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Braga

Decoradoras de Braga abrem loja com seis salas em prédio em Lisboa

Casa do Passadiço

em

Foto: Instagram de Casa do Passadiço

A Casa do Passadiço, atelier de decoração sediado num palacete, com o mesmo nome, em Braga, abriu uma segunda loja, desta vez em Lisboa, com seis salas que se estendem ao longo de um, também, prédio antigo, em plena Avenida da Liberdade, onde outrora se situou o salão do cabeleireiro Eduardo Beuaté.


 

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Our store in Lisbon looking beautiful and ready for Christmas season 💫💫 Photo: João Bessone

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Desde 1992 que Catarina Rosas e as duas filhas, Cláudia e Catarina Soares Pereira, gerem o atlier de trabalho de decoração de interiores a partir do palacete do século XVIII (18), no Largo São João do Souto, no coração de Braga.

Desde setembro que no número 166, em Lisboa, a decoração das empresárias passa pelo mais extravagante, como é caso de alguns artigos da reconhecida artesã Joana Vasconcelos ou de gravuras assinadas por Almada Negreiros. Há também decoração menos complexa, como é o caso de pequenos objetos como livros, velas ou cerâmicas.

O espaço já atraiu diversas revistas internacionais de moda e decoração, entre as quais a revista Vogue.

Esta nova loja não será um passo arrojado para a Casa do Passadiço, tendo já decorado mais de 20 locais para a marca italiana Aquazzura, incluíndo um palácio, em Florença, residências em Londes e Nova Iorque, para além de gelatarias e marisqueiras em Lisboa.

Casa do Passadiço, Lisboa. Foto: Divulgação

A produção é feita na Casa do Passadiço, em Braga, com material 100% português. O espaço no centro da urbe bracarense foi comprado pelos avós das atuais proprietárias, no século XVIII, e serviu, durante o século XIX (19), como local de passagem para transeuntes que evitavam dar uma grande volta para chegar à Rua do Souto.

Casa do Passadiço, em Braga. Foto: CM Braga

Sobre o palacete, além da sua escadaria, que o historiador Alberto Feyo considerou como uma das “mais grandiosas da cidade”, destaca-se também pela sua capela e jardins com árvores centenárias. Desde há 26 anos que é também um centro nevrálgico de decoração de interiores de luxo.

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Braga

Mulher de Lisboa parte perna após queda em cascata no Gerês

Fecha de Barjas

em

Foto: DR

Uma mulher de 47 anos, residente em Lisboa, partiu uma perna na sequência de uma queda nas cascatas Fecha de Barja, mais conhecida como cascata do Tahiti, em Vilar da Veiga, ao final desta manhã de quarta-feira.

Ao que foi possível apurar por O MINHO, a lisbonense terá sofrido uma queda numa das rochas, caindo a uma das lagoas naturais.

Para o local foi mobilizada uma equipa de emergência da Cruz Vermelha de Rio Caldo com dois elementos e uma viatura apoiados pela equipa de resgate da UEPS da GNR (ex-GIPS).

A vítima foi transportada para o Hospital de Braga com ferimentos considerados ligeiros.

O alerta foi dado ás 11:30.

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Braga

Explosão em pedreira de Vieira do Minho faz um ferido

Acidente

em

Foto: Redes sociais

Um homem ficou ferido devido a uma explosão numa pedreira em Vieira do Minho e foi transportado de helicóptero para o Hospital de Braga a partir de Póvoa de Lanhoso.

Ao que O MINHO apurou, a explosão aconteceu numa pedreira em Vieira do Minho, sendo que o ferido terá sido transportado de carro particular até à rotunda do ouro, em Póvoa de Lanhoso, onde foi chamado o socorro.

Vídeo: Diogo Lopes / Grupo Moina na Estrada

Entretanto, foi acionado um helicóptero que transportou a vítima para o hospital de Braga.

Até ao momento, não foi possível apurar a gravidade dos ferimentos.

Os Bombeiros da Póvoa de Lanhoso estão a prestar socorro.

No local estão 17 operacionais apoiados por oito viaturas.

(em atualização)

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Braga

Detido por extorquir mulheres com fotos sexuais também praticou crimes em Braga

Polícia Judiciária

em

Foto: DR / Arquivo

A Polícia Judiciária (PJ) deteve um suspeito dos crimes de burla qualificada e extorsão, em Vila Real, que terá exigido dinheiro a várias mulheres para não divulgar fotografias ou filmes de cariz sexual, anunciou hoje aquela força policial. O suspeito também praticou crimes em Braga.

O Departamento de Investigação Criminal de Vila Real divulgou, em comunicado, que o homem de 53 anos é suspeito de ‘sextortion’ (ameaça de publicação de imagens privadas e sensíveis de cariz sexual, a menos que a vítima pague uma determinada quantia) e está “fortemente indiciado” pela prática dos crimes de burla qualificada e extorsão em Vila Real.

A investigação da PJ apurou que o arguido, mediante a utilização de uma identidade falsa e através das redes sociais (Facebook), criou amizade com várias mulheres, convencendo-as a facultarem-lhe fotografias ou filmes de cariz íntimo e sexual.

Segundo aquela polícia, depois de obtidas as imagens, o suspeito exigiu “montantes elevados em dinheiro, para que as mesmas fotografias e filmes não fossem divulgados a amigos e familiares das vítimas”.

A PJ acredita que o arguido terá feito desta atividade ilícita “o seu modo de vida” nos últimos meses, estando referenciado em vários locais, designadamente em Peso da Régua, Braga, Paços de Ferreira e Évora.

De acordo com a PJ, o homem, sem ocupação laboral, vive de forma itinerante pelo país, pernoitando em residenciais.

Depois de presente às autoridades judiciárias competentes para aplicação de medidas de coação, o detido ficou sujeito a apresentações bissemanais, proibição de acesso a redes sociais e proibição de contacto com as vitimas.

A Polícia Judiciária disse que vai continuar a desenvolver diligências de investigação no sentido de apurar a extensão da atividade criminosa do arguido, designadamente o número de vítimas atingidas.

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