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Alto Minho

Dezanove pessoas multadas por estarem a beber na rua em Valença

Estado de alerta

em

Foto: DR

A Comando Territorial de Viana do Castelo anunciou hoje que registou, no último fim de semana, 19 situações de infração de normas e medidas associadas à declaração do estado de alerta em Valença.


Ao que O MINHO apurou junto de fonte do Comando Territorial de Viana do Castelo, as situações de incumprimento detetadas verificaram-se em Valença, na noite de sábado, no âmbito de uma operação do Destacamento Territorial local.

A operação foi levada a cabo em zonas em que é habitual grupos de jovens juntarem-se em convívio e as infrações registadas foram de pessoas que estavam a consumir bebidas alcoólicas na via pública.

As autoridades levantaram auto de contraordenação aos infratores que terão de pagar multas entre os 100 e os 500 euros.

Pelas 09:48 de domingo, O MINHO contactou o comando de Viana do Castelo acerca de possíveis ações decorridas durante aquela madrugada, ao que obtivemos a resposta de que até ao momento não existia registo. Esta terça-feira, o comando explicou que na altura do contacto, ainda não tinha sido reportada a situação que ocorreu em Valença.

Em comunicado, o Comando Territorial de Viana do Castelo refere que, nos dias 4 e 5 de julho, reforçou o patrulhamento e a fiscalização ao cumprimento das normas e medidas associadas à declaração das situações de alerta.

“Com a subida das temperaturas, o Comando Territorial de Viana do Castelo orientou o patrulhamento para os locais propícios ao ajuntamento de pessoas, como as zonas balneares e outras afetas a atividades de lazer, relembrando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas em espaços ao ar livre de acesso ao público e vias públicas é proibido e constitui contraordenação, exceto nos espaços exteriores dos estabelecimentos de restauração e bebidas devidamente licenciados para o efeito”, salienta aquela força militar.

A violação destas regras está sujeita a uma coima que varia entre os 100 e os 500 euros, no caso de pessoas singulares, e entre os 1.000 e os 5.000 euros, no caso de pessoas coletivas.

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Alto Minho

Embriagado detido em Monção após ameaçar de morte o pai por não lhe dar dinheiro

Violência doméstica

em

Foto: DR (Arquivo)

Um homem de 43 anos foi detido pela GNR, em Monção, na quinta-feira, ao ser apanhado em flagrante a ameaçar de morte o próprio pai, de 67.

O suspeito, que estava embriagado e com comportamento agressivo, proferia ameaças de morte ao progenitor em frente aos militares do posto territorial de Monção, acabando detido.

Em comunicado, a guarda informa que o comportamento do homem já tinha levado a duas intervenções por parte dos militares, nos últimos dois dias antes da detenção.

Diz a guarda que em todas as situações, o homem encontrava-se alcoolizado e com comportamento agressivo perante os pais, procurando “coagir as vítimas a cederem dinheiro para seu proveito pessoal”.

O detido foi constituído arguido e está a ser presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal Judicial de Monção.

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Alto Minho

Batia na mulher até a mandar para o hospital. Foi detido em Valença e libertado pelo juiz

Violência doméstica

em

Foto: O MINHO (Arquivo)

Um homem de 65 anos foi detido na quinta-feira, em Valença, pelo crime de violência doméstica, anunciou hoje a GNR.

Em comunicado, o comando territorial dá conta da operação levada a cabo por militares do Núcleo de Investigação e de Apoio a Vítimas Específicas que culminou com a detenção do suspeito, após investigação.

Segundo a guarda, o homem, com problemas de alcoolismo, “exercia violência psicológica e física sobre a vítima, de 63 anos, nos últimos 20 anos de casamento”.

Em alguns dos casos, as agressões foram tão intensas que a mulher teve necessidade de tratamento hospitalar.

Ao longo dos últimos 20 anos o agressor chegou a estar sujeito a medidas de afastamento da vítima, mas nunca as cumpriu, acabando por ser absolvido em julgamento em dois processos nos anos de 2017 e 2019.

No decorrer das diligências policiais, os militares da guarda deram cumprimento a um mandado de detenção.

O detido foi constituído arguido e, após ter sido presente a primeiro interrogatório judicial, no Tribunal Judicial de Valença, ficou sujeito às medidas de coação de proibição de contactos e afastamento da vítima.

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Alto Minho

Avante com 100 mil pessoas é “vergonha internacional”, diz diretor do Paredes de Coura

Festivais de verão

em

Foto: TVI 24

João Carvalho, diretor do Festival de Paredes de Coura, veio a público mostrar a indignação por assumir que a Festa do Avante! terá 100 mil pessoas, algo que considera ser “uma vergonha nacional e internacional”.

Em declarações ao semanário Expresso (acesso pago), João Carvalho diz ter “muito respeito pelo PCP” mas avisa: “Se a Festa do Avante! acontecer da mesma forma que nos anos anteriores é uma absoluta injustiça e deixa-me com uma indignação enorme”.

O promotor lembra que em maio “o Governo proibiu o sector de trabalhar”, medida que fez com que o festival que organiza fosse cancelado neste ano de 2020, assim como outros festivais de verão.

Recorde-se que a organização comunista da Festa do “Avante!” garantiu o escrupuloso cumprimento das regras de distanciamento e higiene sanitários impostos pelas autoridades, devido à pandemia de covid-19, num recinto cuja lotação oficial é de 100 mil pessoas.

O principal responsável pelo evento, Alexandre Araújo, membro do Secretariado do Comité Central do PCP, evitou adiantar “números” de bilhetes já vendidos, qualquer previsão de visitantes ou mesmo esclarecer se vai haver um limite à entrada de pessoas, numa conferência de imprensa nos terrenos da 44.ª edição do certame político-cultural comunista.

“A Direção-Geral da Saúde (DGS) conhece a lotação habitual da festa. Nós temos tido uma lotação estabelecida, do ponto de vista das licenças emitidas, que se aproxima dos 100 mil. Digamos que… Bem, não digamos mais nada”, limitou-se a dizer, após ser insistentemente questionado.

O dirigente do PCP confirmou que a venda de bebidas alcoólicas, por exemplo, vai respeitar “legislação e regras em vigor”, pois “neste momento é proibida a sua venda depois das 20:00, à exceção de estabelecimentos de restauração”.

A EP (Entrada Permanente, um bilhete para os três dias) da Festa do “Avante!” 2020, com o custo de 26 euros até 03 de setembro, está à venda desde o Natal, de forma descentralizada, junto das diversas organizações do partido, um pouco por todo o país. Em qualquer dos dias de espetáculos, o bilhete aumenta para 38 euros, embora as crianças até 14 anos não paguem, desde que acompanhadas por adulto.

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