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Braga

Cronologia: Em 2012, a queda de uma aeronave causou dois mortos em Braga

em

A queda de um helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), ao final da tarde de sábado, no concelho de Valongo, distrito do Porto, causou a morte aos quatro ocupantes.

Foto: DR

A bordo do aparelho seguiam dois pilotos e uma equipa médica, composta por médico e enfermeira.

A aeronave em causa é uma Agusta A109S, operada pela empresa Babcock, e regressava à sua base, em Macedo de Cavaleiros, Bragança, após ter realizado uma missão de emergência médica de transporte de uma doente grave para o Hospital de Santo António, no Porto.

Este é o acidente aéreo mais grave ocorrido este ano em Portugal, elevando para seis o número de vítimas mortais desde janeiro.

Cronologia dos principais acidentes ocorridos com aeronaves desde 01 de janeiro de 2009, segundo o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e Acidentes Ferroviários (GPIAAF), inclui a morte de duas pessoas em Braga, no ano de 2012, e dois feridos em Arcos de Valdevez.

Foto: DR

18 ago, 2012: Braga – A queda de uma aeronave junto a habitações em S. Pedro, no concelho de Braga, causou dois mortos.

O presidente do Aeroclube de Braga, ao qual pertencia a aeronave que hoje caiu naquele concelho, afirmou que o piloto de 75 anos tinha “milhares de horas de voo”.

Além do piloto morreu também o outro ocupante de 80 anos, ambos residentes na região bracarense.

Francisco Andrade, presidente do aeroclube, disse à Lusa que o piloto era “muito experiente, já tinha até sido instrutor e tinha milhares de horas de voo”.

“O acidente não se ficou a dever a qualquer problema mecânico, disso tenho a certeza absoluta”, afirmou Francisco Andrade que adiantou que no domingo seguinte chegariam dois técnicos vindos de Lisboa, para apurar as razões da queda.

A avioneta, modelo “Paulistinha 56 CU”, fora uma oferta do Presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek de Oliveira, quando este visitou Portugal.

A aeronave, com mais de 40 anos, “afocinhou” no terreno a dois metros de uma habitação em Palmeira, junto ao aeródromo, em são Pedro, numa zona rural do concelho de Braga.

Um sócio do aeroclube, José Oliveira, em declarações à Lusa afirmou que o piloto tinha feito mais 11.000 aterragens, e que o aparelho “estava impecável, tinha até levado um motor novo”.

O associado lamentou a perda desta peça de colecção, do aeroclube. Tina Santos, a proprietária do terreno, afirmou à Lusa que estava a dormir quando ouviu um “valente estrondo”, mas quando chegou à porta já a avioneta estava “enterrada”.

Agostinho Santos, que testemunhou a queda a partir de um logradouro a 10 metros, afirmou que viu “o pequeno avião a voar a uma altitude muito baixa e inclinado”. “Vi logo que ia cair”, rematou.

Segundo Francisco Andrade os dois ocupantes “terão tido morte imediata”.

2018:

15 dez, Valongo, Porto: A queda de um helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica, no concelho de Valongo, distrito do Porto, causou a morte aos quatro ocupantes: dois pilotos, um médico e uma enfermeira.

10 jul, Ponte de Sor, Portalegre: Um piloto de nacionalidade paquistanesa, de 20 anos, morreu na sequência da queda de um avião ligeiro de instrução, perto do aeródromo municipal de Ponte de Sor, distrito de Portalegre.

20 maio, Portimão: A queda de um parapente com motor (paramotor) provocou a morte de um homem, de 49 anos, numa zona de dunas, próximo da praia de Alvor, no concelho de Portimão.

2017:

05 out, Olhão, Faro: Um piloto de nacionalidade inglesa, de 70 anos, morreu devido à queda do ultraleve que pilotava, em Quelfes, no concelho de Olhão, distrito de Faro. A aeronave embateu de forma descontrolada no solo, num terreno situado nas traseiras de um restaurante, onde funciona um pequeno clube aéreo.

20 set, Comporta, Alcácer do Sal: Um homem, com cerca de 60 anos, morreu na sequência da queda de um paramotor (parapente com motor) na zona da Comporta, concelho de Alcácer do Sal, distrito de Setúbal.

20 ago, Cabril, Castro Daire: Um helicóptero da empresa Everjets caiu, tendo provocado a morte ao piloto, hoje em Cabril, Castro Daire, distrito de Viseu, quando combatia um incêndio florestal.

02 ago, Costa de Caparica, Almada – Um homem e uma menina morreram depois de terem sido atingidos por uma avioneta na sequência de uma aterragem de emergência na praia de São João, na Costa de Caparica, em Almada.

17 abr, Tires, Cascais – Uma aeronave de matrícula suíça caiu em Tires com quatro pessoas a bordo (três franceses e um suíço), que morreram. O aparelho descolou do aeródromo de Tires, tendo-se despenhado cerca de dois mil metros depois da descolagem e caído perto de um supermercado. Morreu uma quinta pessoa que estava na zona de descargas da superfície comercial.

2016:

19 jun, Ferreira do Alentejo – A queda de uma aeronave na zona de Canhestros, em Ferreira do Alentejo, distrito de Beja, provocou a morte do piloto, de nacionalidade belga, dois feridos graves e dois ligeiros, estes quatro paraquedistas portugueses.

2015:

20 nov, Ponte de Sor – Um helicóptero despenhou-se perto do aeródromo de Ponte de Sor, no distrito de Portalegre, o que causou ferimentos graves a uma jovem de 22 anos, de nacionalidade angolana.

20 set, Tomar – A queda de um ultraleve no campo de voo de Valdonas, Tomar, distrito de Santarém, onde decorria um evento aéreo, provocou a morte aos dois tripulantes.

19 set, Alcácer do Sal – Um ultraleve aterrou de emergência, tendo capotado de seguida, numa herdade de Alcácer do Sal, Setúbal, o que provocou ferimentos ligeiros aos dois ocupantes.

14 set, Viseu – Um ultraleve despenhou-se durante um voo local e o piloto, único ocupante, ficou com ferimentos ligeiros.

30 ago, Almada – Um avião ligeiro caiu ao rio Tejo, perto da Trafaria, concelho de Almada, Setúbal, quando realizava uma operação de reboque de manga. Os dois ocupantes ficaram feridos.

08 ago, Arcos de Valdevez – Um helicóptero ligeiro de combate a incêndios despenhou-se quando regressava de um fogo em Miranda, Arcos de Valdevez, e duas pessoas ficaram feridas.

26 jul, Coimbra – A queda de uma asa delta com motor na praia do Poço da Cruz, a norte da povoação da Praia de Mira, Coimbra, causou um morto e um ferido grave. A vítima mortal foi um homem português, de 48 anos, enquanto o ferido, com 25 anos, era de nacionalidade francesa.

29 jun, Paços de Ferreira – Um helicóptero ligeiro da Proteção Civil caiu na localidade de Lamoso, concelho de Paços de Ferreira, quando estava a reabastecer-se de água numa lagoa para combater um incêndio naquela localidade, causando ferimentos ao piloto.

18 jun, Coruche – A queda de um avião ligeiro no distrito de Santarém (entre os concelhos de Coruche e de Benavente), que estava carregado com produto para a pulverização agrícola, provocou ferimentos graves no piloto.

26 mai, Santo Tirso – A queda de uma avioneta junto ao campo de futebol do Água Longa, concelho de Santo Tirso, causou a morte aos dois ocupantes, ambos do sexo masculino.

06 fev, Azambuja – Um ultraleve caiu na pista do Campo de Voo de Alqueidão, concelho de Azambuja, na fase de descolagem. Os dois tripulantes morreram carbonizados.

03 jan, Tomar – A queda de um ultraleve, no concelho de Tomar, distrito de Santarém, causou a morte do piloto, de 43 anos, e ferimentos graves no outro ocupante, de 51 anos. O acidente ocorreu no campo de voo de Valdonas.

2014:

04 dez, Portalegre – Um helicóptero despenhou-se perto do aeródromo de Ponte de Sor, no distrito de Portalegre, e os dois tripulantes morreram.

25 out, Mirandela – Queda de um ultraleve no aeródromo de Mirandela provocou ferimentos nos dois ocupantes, um em estado grave.

12 set, Sagres, Vila do Bispo – Pescadores recolheram, ao largo de Sagres, documentação referente a um piloto e um ultraleve. O aparelho foi encontrado no mar, dois dias depois, ao largo do Porto da Baleeira. O piloto, de 74 anos, continua desaparecido até hoje.

15 mai, Setúbal – Uma aeronave fez uma aterragem perto da aldeia do Possanco, na Comporta, concelho de Alcácer do Sal, provocando ferimentos ligeiros nos dois ocupantes.

30 abr, Évora – Morte dos dois tripulantes que seguiam a bordo de uma aeronave que se despenhou na zona de Monte da Chaminé, perto do Aeródromo Municipal de Évora.

12 abr, Sines – Um homem, com cerca de 40 anos, morreu após o parapente em que voava ter caído no mar, ao largo da costa norte de Sines.

2013:

05 jan, Portalegre – Queda de uma aeronave numa zona rural, na Herdade Sobral da Lameira, concelho de Alter do Chão, distrito de Portalegre, motivou a morte do piloto e único ocupante do aparelho.

18 dez, Monchique – A queda de um helicóptero em Monchique, Algarve, provocou a morte de um dos tripulantes e ferimentos nos outros dois ocupantes, durante uma operação de vistoria de cabos elétricos.

2012:

05 set, Évora – A queda de uma aeronave em zona rural, nas imediações do Aeródromo Municipal de Évora, provocou um morto.

03 set, Ourém – A queda de um helicóptero de combate ao fogo junto ao parque de merendas de Espite, no concelho de Ourém, fez dois feridos ligeiros.

18 ago, Braga – A queda de uma aeronave junto a habitações em S. Pedro, no concelho de Braga, causou dois mortos.

19 jul, Beja – Registada amaragem de um avião anfíbio, que participava no combate ao incêndio em Tavira na albufeira do Roxo, devido a uma falha técnica, sem causar vítimas.

03 jul, Cascais – Uma aeronave caiu na Quinta de Manique, a norte do aeródromo de Tires, no concelho de Cascais, o que causou dois feridos sem gravidade.

26 jun, Cascais – Uma aeronave despenhou-se em Matarraque, São Domingos de Rana, concelho de Cascais, e morreram os dois ocupantes, de 21 e 29 anos.

02 jun, Sintra – Dois tripulantes, de 67 e 45 anos, foram as vítimas mortais da queda de um ultraleve na zona de Azóia, concelho de Sintra.

03 abr, Benavente – A queda de um ultraleve nas imediações do Campo de Voo de Benavente provocou a morte dos dois ocupantes, de 18 e 21 anos.

25 mar, Águeda – A queda de uma aeronave em Águeda provocou a morte do piloto, com cerca de 50 anos.

2011:

Não se registaram acidentes fatais, facto inédito há mais de uma década em Portugal, segundo o GPIAA. Nesse ano, a entidade registou seis acidentes e quinze incidentes.

2010:

15 dez, Sintra – Um ultraleve caiu na praia da Aguda, em Sintra, provocando a morte do passageiro, de 22 anos, e lesões graves no piloto, que viria a sobreviver.

29 ago, Leiria – Um avião ultraleve despenhou-se na pista do Aeroclube da Lagoa de Óbidos, tendo morrido os dois ocupantes.

10 ago, Portimão – A queda de uma aeronave de publicidade em Portimão causou um ferido ligeiro.

21 mar, Castelo Branco – Duas pessoas morreram devido à queda de uma aeronave em Castelo Branco.

06 mar, Montemor-o-Novo – Duas pessoas morreram na queda de uma aeronave junto à localidade de Ciborro. O aparelho despenhou-se quando se preparava para aterrar numa pista particular situada junto a um arrozal, numa zona isolada.

12 fev, Cascais – Uma aeronave ligeira caiu no Aeródromo de Tires e provocou três feridos ligeiros. A aeronave era proveniente do Aeródromo de Évora, onde funciona a Escola Civil de paraquedistas.

2009:

24 mai, Funchal – Uma aeronave ligeira, um aparelho privado de acrobacias modelo Zelin 142, despenhou-se na pista do Aeroporto da Madeira, um acidente que provocou um morto, um copiloto da TAP e proprietário da aeronave, e um ferido, mecânico de aeronaves.

13 jun, Seia – Um helicóptero, da empresa Helisul e que estava a fazer filmagens aéreas ao serviço de uma produtora, caiu numa encosta da Serra da Estrela, a 1.600 metros de altitude, no meio de giestas, ficando seguro por um cabo instalado pelos bombeiros. O realizador e operador de câmara ficaram gravemente feridos, registando-se ainda outro ferido ligeiro.

12 jul, Porto – Uma pessoa morreu na queda de uma avioneta em Ponte de Lima.

17 jul, Santarém – Uma aeronave com dois passageiros capotou para fora da pista quando estava a aterrar no aeródromo de Santarém, provocando um ferido ligeiro.

12 ago, Fundão – Um avião de combate a incêndios aterrou de emergência em Ferreiras, concelho de Fundão. Os dois tripulantes saíram ilesos.

14 ago, Évora – Uma aeronave, um bimotor Beech 99 conduzido pelo dono do avião e proprietário da empresa de paraquedismo SkyDive, caiu no Bairro de Almeirim, o que causou a morte dos dois ocupantes. O aparelho causou ainda danos no edifício em que raspou quando caiu.

16 ago, Setúbal – A queda de uma aeronave ligeira na zona de Alcácer do Sal, na Herdade de Palma, resultou na morte do piloto do aparelho, de 79 anos, e um dos donos da propriedade agrícola. Registou-se ainda um ferido grave, de 18 anos, com queimaduras nas pernas, e dois feridos ligeiros, familiares das vítimas e que se encontravam em terra.

15 set, Beja – Uma avioneta caiu em Aldeia de Sete, em Castro Verde, e fez três mortos.

03 out, Covilhã – Um avião despenhou-se durante um festival aéreo na Covilhã. Os dois tripulantes do avião, o piloto e uma jornalista, sofreram ferimentos ligeiros.

09 out, Castro Marim – Uma aeronave caiu em São Bartolomeu do Sul, registando-se a morte do piloto, único ocupante do aparelho.

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Braga

Ruca no Altice FORUM Braga: Temos 5 bilhetes duplos para oferecer – Interessado?

Participe até às 23:59 do próximo sábado (26 de janeiro)

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Foto: Divulgação

A popular personagem infantil Ruca vai estar no Altice FORUM, em Braga, no próximo dia 03 de fevereiro (domingo), para dois espetáculos no Grande Auditório. A primeira sessão será às 11:00 e a segunda às 15:00 horas. E O MINHO tem cinco bilhetes duplos para lhe oferecer.

Interessado? Envie-nos uma mensagem por e-mail ([email protected]) ou através da nossa página no Facebook e diga-nos por que razão um dos convites duplos lhe deveria ser oferecido a si.

No próximo domingo, 27 de janeiro, a Redação de O MINHO vai avaliar as melhores respostas e escolher os cinco vencedores.

Para os menos sortudos, os ingressos custam entre 12 e e 18 euros.

O espetáculo tem uma duração de 90 minutos.

Condições:

  • Os convites são para o espectáculo das 11:00 horas
  • Os vencedores devem levantar os bilhetes na bilheteira do Altice FORUM Braga, nos dias 02 ou 03 de fevereiro.

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Braga

Associação Florestal do Cávado alerta produtores para apoios a projetos no setor

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Foto: Divulgação

A Associação Florestal do Cávado chamou, esta terça-feira, a atenção dos produtores florestais para a existência de uma linha de financiamento destinada a intervenções em terrenos agrícolas e não agrícolas.

“Serve para rentabilizar superfícies de baixo valor patrimonial, apoiar manutenção e prevenir riscos de incêndio”, acentua o organismo.

A Associação Florestal do Cávado informa que decorre o prazo para apresentação de candidaturas para apoios à florestação, abrangendo projetos de intervenção com valor orçamental a partir de 3.000 euros e uma superfície mínima de investimento contígua de 0,5 hectares.

O presidente da Associação, Carlos Cação, sublinha a importância desta linha de financiamento para a região, considerando a inclusão de projetos de baixo custo e áreas de terreno com pequena dimensão.

“É uma oportunidade para a concretização de intervenções que favorecem a rentabilização de terrenos, em muitos casos, com baixo valor patrimonial, permitindo simultaneamente o financiamento para a manutenção e uma ação concertada de prevenção de riscos de incêndio”, aponta.

As taxas de apoio – assinala – oscilam entre os 75% e os 85%, estando ainda previsto um prémio de apoio à manutenção, durante um período de 10 anos, destinado a cobrir as despesas inerentes à manutenção dos povoamentos florestais instalados.

O prazo para apresentação de candidaturas decorre até final de fevereiro. Podem beneficiar dos apoios “pessoas singulares ou coletivas, de natureza privada, as autarquias locais e associações, as entidades gestoras de baldios, detentoras de terras não agrícolas, bem como organismos de administração pública central que detenham a gestão de terras não agrícolas”.

O que é financiado…

Entre as operações que são financiadas constam os custos de instalação (incluindo materiais florestais de propagação), aproveitamento da regeneração natural, preparação do solo, rega, plantação, sementeiras, mão-de-obra, fertilização, micorrização, protetores individuais de plantas ou redes de proteção, vedações e retanchas, custo de elaboração do Plano de Gestão florestal ou de instrumentos equivalentes ou de outros estudos prévios à execução do projeto.

Como “terra não agrícola” entende-se uma “superfície que, apesar de compreendida nas ocupações culturais consideradas superfícies agrícolas, não teve atividade agrícola nos últimos cinco anos e superfícies florestais não arborizadas (superfície com vegetação arbustiva, sem uso agrícola)”.

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Braga

Comissão Administrativa convoca assembleia de militantes na secção do PS/Braga

Jorge Faria reúne-se com apoiantes para decidir se é candidato ao Secretariado.

em

Foto: DR/Arquivo

A Comissão Administrativa que está a gerir a Secção de Braga do PS convocou, para dia 28, segunda-feira, à noite, uma assembleia de militantes, para debater o processo eleitoral interno, marcado para dia 2 de março.

Fonte partidária disse a O MINHO que a convocatória foi já enviada aos militantes.

Entretanto Jorge Faria, que encabeçou uma lista nas eleições de 2018, reúne-se dia 25, num jantar em Braga, com os seus apoiantes para decidir se se recandidata ao cargo nas eleições internas marcadas pela Federação Distrital de Braga para o dia 02de março.

O ato eleitoral surge após a demissão, a cinco de janeiro, da Comissão Política Concelhia, presidida por Artur Feio.

Até às eleições, o órgão político da Secção está a ser dirigido por uma comissão administrativa, presidida por Fausto Faria e que integra Jorge Cruz e José Silva.

Artur Feio, o anterior presidente da Secção local, já anunciou que se vai recandidatar ao cargo, a que renunciou para “clarificar a situação” já que a oposição interna, chefiada por Jorge Faria, vinha dizendo que tinha “falta de legitimidade”.

Em 2018, em janeiro, Artur Feio venceu as eleições para a Secção, com 70 por cento dos votos, contra uma lista de apoiantes de António José Seguro, liderada por Jorge Faria.

Faria concorreu sob protesto por entender que a lista de Feio fora admitida ilegalmente a votos, já que não apresentou uma moção política, como é exigido pelos estatutos.

Recorreu, de seguida, para a Comissão de Jurisdição Distrital, onde perdeu, e depois para a Jurisdição Nacional do PS, em Lisboa, a qual, quase um ano depois, ainda se encontra, à espera de uma decisão.

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