Seguir o O MINHO

Região

113 bombas sem combustíveis nos distritos de Braga e Viana – lista

Segundo a plataforma VOST, às 16:00. Dados inseridos por internautas e confirmados por voluntários

em

Posto de Esposende reabastecido com escola policial. Foto: Facebook de Rui Maria Mota / Grupo "Moina na Estrada"

Às 16:00 horas desta quarta-feira, 99 postos de abastecimento no distrito e 13 no distrito de Viana do Castelo encontravam-se sem combustíveis, de acordo com dados disponibilizados na plataforma VOST Portugal (Voluntários Digitais em Situação de Emergência).

Data, Posto, Local, Combustível em Falta

A informação está disponível em janaodaparaabastecer.vost.pt. e é organizada a partir de testemunhos enviados através de um formulário disponível no site ou via redes sociais.

ATUALIZAÇÃO: Últimas Notícias sobre a Crise nos Combustíveis

Segundo um dos responsáveis do site, em declarações ao PÚBLICO, os dados estão a ser confirmados por sete voluntários, antes de serem disponibilizados na plataforma. “A partir de um certo número de registos, a informação é dada como válida — ou seja, quatro pessoas. Temos também voluntários nas imediações [dos postos] que podem validar essa informação”, indica Jorge Gomes ao jornal.

A greve nacional dos motoristas de matérias perigosas, que começou às 00:00 de segunda-feira, foi convocada pelo SNMMP, por tempo indeterminado, para reivindicar o reconhecimento da categoria profissional específica, tendo sido impugnados os serviços mínimos definidos pelo Governo.

Anúncio

Aqui chegado…

...temos uma pequena mensagem para partilhar consigo. Cada vez mais pessoas lêem O MINHO, jornal estritamente digital, líder de audiências. Ao contrário de outros órgãos de informação, optámos por não obrigar os leitores a pagarem para lerem as nossas notícias, mantendo o acesso à informação tão livre quanto possível. Por isso, como pode ver, precisamos do seu apoio.

Para podermos apresentar-lhe mais e melhor informação, que inclua mais reportagens e entrevistas e que utilize uma plataforma cada vez mais desenvolvida e outros meios, como o vídeo, precisamos da sua ajuda.

O MINHO é um órgão de comunicação social independente (e sempre será). Isto é importante para podermos confrontar livremente todo e qualquer tipo de poder (político, económico ou religioso) sempre que necessário.

Inspirados na filosofia seguida pelo jornal inglês "The Guardian", um dos mais importantes órgãos de comunicação do Mundo, também nós achámos que, se cada pessoa que lê e gosta de ler O MINHO, apoiar o futuro do nosso projeto, este será cada vez mais importante para o desenvolvimento da sociedade que partilhamos, a nível regional. Pela divulgação, partilha e fiscalização.

Assim, por tão pouco como 1€, você pode apoiar O Minho - e só demora um minuto. Obrigado.

Braga

INL desenvolve “cavalo de Tróia” contra vespas asiáticas

Desenvolvimento vai entrar na última fase em junho

em

Foto: DR/Arquivo

Cientistas do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL), em Braga, desenvolveram uma nova armadilha contra as vespas asiáticas, em forma de cápsula, que irá entrar na última fase de desenvolvimento entre junho e setembro.

A armadilha será um “petisco” que as vespas vão confundir com o tórax de abelhas, que deverão ser levadas para os ninhos, onde será libertada um biocida para matar os animais. Por este motivo, as pequenas cápsula são descritas como um “cavalo de Tróia”.

A última fase de projeto Arma4Vespa vai decorrer numa zona aberta, mas controlada num local da Apicave em Braga. O INL começou a desenvolver a armadilha depois de ser desafiado em 2016.

“O desafio foi lançado para termos algo que pudesse ser selectivo e destruísse os ninhos da vespa-asiática de forma não convencional”, disse, ao Público, Miguel Cerqueira, engenheiro biológico do INL.

“As formas convencionais estão relacionadas com a identificação de ninhos, a sua recolha e muitas vezes com o uso de insecticidas ou pesticidas. Há ainda quem os destrua através de fogo.”

As cápsulas esféricas com cerca de quatro milímetros são compostas por polissacarídeos, bem como proteínas animais (com fígado de bovino ou carne de aves) e aromas (como óleo de camélia), que atraem a vespa asiática.

A vespa asiática gosta de apanhar abelhas, cortar-lhes as pernas, asas e cabeça e leva o tórax para o ninho. A armadilha imita justamente esta parte do corpo do inseto e tem um biocida (um insecticida, pesticida ou um microorganismo de combate biológico).

“Como normalmente as temperaturas no ninho são mais altas e os materiais acabam por se degradar, esperamos que a vespa coma uma parte da cápsula e ajude à sua degradação”, explica Miguel Cerqueira.

Estima-se que durante uma semana a cápsula liberte um biocida e mate as vespas dentro do ninho.

Recorde-se que a vespa asiática foi detectada pela primeira vez em Portugal em 2011, em Viana do Castelo, e já chegou ao Ribatejo.

O INL tem como parceiros a TecMinho, a Associação de Apicultores do Cávado e Ave (Apicave) e a Federação Nacional dos Apicultores de Portugal (FNAP). O Arma4Vespa foi financiado pelo Programa Apícola Nacional do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP) em cerca de 150 mil euros.

Continuar a ler

Alto Minho

As “valedoras” de Cerveira-Tomiño, duas pioneiras na Europa sem fronteiras

São defensoras dos direitos da cidadania transfronteiriça

em

Foto: Eurocidade Tomiño/Cerveira

Cinco meses depois de conseguirem a denominação de “eurocidade”, Tomiño (Espanha) e Vila Nova de Cerveira (Portugal) são pioneiras numa experiência inovadora da Europa sem fronteiras, a integração nas suas administrações das “valedoras”, defensoras dos direitos da cidadania transfronteiriça.

Esta figura, criada para melhorar o dia a dia dos habitantes destas localidades situadas nas margens do rio Minho, ajuda também a aproximar os projetos da Agenda Estratégica de Cooperação Transfronteiriça das necessidades dos cidadãos.

A assinatura da constituição da eurocidade Cerveira-Tomiño representou o referendar da cooperação institucional, económica, social, cultural e ambiental entre os municípios, ligados historicamente, mas pertencentes a diferentes estados da União Europeia (UE).

A “valedora” espanhola Zara Pousa e a portuguesa Lurdes Cunha ajudam com o seu trabalho a “defender os interesses dos habitantes de Cerveira e de Tomiño como cidadãos europeus”, afirma a primeira, após explicar à jornalista da EFE María Abad que “na Europa sem fronteiras continua a haver diferenças”, pois muitas “leis são diferentes” em ambos os países.

Tanto Pousa como a sua homóloga portuguesa recolhem nos seus relatórios as queixas, reivindicações e sugestões dos cidadãos para adaptar as ações das instituições locais e europeias às necessidades dos ‘tomiñenses’ e cerveirenses.

A presidente do município (‘alcaldesa’) de Tomiño, Sandra González, destaca que estas defensoras “influenciam de maneira muito positiva” a resolução de problemas ou limitações que afetam os cidadãos pela existência de uma fronteira que às vezes se pensa que não existe, mas que está presente “em questões políticas e administrativas”.

Elas contribuem para “que a cidadania europeia seja cada vez mais efetiva”, afirma González. São as encarregadas de informar sobre “aquilo que as pessoas normalmente não dizem diretamente à ‘alcaldesa’ ou ao presidente da Câmara. Colocam problemas que, de outro modo, passariam completamente despercebidos”.

Uma solicitação das “valedoras” à Câmara de Cerveira e à de Tomiño serviu, por exemplo, para resolver diferenças entre utentes da piscina de Cerveira, na qual os espanhóis tinham o pagamento com cartão de crédito limitado por estarem num país diferente.

Pendente de resolução está a barreira na mobilidade transfronteiriça infanto-juvenil, que afeta as atividades comuns organizadas entre institutos dos dois municípios.

“Uma das formas de divulgar a eurocidade e fazer com que haja interação entre as pessoas foi chegar às escolas”, diz Lurdes Cunha, professora de profissão, segura de que, “desde criança, quando as pessoas começam a ser formadas, têm uma visão mais ampla, mais global, que se vai tornar em fermento para que o mundo seja melhor”.

As atividades entre estudantes dos dois municípios exigem, só por atravessar o Minho, “um formulário assinado por ambos os progenitores perante a Guarda Civil” para os espanhóis e, no caso português, “autorização com assinatura validada de pai, mãe ou tutor perante um notário, com os correspondentes custos económicos”.

Como tal, as “valedoras”, através de um relatório enviado a organismos europeus e nacionais, apostam em fomentar a “flexibilidade da linha fronteiriça”, considerando no contexto da eurocidade uma “zona franca administrativa”.

Este será mais um passo para fomentar a integração entre os moradores das margens do Minho, que vivem em dois países europeus diferentes, mas que se sentem “cidadãos do mundo”.

“Somos todos daqui”, resume a “valedora” portuguesa.

Continuar a ler

Braga

Empresa de Braga finalista nos prémios Mobis

‘DELICAT’ está selecionada na categoria de Marca – Mobiliário de Cozinha e Armários

em

Foto: Divulgação

A empresa bracarense ‘DELICAT’ é uma das finalistas do XIII Prémio Mobis, cuja gala se realiza hoje, no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões. A empresa faz parte de um grupo de mais de 70 finalistas, das 11 categorias a concursos e é uma das finalistas na categoria de Marca – Mobiliário de Cozinha e Armários.

Este evento de cariz internacional, que promove o empreendedorismo e a inovação, “pretende contribuir de forma decisiva para uma maior notoriedade deste setor dentro e fora de portas”, refere a organização em comunicado.

Emídio Brandão, editor da MN Mobiliário em Notícia e Diretor do Prémio Mobis, afirma: “é importante criar-se negócios aqui [no Prémio Mobis], os jovens são importantes e vão aparecer! Há algo que me orgulha: ao fim de mais de 20 anos continua a ser um evento respeitável. Eu acredito na nova geração, o futuro está aqui. Ao longo dos anos tem havido uma evolução muito grande, que se traduz numa crescente preocupação nas áreas do Design e da Qualidade em geral, o que tem vindo a tornar o mobiliário português mais competitivo e mais apetecível internacionalmente”.

Apresentada por Sónia Araújo, a Gala do Prémio Mobis contará com a presença do Presidente da direção da Associação
Comercial de Braga (ACB), Domingos Macedo Barbosa, do Presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, João Vieira Lopes, do Presidente da AIMMP – Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal, Vítor Poças e do Presidente do Conselho Diretivo do IAPMEI, Professor Nuno Mangas.

Recorde-se que o setor do mobiliário, que de momento reúne 55.000 postos de trabalho diretos, cada vez mais tem apostado na exportação. Prevê-se, que em 2018, tenha atingido um novo recorde de exportações na casa dos 2,5 mil milhões de euros, para um volume de negócios que deve ultrapassar os 3,5 mil milhões de euros e um saldo positivo na balança comercial na ordem dos 900 milhões de euros.

Continuar a ler

EM FOCO

Anúncio

ÚLTIMAS

Patrocinado

Reportagens da Semana

Populares