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Último ciclo de exposições no Palácio Vila Flor e Plataforma das Artes até janeiro de 2016

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Guimarães inaugurou, no dia 17 de outubro, as duas últimas mostras coletivas em 2015: “S de Saudade, perfilados de medo [instalação antológica de um arquivo intermitente]”, de Paulo Mendes, e “Os Inquéritos [à Fotografia e ao Território]: Paisagem e Povoamento”.

A mostra individual de Paulo Mendes, que apresenta no Palácio Vila Flor uma antologia das obras da série “S de Saudade” iniciada em 2007, vai estar patente ao público entre este mês de outubro e o final de janeiro de 2016. Em igual período, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), na Plataforma das Artes e da Criatividade, exibe a exposição excecional “Os Inquéritos [à Fotografia e ao Território]: Paisagem e Povoamento”.

No Palácio Vila Flor, o trabalho de Paulo Mendes especula sobre o desassossego de uma presença post-mortem. No propósito de questionamento crítico sobre os efeitos traumáticos de um regime, o artista junta diferentes elementos visuais, numa disposição visionária e parcelar, reativando o que historicamente sucumbiu à vulgaridade e indiferença.

No Centro Internacional das Artes José de Guimarães, abriu a segunda grande exposição coletiva do ano: “Os Inquéritos [à Fotografia e ao Território]: Paisagem e Povoamento”. O projeto aborda e tematiza o papel da fotografia no mapeamento, documentação e construção pela imagem do território português. Tendo como ponto de partida a expedição à Serra da Estrela, a exposição reúne um conjunto de inquéritos em que a fotografia assume particular relevância.

Para além destas mostras, o público poderá também (re)visitar a coleção permanente e outras obras patente no piso 1 do CIAJG. Esta exposição sofreu uma remontagem no mês de julho com a apresentação da obra de Pedro Valdez Cardoso, “Ártico: narrativa e fantasmática”, que reúne uma instalação e um alargado conjunto de desenhos que estabelecem um diálogo com a prática arqueológica. Estas novas propostas juntaram-se aos ex-libris da coleção que continuam em exposição, nomeadamente o tão apreciado e visitado núcleo As Magias, que reúne um alargado conjunto de máscaras africanas.

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