 8,6 milhões aos quatro construtores, para ficar com três edifícios feitos pela BF: os complexos desportivos de Rio Côvo Santa Eulália e de Martim, e o pavilhão gimnodesportivo de Adães. Recuperou, ainda, o edifício de Apoio ao Teatro Gil Vicente, num prédio que já pertencia à Câmara.

“O Município não recebeu qualquer bem em partilha da BF”, afirma o advogado Pedro Marinho Falcão, acentuando que, em qualquer caso, competiria à sociedade – e nunca à edilidade – o pagamento da dívida, se ela tivesse ficado com património, o que não sucedeu.

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Barcelos

Apanhado a roubar radiadores de casa em Barcelos

Crime

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Um homem de 45 anos foi detido por furto no interior de uma residência, na rua Dr. Manuel Pais, em Barcelos, na sexta-feira. O suspeito estava a roubar radiadores. Ainda tentou fugir, mas foi apanhado pela PSP.

Em comunicado, a PSP explica que, pelas 23:00, teve conhecimento através de uma chamada telefónica que estaria a ocorrer um furto num interior de uma residência, na Rua Doutor Manuel Pais, na cidade de Barcelos .

“Chegados ao local, presenciaram o suspeito, um cidadão com 45 anos de idade, a sair da referida residência, transportando um radiador de parede e ao aperceber-se da presença desta Polícia encetou fuga. De seguida, os elementos policiais moveram-lhe perseguição, tendo sido de imediato intercetado e detido”, explica o comunicado.

Do lado oposto da residência foram encontrados quatro radiadores de parede, que o suspeito havia furtado e que lhe foram apreendidos, bem como diversas ferramentas que usou para a concretização do furto.

O suspeito está referenciado pela prática de diversos crimes de furto.

O detido foi presente ao Tribunal Judicial de Famalicão.

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Barcelos

Restaurante de Barcelos enfrenta pandemia com reforço de entregas ao domicílio

Furna tem 45 anos de história

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Foto: DR

É um dos mais antigos e conhecidos restaurantes de Barcelos. Com 45 anos de história, o Furna desde o início teve take-away. Há 10 anos começou a apostar nas entregas ao domicílio, tornando-se pioneiro no domínio da entrega ao domicílio de comida regional (até então, em Barcelos só eram entregues pizzas). E esse ‘know-how’ serviu de almofada para atenuar o impacto da crise pandémica. A entrega ao domicílio cresceu com a pandemia: de 20 freguesias passou a abranger todo o concelho (89 freguesias, antes da reforma administrativa, 61 depois). De dois carros passou para sete. E para estes fins de semana de recolher obrigatório o serviço foi reforçado com mais dois carros.

“Não pudemos meter lay-off, dado que nunca perdemos mais do que os 40% do que o estado previa, porque crescemos no take-away e no domicílio”, explica a O MINHO o gerente, Armando Pinto.

“A Furna tem 45 anos de existência com take-away. Já temos domicílio há dez anos. Antes da pandemia tínhamos dois carros, neste momento temos sete e este fim de semana estamos com nove”, aponta. “É a única forma que temos de trabalhar”.

A entrega ao domicílio “esteve sempre a crescer”, mas a pandemia acentuou a subida. “Se calhar fazíamos cem entregas por semana e atualmente estamos nas 500 e muito”, sustenta Armando Pinto, recordando o início com apenas uma mota.

“Começámos com uma mota, duas motas, três motas, um carro, dois carros… Obviamente que esta situação pandémica fez com que o crescimento fosse mais exponencial, mas o futuro passa por aí”, considera o gerente do Furna, justificando que “se as pessoas fizerem as contas não saem de casa”.

“O custo não paga o facto de sair de casa, pegar no carro, procurar estacionamento, ficar na fila à espera, voltar para casa. A pessoa sai do trabalho, vai para casa, toma um banho, senta-se no sofá e uns minutos depois estamos a tocar à porta de sua casa com a comida”, argumenta.

A pandemia também levou o Furna, conhecidíssimo pelo seu frango de churrasco, a abranger todo o concelho de Barcelos, de Martim a Tregosa, da Pousa e Vila Cova. “Temos clientes em todas as freguesias e nesta situação pandémica fizemos o esforço de tentar chegar a eles todos”, sublinha.

Por outro lado, o serviço de sala teve uma “quebra de 75%”, o que leva a que, no cômputo geral, a casa continue “a perder” com a pandemia. Armando Pinto é solidário com as críticas do setor em relação às novas medidas mais restritivas, mas “a verdade é que já estávamos mal sem este confinamento”.

“Temos os restaurantes abertos, mas não trabalhamos. Ao domingo, estou a fazer 20% do que fazia. Como sustento os funcionários da sala a trabalhar a 20%? Como combato isso? É com o domicílio. E é quase em contraciclo. Estou neste momento a contratar pessoas. Hoje [sexta-feira] entrou mais um estafeta. Estamos a investir, comprámos mais um carro. No take-away e domicílio estamos em contraciclo, estamos a crescer, mas em termos gerais ainda temos prejuízo”, refere Armando Pinto, considerando que a experiência nestes dois domínios foi crucial.

“Temos toda a logística montada. O take-away e o domicílio já eram 50% do volume da casa, agora representa muito mais”, conclui.

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