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Barcelos

Jovem morre na A3 em Barcelos após bater em contramão

Colisão dobrou cisterna do camião que transportava combustível

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Um jovem de 27 anos, residente em Guimarães, morreu e um homem ficou com ferimentos na sequência de uma colisão frontal ao quilómetro 52 da Autoestrada n.º3, em Barcelos, entre um camião de matérias perigosas e um automóvel da marca Mercedes, que seguia em contramão naquela autoestrada.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Ao que apurou O MINHO, o camião seguia no sentido Braga-Valença quando foi surpreendido por uma viatura que circulava em contramão, não conseguindo evitar o brutal choque que deixou ambas as viaturas bastante danificadas.

O camionista ainda tentou encostar a viatura pesada ao separador central mas não conseguiu evitar a colisão, arrastando a viatura ligeira por mais de 50 metros. O camião acabou dobrado, e foi necessário efetuar trasfega do material transportado, cerca de 33 mil litros de combustível – peso de 28 toneladas -, para outra cisterna.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Ao que foi possível apurar, um outro carro vinha a acompanhar o Mercedes no sentido correto, a mais de 140 quilómetros horários, desde a estação de serviço de Barcelos.

Os serviços de desencarceramento do condutor do veículo ligeiro demoraram cerca de 02:30 horas, mas o condutor já estava sem vida.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O condutor do camião foi transportado para o Hospital de Braga com ferimentos ligeiros.

No local estiveram os Bombeiros Sapadores de Braga com viatura de desencarceramento e uma ambulância no total de oito elementos, os Bombeiros de Barcelinhos com uma viatura de desencarceramento e duas ambulâncias, no total de 9 elementos, a VMER de Famalicão e o serviço da concessionária BRISA.

A vítima mortal foi transportada para o Instituto de Medicina Legal de Braga.

O alerta foi dado pelas 04:28 para a freguesia de Lama, Barcelos. A GNR de Ponte de Lima registou a ocorrência.

Notícia atualizada às 08h23

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Barcelos

“O PSD abandonou, mais uma vez, os barcelenses”

Polémica na câmara de Barcelos

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Imagem via Barcelos Popular

A saída da sala por parte da oposição aquando da chegada do presidente da Câmara durante a última reunião de executivo municipal de Barcelos levou a que o secretariado local do PS lançasse acusações ao PSD de “abandonar” os barcelenses.

Em comunicado, os socialistas criticam a atitude dos vereadores sociais-democratas, acusando-os de presumirem que o autarca Miguel Costa Gomes seja culpado dos crimes que lhe estão imputados, sem que exista julgamento prévio.

“Depois de termos assistido a um abandono que colocou em causa projetos comunitários, a resolução das questões de recolha de resíduos; o Barcelos Bus e outros projetos e apoios muito relevantes para o desenvolvimento do concelho, a oposição municipal e particularmente o PSD, como principal partido da oposição voltaram a mais uma atitude que comprova o seu desinteresse por Barcelos”, escrevem os socialistas.

O comunicado aponta que os vereadores da oposição dizem “defender o princípio de presunção de inocência”, mas não o estão a cumprir, “querendo impor ao presidente (…) uma decisão que, objetivamente, não só viole esse principio constitucional, como o faça, também, em relação ao principio da separação de poderes”.

“O caso judicial em apreço, pelo seu mediatismo e sistemáticas violações do segredo de justiça é, hoje, por todos sobejamente conhecido e assume fortes contornos políticos. Um processo que esteve parado nos últimos meses e que após as eleições legislativas teve uma decisão do Tribunal da Relação do Porto, que permitiu perceber que a medida de coação era desajustada, desproporcional e desnecessária”, salientam os socialistas.

O PS diz mais: que 21 dos 28 contratos “suspeitos” nesta operação que acusa Miguel Costa Gomes de corrupção foram assinados pelo atual vereador da oposição, Domingo Pereira, ex-PS e ex-integrante do executivo dos socialistas.

O mesmo comunicado recorda a operação Tutti Frutti, que envolveu Carlos Reis e outros elementos destacados do PSD de Barcelos. “O PSD Barcelos pediu a suspensão ou a renúncia do seu líder, então presidente de junta aquando das investigações e fortes indícios, segundo o ministério público, de dois crimes de peculato?”, questionam.

“O vereador da oposição e líder do BTF pediu a suspensão ou renúncia do seu mandato aquando da sua constituição como arguido?”, questionaram ainda.

“Da nossa parte, mantemos a profunda convicção de inocencia do presidente Miguel Costa Gomes, reforçada pela decisão do Tribunal da Relação do Porto e o sentido de responsabilidade conferido pelos barcelenses para fazer mais e melhor por Barcelos”, referem.

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Barcelos

Oposição na Câmara de Barcelos abandona reunião à chegada do presidente

PSD pede eleições intercalares

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Imagem via Barcelos Popular

Os cinco vereadores da oposição na Câmara de Barcelos recusaram-se esta sexta-feira a participar na reunião do executivo, por duvidarem da legalidade de a mesma se realizar sem ser permitida a presença na sala de quaisquer funcionários municipais.

A reunião de voltou a ser presidida pelo presidente da Câmara, Miguel Costa Gomes (PS), que está impedido pelo tribunal de contactar com os funcionários do município, uma medida de coação aplicada no âmbito da Operação Teia.

“Temos sérias e fundadas dúvidas de como pode decorrer uma reunião que impeça a presença de funcionários municipais, mesmo que seja necessário algum esclarecimento técnico, ou, no caso de uma reunião pública como a de hoje, em que os mesmos funcionários não possam participar na qualidade de cidadãos”, refere uma declaração política apresentada pelos três vereadores do PSD.

Os social-democratas acrescentam que não participarão na reunião “até ser dada prova cabal da possibilidade legal de a mesma ocorrer nestes moldes”, afirmando que a solução para a Câmara passa pela realização de eleições intercalares.

O vereador do CDS também questionou a legalidade da situação e sublinhou a “anormalidade” que diz reinar na Câmara de Barcelos.

António Ribeiro desafiou Costa Gomes a suspender o mandato enquanto decorrer o processo judicial em que é arguido.

Já o vereador do movimento independente Barcelos, Terra de Futuro (BTF), Domingos Pereira, disse que com a atual situação “não há condições políticas objetivas” para que os membros do executivo possam continuar a exercer o seu mandato.

Disse ainda que está a fazer “uma avaliação pessoal” para decidir se continuará como vereador ou se suspenderá ou renunciará ao mandato.

A cada um dos vereadores que foi saindo da sala, o presidente da Câmara limitou-se a dizer que lhes seria marcada falta injustificada.

No final, aos jornalistas, Costa Gomes sublinhou que “não há qualquer impedimento legal” para que possa continuar o exercício do seu mandato.

Disse que tem apenas a “limitação” de não poder contactar com os funcionários, pelo que foi feito um ajustamento para ultrapassar esse constrangimento.

No âmbito da Operação Teia, Miguel Costa Gomes estava em prisão domiciliária desde 03 de junho, indiciado dos crimes de corrupção passiva e de prevaricação.

O juiz de instrução criminal proibiu-o ainda de quaisquer contactos com funcionários municipais.

Recorreu para a Relação que, na última semana, determinou a restituição de Costa Gomes à liberdade, impondo-lhe a prestação de uma caução de 20 mil euros.

No entanto, manteve a proibição de contactos com funcionários.

Na Operação Teia, e além de Costa Gomes, são ainda arguidos o entretanto demissionário presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto, e a mulher, a empresária Manuela Couto.

O outro arguido é o ex-presidente do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto Laranja Pontes, que entretanto se reformou.

Manuela Couto também esteve em prisão domiciliária, mas a pulseira eletrónica foi-lhe igualmente retirada na semana passada.

O processo está relacionado com alegados favorecimentos às empresas de Manuela Couto por parte do município de Barcelos e do IPO/Porto, a troco de favores políticos conseguidos por Joaquim Couto.

Hoje, Costa Gomes reafirmou que a sua “consciência está tranquilíssima” e que aguarda o desenrolar do processo de forma “serena, confiante e tranquila”.

“Não fiz nada daquilo que lá está”, referiu.

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Barcelos

Incêndio em prédio de Barcelos mobiliza 13 bombeiros

Arcozelo

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Foto: DR/Arquivo

Um incêndio habitacional num prédio mobilizou vários meios, ao início da noite desta quinta-feira, em Arcozelo, cidade de Barcelos.

Segundo fonte da Associação Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), estiveram no local 13 operacionais apoiados por cinco viaturas de combate a incêndios urbanos.

Apesar do susto, registaram-se apenas danos materiais.

A PSP registou a ocorrência.

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