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Braga

Ciclista agredido por conhecido piloto de automóveis no trânsito em Braga

Junto à escola Carlos Amarante

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Um ciclista, de 25 anos, queixa-se de ter sido agredido por um automobilista na sequência de uma altercação no trânsito, na Rua de Restauração, em São Víctor, cidade de Braga, esta segunda-feira à noite, apurou O MINHO junto de fonte dos bombeiros.

O alerta foi dado cerca das 20:00 desta segunda-feira, mobilizando para o local, junto à escola secundária Carlos Amarante, uma ambulância dos Bombeiros Sapadores de Braga.

Ao que apurámos, o alegado agressor é um conhecido piloto de automóveis de Braga, ícone do automobilismo nacional, com cerca de 30 anos de carreira.

Ao que tudo indica, os dois ter-se-ão desentendido após uma manobra no trânsito, com o automobilista a partir para as agressões.

O ciclista, que terá sofrido ferimentos ligeiros, foi assistido, estabilizado e transportado para o Hospital de Braga pelos bombeiros.

Até ao momento, o ciclista não apresentou queixa nas autoridades, estando ainda no hospital.

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Braga

Cerveja artesanal de Vila Verde foi a mais premiada em evento em Lisboa

Cerveja artesanal

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Foto: Divulgação

Quatro tipos de cerveja da cervejeira artesanal Letra, com sede em Vila Verde, foram premiados no evento Paixão pela Cerveja Awards & Beer Party, que decorreu no passado sábado, no Hotel Marriot, em Lisboa, anunciou hoje a marca.

A Letra foi a cervejeira artesanal que obteve mais distinções com quatro das suas cervejas classificadas como “Excelência”, elas são: Letra Christmas Brown Ale; Letra On Oak – Oatmeal Stout; Lumber Jane Oak Double IPA; Barley Wine Port Barrel Aged (Letra, Mean Sardine e Lervig).

De acordo com a marca, todas as cervejas selecionadas foram sujeitas a uma prova cega onde foram dados scores até um máximo de 50 valores. Das diversas marcas nacionais e internacionais distinguidas, foram as cervejas artesanais que obtiveram uma boa “fatia” das distinções.

Filipe Macieira, cervejeiro e sócio fundador da Letra, acredita qua a marca vai continuar a surpreender com cervejas e outros produtos inovadores: “Agora no Natal, para além do já lançado Hoppy Gin (destilado da Letra F) também vamos lançar dois novos produtos, um queijo artesanal que incorpora no seu fabrico a cerveja Letra F (IPA), revestido com o lúpulo da variedade Mosaic e um folar doce à base de malte cervejeiro”.

Francisco Pereira, sócio fundador, salienta que estes reconhecimentos “são fruto de muito trabalho e dinamismo de toda a equipa da marca de cerveja minhota.

“Hoje a Letra apresenta-se no mercado como uma marca, que para além de ter evoluído na qualidade das suas cervejas, aposta no lançamento de cervejas e produtos ligados à cerveja de carácter único e pioneiro o que todos os dias nos traz novos clientes e seguidores”, aponta.

A partir do dia 28 de novembro, além dos próprios bares “Letraria” com diferentes eventos, a marca também vai estar presente em lojas Pop-Up em três dos mais movimentados shoppings do Norte: Braga Parque, Parque Nascente (Porto) e no Mar Shopping (Matosinhos).

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Braga

UMinho presta homenagem a António de Sousa Fernandes

Pioneiro nos estudos sobre descentralização da educação em Portugal

em

Foto: Divulgação

O Instituto de Educação (IE) da Universidade do Minho presta esta segunda-feira uma homenagem póstuma a António de Sousa Fernandes, seu  antigo professor e pioneiro nos estudos sobre a descentralização da educação, a autonomia das escolas e a renovação da investigação em administração educacional em Portugal.

A sessão decorre das 09:30 às 18:00, no auditório multimédia do IE, no campus de Gualtar, em Braga. A iniciativa tem o tema geral “A Educação e os Municípios” e insere-se  no ciclo “XIX Diálogos sobre Educação”.

A Reitoria adiantou hoje que a abertura decorre pelas 09:30, com intervenções dos professores João Formosinho, Licínio Lima, Almerindo Afonso e Manuel Sarmento, todos do IE. Segue-se um painel com Jorge Martins (Universidade Lusófona), João Pinhal (Universidade de Lisboa), António Neto Mendes (Universidade de Aveiro) e Licínio Lima, que culmina na atuação do Coral Porta Nova e do Coral Guadalupe.

A partir das 14:30, é a vez de se conhecer projetos dos municípios de Braga e Guimarães, respetivamente com as vereadoras Lídia Dias e AdelinaPaula
Pinto. O painel das 17:00 junta testemunhos de ex-alunos da licenciatura e do mestrado em Educação da UMinho – Margarida Carneiro, Luís Eira e Maria João Rocha –, estando o encerramento previsto para  as 18:00.

FORMADO EM TEOLOGIA

António Manuel de Sousa Fernandes (1936-2019) formou-se em Teologia em Braga e em Direito Civil em Lisboa, tendo ainda feito pós-graduações em França e nos EUA e frequentado cursos gerais de órgão, violino e canto.

Foi padre, advogado, professor, maestro, juiz do tribunal eclesiástico e presidente do Município e da Assembleia Municipal de Braga. Na UMinho, fez parte do grupo dos primeiros professores, a partir de 1975, na então Unidade Científico-Pedagógica de Ciências da Educação (atual IE) e, mais tarde, presidiu o Instituto de Estudos da Criança.

Tornou-se um dos primeiros doutorados em Organização e Administração Escolar em Portugal, com uma tese sobre a centralização do ensino secundário (1992). Tem uma ampla bibliografia, inclusive estudos para a Comissão de Reforma do Sistema Educativo e o Conselho  Nacional de Educação. Destacou-se igualmente pela sua intervenção  cívica e humanista.

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Braga

Coreografia de Francisco Camacho estreia-se hoje e desafia os cânones da idade em Braga

Artes

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Foto: Divulgação

O coreógrafo Francisco Camacho estreia hoje uma nova coreografia, “Velhas”, que desafia os cânones da dança ocidental ligados à juventude, com bailarinos seniores, no Theatro Circo, em Braga.

Na nova peça, que também será apresentada no sábado, Francisco Camacho reuniu um grupo de profissionais em torno dos 50 anos que irão dançar ao som da música original, tocada ao vivo, de Sérgio Pelágio.

Neste novo trabalho, o coreógrafo “desafia os cânones da dança ocidental aprisionados na ideia de juventude, pujança e superação física”, segundo a sinopse da obra divulgada pela produção.

Os intérpretes — Ana Caetano, Bernardo Gama, Carlota Lagido, Filippo Bandiera e Sílvia Real — “reconfiguram sucessivamente o espaço, utilizando materiais diversos, que determinam a sua fisicalidade e o movimento”, ao longo do espetáculo.

A direção artística e coreografia são de Francisco Camacho, em co-criação com os intérpretes, e a cenografia e a luz são de Frank Laubenheimer, numa coprodução com o Theatro Circo.

A intenção do espetáculo é “dar palco a uma idade habitualmente menos presente, e também uma forma de reflexão sobre a história e a sua violência, que priva alguns sujeitos da sua existência plena, e apela a uma maior maturidade das comunidades”.

Nascido em Lisboa, em 1967, Francisco Camacho estudou dança, teatro e voz, em Portugal e em Nova Iorque, nomeadamente no Merce Cunningham Dance Studio e no Lee Strasberg Theatre Instítute, nos Estados Unidos.

Paula Massano, Meg Stuart, Alain Platel e Carlota Lagido foram alguns dos coreógrafos com quem trabalhou, atuando na Europa e nos Estados Unidos.

Começou a coreografar solos e peças de grupo em 1988, apresentando espetáculos em coautoria com as coreógrafas Mónica Lapa, Vera Mantero e Carlota Lagido, e com os encenadores Fernanda Lapa e Miguel Abreu.

Assinou, entre outros, os solos “Nossa Senhora das Flores” e “Rei no Exílio – Remake”.

Desenvolveu intervenções para uma obra de Pedro Cabrita Reis, em exposição no Museu de Arte Contemporânea de Bona, e para a exposição de Francis Bacon no Museu de Serralves, assim como projetos para espaços não convencionais.

Foi galardoado com os prémios Bordalo da Casa da Imprensa de 1995 e 1997, na área da Dança, e com o Prémio Acarte/Maria Madalena de Azeredo Perdigão 1994/95, do antigo Serviço de Animação, Criação Artística e Educação pela Arte (Acarte), da Fundação Calouste Gulbenkian.

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