Seguir o O MINHO

Guimarães

Guimarães cria serviço de transporte flexível para períodos de baixa procura

Percursos serão otimizados através das reservas dos utentes

em

Foto: Divulgação / CM Guimarães

Guimarães vai criar um Serviço de Transportes de Passageiros Flexível para situações de baixa procura, que colmatará o défice de oferta no período noturno e aos fins-de-semana e feriados, foi hoje anunciado.


Em comunicado, o município sublinha tratar-se de um serviço complementar à rede regular de transporte público, que tem ainda como objetivo garantir os níveis mínimos expressos no Regime Jurídico do Serviço Público de Transportes.

Apresentado durante a reunião de hoje do executivo, o serviço “está pensado de forma a ser possível a otimização dos percursos e horários, através de um sistema de reservas”.

As reservas serão idealmente efetuadas com um dia de antecedência e, em função dos pedidos existentes, será providenciada a gestão logística.

As reservas poderão ser efetuadas por telefone ou através de uma aplicação ou website.

A cobertura territorial está divida em 10 zonas, abrangendo Guimarães, Sande (Vila Nova), Silvares, Brito, Fermentões, Creixomil, Ponte, Caldelas (Zona 1), Moreira de Cónegos, Conde, Lordelo, Nespereira, Guardizela, Gandarela (Zona 2), Serzedelo, Gandarela, Guardizela, Gondar, Selho (S. Jorge) (Zona 3), Oleiros, Vermil, Ronfe, Airão (S. João), Airão (Sta. Maria), Brito, Figueiredo, Leitões (Zona 4), Caldelas, Sande (S. Lourenço), Balazar, Longos, Briteiros (Sta. Leocádia), Sande (S. Martinho), Barco, Briteiros (S. Salvador) (Zona 5), Briteiros (Sto. Estevão), Prazins (Sto. Tirso), Donim, Souto (S. Salvador), Prazins (Sta. Eufémia), Corvite, Souto (Sta. Maria), Gondomar, Sande S. Clemente, Caldelas, Ponte (Zona 6), Atães, Rendufe, Gominhães, Selho (S. Lourenço), S. Torcato (Zona 7), Gonça, Castelões, Arosa, S. Torcato (Zona 8), Infantas, Serzedo, Costa, Mesão Frio (Zona 9) e S. Faustino, Pinheiro, Gémeos, Abação (S. Tomé), Urgezes (Zona 10), e em 2 linhas, uma no interior da freguesia de Polvoreira, entre a N105 e a EM579, e outra na ligação entre as freguesias de Pencelo e Azurém, pela zona do Mourão.

A cobertura temporal divide-se em período escolar e férias escolares, subdividindo-se cada um destes períodos em dias úteis e sábados, domingos e feriados.

Haverá o período diurno, que funcionará entre as 08:00 e as 20:00, e o período noturno, entre as 20:00 e as 24:00.

Para o presidente da Câmara, Domingos Bragança, este “é um serviço que vem dar resposta às carências que hoje se verificam no concelho de Guimarães”.

O autarca manifestou a intenção de fixar o preço ao utilizador com base no mesmo valor pago no serviço regular, sendo o montante da reserva descontado no preço final.

A frota que estará ao serviço do Transporte Flexível será 100 por cento elétrica, sendo constituída, inicialmente, por três mini-bus.

Anúncio

Guimarães

Guimarães reforça ações de sensibilização no terreno para combate à pandemia

Covid-19

em

Foto: Divulgação / CM Guimarães

A Câmara de Guimarães anunciou um reforço na “importância das atitudes individuais para prevenir a disseminação da doença da covid-19, em articulação com várias instituições, através de iniciativas em curso”.

O presidente da Câmara, Domingos Bragança, insiste que “a comunicação direta com a população é uma das melhores armas que temos de usar de uma forma assertiva para sensibilizar a comunidade a cumprir todas as regras de segurança recomendadas pelas autoridades de saúde”. Domingos Bragança alerta que “a responsabilidade é de todos” e no âmbito deste período de incertezas “torna-se fundamental chegar a cada uma das pessoas para terem uma melhor consciência da importância das medidas de prevenção”.

Através de uma unidade móvel multimédia estão ser exibidas mensagens de alerta e recomendações, com passagens pelas freguesias do concelho de Guimarães. A Polícia Municipal está, igualmente, a ter um desempenho no terreno no âmbito da prevenção, na interação com as pessoas.

Através das propostas apresentadas pela Bolsa de Facilitadores, criada pelo Gabinete de Juventude, foram ainda elaborados vídeos com mensagens direcionadas para a população mais jovem, em colaboração com os profissionais de saúde do Hospital da Nossa Senhora da Oliveira, com transmissão nos canais do Município de Guimarães.

A todas estas ações acrescem as equipas multidisciplinares, quer as de suporte escolar, quer as de suporte comunitário.

Continuar a ler

Guimarães

Restauração e hotelaria de Guimarães outra vez na rua em protesto

em

Empresários, funcionários, familiares e fornecedores da restauração e hotelaria de Guimarães voltaram a sair à rua este sábado, dia 21. Desde o Campo de São Mamede até ao largo do Toural os manifestantes marcharam empunhando cartazes com mensagens para António Costa.

“Quanto é que os deputados já perderam com a crise?” – Podia ler-se num dos cartazes. Erma inúmeras as mensagens dirigidas ao primeiro-ministro e ao Governo.

Os manifestantes queixam da “falta de medidas concretas para ajudar o setor”. O apoio proposta pelo Governo, assente em 20% da faturação deste ano, leva os ânimos ao rubro. “É ridículo, é nada e não tem expressão nenhuma no orçamento do Estado”, crítica Pedro Fernandes, empresário do setor da restauração. Um cartaz perguntava: “quanto é que os deputados já perderam com a crise?”.

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Pedro Fernandes lembra o Governo que “se se pede aos empresários para não despedirem é preciso ajudá-los”. “Eu tenho dez empregados comigo, como é que lhes vou pagar se não faturo?”. O empresário confessa que no primeiro confinamento teve perdas que ultrapassaram os 30 mil euros. “Naquela altura aguentei, que remédio, o verão não foi famoso, foi para começar a trabalhar, mas com esta paragem é o fim. Há algumas empresas que recorreram ao crédito no primeiro confinamento, esses agora já não tem margem para mais nada, vão começar a fechar”, conclui.

Não estavam previstos discursos na chegada da marcha ao largo do Toural, mesmo assim, Nuno Freitas, administrador do ramo hoteleiro, improvisou um palanque a partir de um banco de jardim. “Queremos uma estratégia nacional para podermos definir uma estratégia local, queremos saber os que se vai passar nos próximos três meses”, reclamou. “Para que é que se está a fazer esta árvore se não a vamos poder ver? Para que é que estamos a fazer isto?” – Perguntou Nuno Freitas apontando para a grande árvore de Natal, a ser montada ali ao lado. 

O administrador hoteleiro fala de uma redução da faturação, na sua empresa, para um quarto, “isto enquanto mantemos 40 funcionários”.  Nuno Freitas queixa-se principalmente da incerteza. “Ou é para fechar ou é para abrir e não é com 20%, porque 20% da faturação deste ano só significa uma coisa, é cofres vazios”, afirmou. “Não estamos a pedir 20% nem a pedir esmola, estamos a pedir uma estratégia”, continuou. “Se não for assim, vamos outra vez para a terra cultivar”, terminou. A multidão recebeu o discurso improvisado com aplausos e o bater dos tachos, um símbolo do setor muito visto na manifestação.

Nuno Freitas deixou uma pergunta para Presidente da República: “Estamos dependentes do primeiro-ministro húngaro?”.

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

 Muitos empresários presentes lembraram a importância que os setores da hotelaria e da restauração tiveram para o sucesso do turismo em Portugal. “Durante muito tempo andamos a pagar pesados impostos, é importante que esse dinheiro tenha sido bem gasto, para que agora nos possam ajudar”.

O presidente da Associação Vimaranense de Hotelaria, Ricardo Pinto da Silva, que organizou esta marcha, afirma que o que é importante é que o Governo os ouça e tome medidas de apoio efetivo aos setores da hotelaria e da restauração. 

Relativamente à reunião que tiveram com a Câmara Municipal, o presidente da AVH, defende que as medidas tomadas pelo Município são “importantes para mitigar os efeitos desta crise”, mas há outras medidas que não dependem da Câmara que fazem parte do manifesto que a associação endereçou primeiro-ministro. Este manifesto continha oito propostas concretas:

  1. Isenção do pagamento da Taxa Social Única, por um período de 8 meses;
  2. Redução da taxa de IVA aplicável à restauração para o valor de 6% em todos os produtos até 2022;
  3. Isenção de 50% das rendas devidas pelos estabelecimentos de hotelaria e restauração no âmbito dos respetivos contratos de arrendamento. Este valor seria parcialmente comparticipado pelo Estado, por um lado, isentando o valor de retenção na fonte, quer através da isenção do pagamento da taxa liberatória pelos senhorios dos rendimentos prediais obtidos no âmbito destes contratos;
  4. Implementação de novas moratórias fiscais e contributivas, nomeadamente quanto ao pagamento de IRC;
  5. Majoração de 50% dos tetos máximos dos valores previstos para o apoio a fundo perdido do programa Apoiar.pt dirigidos quer ao sector da hotelaria, quer ao sector da restauração, à semelhança do que sucede com o sector da animação noturna (11.250€ para microempresas e 60.000€ para pequenas empresas);
  6. Apoio excecional e complementar para o sector da hotelaria correspondente a 20% da quebra de faturação nos períodos em que existam restrições à circulação, nos mesmos moldes previstos para o sector da restauração, para compensar a total paralisação da atividade que essas limitações originaram;
  7. Implementação imediata (e não até ao final de 2020) das regras que flexibilizam o acesso ao programa de Apoio à Retoma Progressiva para todas as empresas do sector da hotelaria e da restauração;
  8. Implementação imediata de incentivos mensais a fundo perdido, correspondentes a 20% da quebra de faturação em relação ao período homólogo do ano anterior.

Estas medidas dependem do Governo e, nessa medida, Ricardo Pinto da Silva apela à Câmara Municipal de Guimarães para mover a sua influência junto do executivo de António Costa. 

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

Foto: Rui Dias / O MINHO

O presidente da AVH menciona quebras superiores a 60% na restauração. Na hotelaria o cenário é catastrófico, com uma redução média da faturação, até outubro, de 90%, segundo o presidente da AVH. “A mensagem que nos é transmitida diariamente pelo Governo é de medo, incutir o medo na população e está a resultar”, crítica Ricardo Pinto Silva.

“A despesa que está a ser feita neste momento não é canalizada para os sítios certos”, comentou o presidente da AVH, relativamente à iluminação de Natal.

Uma das preocupações da organização foi manter-se apartidária, Pedro Fernandes fez depender dessa premissa a participação na manifestação nacional que está prevista para o dia 25 (o último dia para pagamento de impostos ao Estado).

Há margem da manifestação, já no final, Bruno Fernandes, líder do PSD de Guimarães, encontrou-se com alguns dos participantes. O líder social-democrata manifestou o seu apoio às reivindicações dos manifestantes e sustentou que “são necessárias medidas mais robustas para ajudar este setor, até para que possa manter os níveis de emprego”.

Continuar a ler

Guimarães

Está em curso uma revolução nos acessos à cidade de Guimarães

Obras públicas

em

Foto: Rui Dias / O MINHO

Nos próximos três meses, os acessos a Guimarães, para quem chega por nordeste (nó de Selho), vão passar por uma revolução. Há três vias a inaugurar em dezembro, janeiro e fevereiro que prometem poupar muito tempo a quem tem de entrar e sair de Guimarães em hora de ponta.

O nó de Selho é o eleito pela maioria dos automobilistas para entrar e sair de Guimarães, independentemente da zona da cidade para onde vão ou de onde partem, uma vez que é mais barato que a opção Guimarães/Sul. Para quem vem ou vai para o Porto, usar o nó Guimarães/Sul, na zona de Urgezes, tem um custo acrescido de 45 cêntimos, por apenas cinco quilómetros de autoestrada a mais. 

Obras no túnel de Silvares. Foto: Rui Dias / O MINHO

Para quem viajar de Norte para Guimarães, por exemplo, a partir da fronteira, em Valença, o custo da portagem até Guimarães/Sul será 6,30 euros, já se escolher a saída nordeste, em Selho, o preço fica por 5,85 euros. Uma diferença de 45 cêntimos pelos mesmos cinco quilómetros. Contas feitas para veículos de classe 1, porque num camião, classe 4, a diferença é de 1,10 euros. 

Os dois percursos, rumo a sul, para chegar ao porto de Leixões e em direção a norte, para atravessar a fronteira, são vulgares para os camiões que saem e entram nas zonas industriais que existem tanto a norte como a sul da cidade. Muitas vezes a opção pelo nó de Selho tem uma componente económica. Até porque, em circunstâncias em que o transito não está congestionado, para muitos destinos, a diferença de tempo entre usar um ou o outro nó não é significativa. 

Obras no túnel de Silvares. Foto: Rui Dias / O MINHO

Pela importância que tem na ligação da cidade à rede viária nacional e pelos congestionamentos que ali se formam, o nó de Selho há muito que é um ponto negro no trânsito da cidade de Guimarães. Há anos que chegar ou sair de Guimarães por aquela via, significa ficar longos minutos em fila para ultrapassar a rotunda de Silvares.

 A escassos metros da portagem, esta rotunda divide o transito que segue para a autoestrada, o que vai para a vila de Pevidém e o que se dirige a Brito, na direção de Famalicão. É neste ponto que o transito fica bloqueado, servindo de pretexto para batalhas nas eleições autárquicas, uns prometendo um túnel, outros assegurando que vão construir um viaduto, outros ainda referindo que a situação devia ter sido prevista desde o momento que a autoestrada foi inaugurada, em 1996.

Obras no túnel de Silvares. Foto: Rui Dias / O MINHO

Eis que o túnel que promete desbloquear este problema já está aberto, em fase de acabamento, e com inauguração prevista para fevereiro de 2021. Quem chega pelo nó de Selho da A7, ou quem pretende sair de Guimarães por essa via, deixa de ter de circundar a rotunda de Silvares, passa a circular por baixo dela. A alameda Mariano Felgueiras (em frente ao Hospital de Guimarães e ao Guimarães Shopping) passa a ficar ligada à A7 por uma via continua, com duas faixas de rodagem em cada sentido.

Ainda no mês de dezembro, na mesma zona da cidade, é inaugurada uma variante que liga a rotunda de Mouril (que dá acesso à Decathlon e Leroy Merlin) à rotunda do Reboto. Esta via promete melhorar o acesso, para quem vem da autoestrada, à zona da Cidade Desportiva: pista Gémeos Castro, piscinas da Tempo Livre e Pavilhão Multiusos.

Obras no túnel de Silvares. Foto: Rui Dias / O MINHO

Ou seja, alguém que chegue a Guimarães pela autoestrada, para ir para a Pista Gémeos Castro, deixa de ter de ir à zona mais urbana. Estes automobilistas passam a cortar à direita na rotunda de Silvares e, mais à frente, na rotunda de Mouril metem pela nova variante. 

A solução é apenas parcial, na medida em que, depois da rotunda do reboto, o transito continua a fazer-se pelas ruas estreitas e sinuosas de Santiago de Candoso. Para um autocarro que transporte uma equipa para participar numa competição na Cidade Desportiva, este dificilmente poderá ser um itinerário a considerar.

Túnel. Foto: Google Maps

Há ainda uma terceira via, na mesma zona da cidade, com inauguração prevista para janeiro de 2021, que vai fazer a ligação entre a rotunda do Pinheiro Manso e rotunda de Mouril, passando por trás da Igreja de Silvares.

Este novo acesso, resulta de um contrato de urbanização celebrado entre a Câmara Municipal e os promotores do empreendimento logístico, comercial e de serviços, em desenvolvimento na zona onde já estão instaladas a Decathlon, a Sports Direct e a Leroy Merlin. O objetivo é diminuir o fluxo automóvel na EN 206, que liga o centro comercial “Espaço Guimarães” à rotunda de Silvares.

O desnivelamento da rotunda de Silvares representa a primeira fase de um projeto maior: a via do AvePark. Para esta via decorre um estudo de impacto ambiental. O início da construção desta via tem-se arrastado e André Coelho Lima, vereador do PSD na Câmara de Guimarães e deputado na Assembleia da República, afirmava sobre esta via, em maio de 2019: “A via de acesso ao Avepark não vai ser executada. É uma obra muito cara para aquilo que significa e pode ser feita uma alternativa muito mais barata, que é a criação de um nó da autoestrada na zona de Brito”.

Variantes. Foto: Google Maps 

“A via do Avepark será executada em três fases: a primeira é o desnivelamento da rotunda de Silvares, no acesso à autoestrada, que está em execução pela IP; a segunda fase é a rotunda de Ponte e a terceira fase será o tramo novo que terá início nesta rotunda e ligará ao Parque de Ciência e Tecnologia”, defendeu Domingos Bragança. A intervenção do presidente da Câmara aconteceu na reunião do executivo, de 21 de setembro deste ano, quando, mais uma vez, o PSD questionou a execução da obra, pedindo explicações sobre o estudo de impacto ambiental que a Câmara ainda não tornou público.

Parte deste projeto é também uma rotunda na zona do parque industrial de Ponte, cuja procedimento da obra de construção, foi aprovado na mesma reunião de 21 de setembro.

Para que o projeto seja fechado tal como foi apresentado inicialmente, fica a faltar a ligação da rotunda de Silvares ao Avepark, que também aproximaria as vilas de Ponte e de Caldas das Taipas da autoestrada.

Continuar a ler

Populares