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Futebol

Vizela recebe Oliveirense no arranque da II Liga

Estreia após promoção

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Foto: Vizela FC (Arquivo)

A edição 2020/21 da II Liga de futebol vai arrancar com o encontro entre o Estoril Praia e o recém-promovido Arouca, em 10 de setembro, anunciou hoje a Liga de Clubes.


Na temporada passada, a competição foi suspensa na primeira quinzena de março e dada como concluída no final de abril, quando faltavam 10 jornadas por disputar, face à pandemia do novo coronavírus.

A primeira jornada terá, então, início dia 10 do presente mês, uma quinta-feira, com os ‘canarinhos’ a receberem no Estádio António Coimbra da Mota, pelas 20:00, a equipa arouquense, que garantiu a subida à II Liga, juntamente com o Vizela, as duas equipas com mais pontos no terceiro escalão, na sequência do cancelamento dos campeonatos devido à pandemia de covid-19.

A ronda prossegue na sexta-feira, dia 11, à mesma hora, com a receção do Feirense ao Desportivo de Chaves, continuando no sábado com os encontros Académico de Viseu-Académica (11:00) e Vizela-Oliveirense (17:00).

No domingo, dia 13, o Cova da Piedade recebe o Mafra, a partir das 11:15, o Leixões é o anfitrião do Casa Pia, às 16:00, o Benfica B joga igualmente em casa com o Vilafranquense, pelas 18:00, e cerca de meia hora depois o FC Porto B desloca-se ao terreno do Varzim.

Cova da Piedade e Casa Pia tinham sido despromovidos ao Campeonato de Portugal, mas foram convidados pela Liga a apresentar a sua candidatura às competições profissionais depois de Vitória de Setúbal e Desportivo das Aves falharem o cumprimento dos critérios de inscrição.

No dia 14, o desafio entre Penafiel e Sporting da Covilhã encerra a primeira ronda, às 19:45.

A segunda jornada tem início em 18 de setembro e disputa-se até ao dia 20, a terceira acontecerá durante a semana, entre 22 e 24, e a quarta arranca dois dias depois para terminar a 29, uma terça-feira.

A quinta ronda joga-se no primeiro fim de semana de outubro, entre os dias 02 e 04.

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Futebol

“Estou mais preocupado em marcar do que em não sofrer”

Rui Almeida

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Foto: DR

Declarações no final do jogo entre Santa Clara e Gil Vicente, da terceira jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Ponta Delgada e que terminou empatado 0-0:

– Rui Almeida (Treinador do Gil Vicente): “Penso que entrámos melhor no jogo, duas ocasiões para nós. Depois, a partir dos 25 minutos, pegou o Santa Clara, com situações que nos criaram alguns problemas. Penso que o jogo foi a radiografia do seu inicio: uns momentos mais para nós, uns momentos mais para o Santa Clara

Nenhuma das equipas conseguiu ter sucesso, também por competência dos guarda-redes.

Há que realçar e não estou a dizer porque ganhei um ponto aqui nos Açores, a equipa do Daniel [Ramos] é muito bem organizada e não é por acaso que fizeram os seis pontos, com dois jogos e duas vitorias.

Nos também conseguimos criar problemas, era isso que nós queríamos e a nossa ambição era conseguirmos mais bola, vi a estatísticas e foi divido para as duas equipas.

Eu estou mais preocupado em marcar do que em não sofrer. É sempre um registo importante [ainda não ter sofrido golos], porque houve momentos em que pressionamos mais alto do que o Santa Clara”.

– Daniel Ramos (Treinador do Santa Clara): “Dividir o jogo em duas partes. Duas equipas idênticas do ponto vista tático, que têm uma ideia estrutural identifica, procedimentos idênticos. Entrámos fortes no jogo, entrámos pressionantes, sabíamos que o provocar do erro teria um aspeto decisivo.

O tempo foi passando e permitimos que o Gil com mérito conseguisse entrar bem no jogo. Entrada equilibrada de parte a parte.

Na segunda parte, contra o vento, estrategicamente com um futebol mais curto, mais ligado, maior capacidade de repormos a bola em jogo e de termos mais bola, tentámos atrair o Gil Vicente através de uma saída curta.

Faltou que não houvesse mais jogo jogado, que não houvesse tantas paragens. Isso foi enervando a equipa.

Dominámos, diria mais o controlo, da segunda parte, como domínio, controlo, mas não muito incisivo. Acho que fomos ligeiramente melhores na segunda parte, mas não o suficiente para criarmos oportunidades.

Há satisfação pelo bom arranque, que é importantíssimo. Andamos nós contentes, como andam os sócios e adeptos do Santa Clara e isso traz uma energia positiva para o clube e para a região. A equipa está competitiva.

Muito provavelmente vai entrar mais um jogador, um central obrigatoriamente”.

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Futebol

Gil Vicente empata nos Açores no primeiro jogo com adeptos desde março

I Liga

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Foto: Twitter

Santa Clara e Gil Vicente empataram hoje 0-0, em jogo da terceira jornada da I Liga de futebol, o primeiro com público, permitindo aos açorianos isolarem-se na liderança, com mais um ponto do que FC Porto e Benfica.

Em Ponta Delgada, no primeiro teste para o regresso dos espetadores aos recintos desportivos, com 10% da capacidade do recinto, o Santa Clara cedeu os primeiros pontos na prova, que lidera provisoriamente, com sete pontos, mais um do que ‘dragões’ e ‘águias’, que ainda vão disputar os seus jogos nesta ronda.

O Gil Vicente ocupa provisoriamente o quinto lugar, com quatro pontos, mas também menos um jogo, depois de o embate com o Sporting, para a primeira jornada ter sido adiado devido a casos de covid-19.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio de São Miguel, em Ponta Delgada.

Santa Clara – Gil Vicente, 0-0

Equipas:

– Santa Clara: Marco, Ramos, Mikel Villanueva, João Afonso, Mansur, Anderson Carvalho, Osama Rashid, Jean Patric (Cryzan, 73, Costinha 99), Diogo Salomão (Romão, 90), Carlos Júnior e Santana.

(Suplentes: André Ferreira, Fábio Cardoso, Lucas, Ukra, Romão, Costinha, Nené, Cryzan e Sagna).

Treinador: Daniel Ramos.

– Gil Vicente: Denis, Joel, Rodrigo, João Afonso (Lucas Mineiro, 62), Gonçalves, Leauty (Kanya, 69), Ruben Fernandes, Leandrinho (Rena Oliveira, 46), Samuel Lino (Lourency Rodrigues), Talocha e Nogueira.

(Suplentes: Daniel Fuzato, Souley, Lourency Rodrigues, Bouba, Renan Oliveira, Kanya, Vitor Carvalho, Lucas Mineiro e Hall).

Treinador: Rui Almeida.

Árbitro: Iancu Vasilica (AF Vila Real)

Ação disciplinar: cartão amarelo para Mikel Villanueva (03), Leandrinho (22), Joel (65), Rodrigo (80)

Assistência: 878 espetadores

(em atualização)

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Futebol

Vitória diminui passivo pela oitava época consecutiva

Finanças

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Miguel Pinto Lisboa. Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO (Arquivo)

O passivo do Vitória SC, clube cuja SAD tem a equipa da I Liga portuguesa de futebol, desceu pela oitava temporada seguida, tendo-se fixado nos 6,68 milhões de euros no final da época 2019/20, mostra o relatório e contas.

Publicado no sítio oficial vitoriano, na noite de sexta-feira, o documento que vai ser votado na assembleia-geral de 10 de outubro revela que o passivo baixou 10,3%, dos 7,45 para os 6,68 milhões, confirmando a tendência decrescente que ocorre desde 2011/12, quando o clube se viu com 24 milhões de passivo e teve de se restruturar financeiramente, com um Plano Extrajudicial de Conciliação.

Essa redução deveu-se quase toda ao “serviço da dívida reestruturada ao Estado e banca”, cujo valor desceu dos 6,13 para os 5,41 milhões de euros, após o Vitória ter liquidado 727 mil euros na temporada anterior, refere o parecer do conselho fiscal vitoriano ao relatório e contas, favorável por unanimidade.

Já o ativo do clube, que corresponde sobretudo às infraestruturas de que é proprietário, desvalorizou dos 34,07 para os 32,83 milhões de euros.

Depois de três épocas com resultados positivos – 798 mil euros em 2016/17, 303 mil em 2017/18 e 747 mil em 2018/19, o Vitória de Guimarães concluiu a temporada 2019/20 com um resultado negativo de 355 mil, indica ainda o relatório e contas.

Responsável por várias modalidades desportivas e pelo futebol de formação abaixo dos 11 anos, o clube minhoto ainda conseguiu um saldo positivo de 519 mil euros entre rendimentos e gastos, antes de encargos como juros e impostos, mas a receita total desceu quase 25%, dos 5,96 para os 4,49 milhões de euros.

O parecer do conselho fiscal indica que a receita com quotização e lugares anuais se manteve nos 2,25 milhões de euros, mas a das rendas baixou de 607 para 530 mil euros e das modalidades também caiu, de 759 para 528 mil euros, em parte devido ao cancelamento das atividades desportivas em março de 2020, forçado pela pandemia de covid-19.

Os gastos também caíram entre 2018/19 e 2019/20, mas somente 7,4%, dos 4,28 para os 3,97 milhões de euros, com os encargos com modalidades a serem de 1,15 milhões, valor semelhante ao da temporada anterior.

Na próxima reunião magna, os sócios vitorianos vão ainda votar o orçamento para a época 2020/21, decisão que costuma acontecer em junho, mas que o clube decidiu adiar devido à pandemia de covid-19.

O documento prevê um resultado líquido negativo de 62 mil euros, com rendimentos totais de cerca de quatro milhões de euros, sustentados principalmente pela quotização (1,6 milhões) e pelas modalidades (820 mil euros), e gastos de 3,35 milhões, destinados também às modalidades (1,02 milhões) e à porção da quotização que o clube tem de entregar à SAD (863 mil euros).

O parecer do conselho fiscal, favorável por unanimidade, refere que o orçamento constitui uma “resposta responsável ao contexto da pandemia” e é “estratégico”, quando o clube se prepara para adquirir a maioria da SAD.

O Vitória anunciou, na quinta-feira, que vai deter 96,4% da SAD, após comprar as ações de Mário Ferreira, correspondentes a 56,4% do capital, por 6,5 milhões de euros, em três tranches, até 31 de março de 2022.

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