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Futebol

“Temos de melhorar nos últimos 30 metros”

Vítor Oliveira, treinador do Gil Vicente

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Foto: Paulo Jorge Magalhães /O MINHO (Arquivo)

Declarações dos treinadores de Gil Vicente e Rio Ave, no final da partida da 13.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, que os vila-condenses venceram por 1-0:

Vítor Oliveira (treinador do Gil Vicente): “O empate teria sido mais de acordo com as oportunidades criadas pelas duas equipas.

O Rio Ave, bem trabalhado, teve mais bola e, na primeira parte, não existimos, apesar de ainda termos uma oportunidade num remate de Sandro Lima.

Na segunda parte, quando o jogo estava equilibrado, sofremos o golo de penálti, mas depois reagimos bem e criámos duas situações que podiam ter dado o empate.

Acabámos por não definir com a clareza que gostaríamos, o que é uma situação que nos vem apoquentar. Temos de melhorar o nosso jogo nos últimos 30 metros.

Gil Vicente interrompe série de três vitórias consecutivas ao perder em Vila do Conde

As vitórias são sempre justas, mas creio que podíamos ter levado um ponto e seria mais de acordo com as oportunidades criadas nos 90 minutos.

Em termos ofensivos, foi o nosso jogo menos conseguido dos últimos quatro”.

Carlos Carvalhal. Foto: DR / Arquivo

Carlos Carvalhal (treinador do Rio Ave): “Foi um jogo bem preparado da nossa parte e com uma vitória justa.

Logo aos 10 minutos, já tínhamos duas boas oportunidades, frente a um adversário difícil de ser contrariado, e que vinha de três vitórias consecutivas.

Fomos uma equipa sólida em termos ofensivos e, ao mesmo tempo, vigilantes na perda da bola, não permitindo os contra-ataques do Gil Vicente.

Na segunda parte, mantivemos a toada, fizemos o golo, e apesar do Gil Vicente ainda reagir, conseguimos contrariar, e apesar da reação do adversário, nada tira o mérito à nossa vitória, frente a uma equipa a quem é muito difícil criar oportunidades.

[Sobre o jogo 300 de Tarantini] Tenho o prazer de ser o seu treinador quando atingiu esta marca. É um grande jogador e um grande profissional, que continua aí ‘para as curvas’, mesmo depois de 300 jogos.

[sobre expulsão de Taremi] Não quero desculpar comportamentos, tenho sempre de os responsabilizar, mas tentei perceber o que aconteceu, e o jogador apenas perguntou “porquê?”. Talvez se tenha chegado um pouco mais ao árbitro, mas não me parece que tenha sido de uma gravidade extrema, comparado com outras situações que tenho visto antes”.

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Futebol

Adeptos recebem FC Porto no Dragão com insultos e assobios

Derrota na final da Taça da Liga

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Foto: Twitter

Cerca de meia centena de adeptos do FC Porto receberam hoje a equipa com assobios e insultos à chegada ao Estádio do Dragão, após a derrota na final da Taça da Liga em futebol, frente ao SC Braga.

A polícia já estava preparada para qualquer incidente e, pouco antes da chegada do autocarro dos ‘dragões’, colocou dois carros em frente à entrada da garagem do Estádio do Dragão para evitar que os adeptos descontentes chegassem perto.

A empresa de segurança do clube também esteve de prevenção.

Apesar dos inúmeros insultos, pedidos para o treinador Sérgio Conceição se demitir e para que fosse falar com os adeptos, a saída do plantel e da equipa técnica foi feita sem complicações.

O treinador do FC Porto, Sérgio Conceição, falhou no sábado a conferência de imprensa após a derrota na final da Taça da Liga abandonando o estádio ao lado do presidente Pinto da Costa.

Após a final da 13.ª edição da Taça da Liga, Sérgio Conceição colocou o lugar à disposição da administração do clube, na ‘flash interview’ da Sport TV, tendo afirmado que falta “união dentro do clube” portista”.

Com a derrota, os ‘dragões’ perderam o primeiro título da temporada, estando em segundo lugar na I Liga portuguesa, a sete pontos do líder Benfica, e nas meias-finais da Taça de Portugal, em que vão defrontar o Académico de Viseu, além da Liga Europa, em que vão jogar, nos 16 avos de final, com os alemães do Bayer Leverkusen.

“Nós temos de olhar para dentro. É preciso responsabilidade coletiva. Não estou a falar do grupo de trabalho, é toda a gente. É difícil trabalhar em determinadas condições”, atirou Conceição.

Antigo jogador do clube, Conceição conquistou, até agora, uma Liga portuguesa e uma Supertaça pelos portistas, conseguindo 38 vitórias em 52 jogos no primeiro ano, 42 triunfos em 57 encontros na temporada transata e, já nesta época, 25 vitórias em 34 partidas.

O SC Braga venceu no sábado o FC Porto, por 1-0, no jogo da final da Taça da Liga de futebol, disputado em Braga, com um golo de Ricardo Horta aos 90+5 minutos.

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Futebol

Treinador do FC Porto põe lugar à disposição: “Não há união”

Após derrota na final da Taça da Liga

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O treinador do FC Porto, Sérgio Conceição, colocou o lugar à disposição da administração do clube, após a derrota na final da Taça da Liga de futebol com o SC Braga (1-0).

Na ‘flash interview’ da Sport TV, o técnico luso, campeão pelos ‘dragões’ em 2017/18, disse ter colocado o lugar “à disposição do presidente” e afirmou que os ‘azuis e brancos’ estão “sem união dentro do clube”.

Com a derrota de hoje, os ‘dragões’ perderam o primeiro título da temporada, estando em segundo lugar na I Liga portuguesa, a sete pontos do líder Benfica, e nas meias-finais da Taça de Portugal, em que vão defrontar o Académico de Viseu, além da Liga Europa, em que vão defrontar, nos 16 avos de final, os alemães do Bayer Leverkusen.

“Nós temos de olhar para dentro. É preciso responsabilidade coletiva. Não estou a falar do grupo de trabalho, é toda a gente. É difícil trabalhar em determinadas condições”, atirou Conceição.

Depois de um primeiro ano que considerou “muito difícil” por ter enfrentado a época “sem reforços e sem dinheiro”, ainda que tenha culminado no título de campeão nacional, o segundo ano pecou por “falta de verdade desportiva”, segundo o técnico.

“Este ano, sem união dentro do clube. O meu lugar está à disposição do presidente”, completou.

Antigo jogador do clube, Conceição conquistou, até agora, uma Liga portuguesa e uma Supertaça pelos portistas, conseguindo 38 vitórias em 52 jogos no primeiro ano, 42 triunfos em 57 encontros na temporada transata e, já nesta época, 25 vitórias em 34 partidas.

Sobre a final perdida, o treinador destacou a “infelicidade” de sofrer um golo na última jogada, depois de uma partida que “poderia cair para qualquer lado, com grande intensidade”, dando os parabéns ao Sporting de Braga.

O SC Braga venceu hoje o FC Porto, por 1-0, no jogo da final da Taça da Liga de futebol, disputado em Braga, com um golo de Ricardo Horta aos 90+5 minutos.

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Cinco jogos, cinco vitórias, uma taça: “Vou dar folga aos jogadores amanhã”

Taça da Liga

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Foto: SC Braga / NEXT TV

Declarações dos treinadores do SC Braga e do FC Porto, após o jogo da final da Taça da Liga de futebol, disputado em Braga, que terminou com uma vitória dos bracarenses, por 1-0:

Rúben Amorim (treinador do SC Braga): “A equipa do Braga soube entender os momentos do jogo. Os primeiros 30 minutos foram muito bons. Depois, o FC Porto equilibrou e ficou um pouco por cima. Ao intervalo, falámos sobre isso. Na segunda parte, o FC Porto entrou forte. Tivemos o azar [da lesão} do Tormena e perdemos alguma velocidade, mas o Wallace entrou muito bem e soube anular o jogo direto do FC Porto. O grande mérito dos jogadores foi saberem entender os momentos do jogo. Acabaram por ter felicidade no fim e vencer o jogo.

Estou bastante feliz por mim, pela minha família, por todas as pessoas que me apoiaram após o castigo que tive no ano passado [2018/19]. Há poucos meses estava castigado. Agora estou aqui a festejar a Taça da Liga. Vou deixar festejar os jogadores e dar folga amanhã [domingo]. Vamos ter pouco tempo para preparar o jogo com o Moreirense [I Liga], mas já estou focado nisso.

Tem [um sabor especial esta Taça da Liga]. Houve uma ou outra em que não joguei e não tem o mesmo sabor. Sendo treinador, tem um sabor especial, por tudo o que aconteceu no ano passado e no início do mês. O que eu passei ajudou-me muito a ser o treinador que sou hoje.

Os resultados ajudam muito na afirmação, depois de tantas críticas, eu me afirmar como treinador de futebol. O principal é olhar para a equipa. Os resultados ajudam as pessoas a entenderem isso. Apesar de eu não ter o nível de treinador, às vezes pode-se estar à espera de derrotas para certas pessoas fazerem as críticas chegar. Com os resultados a acontecerem, é mais fácil precaver-me disso. Temos de olhar para o trabalho da equipa, para o que ela faz em campo. É verdade que tive a ‘estrelinha’ em muitos dos jogos, mas os resultados ajudam muito à minha afirmação e dão-me um certo gozo depois das críticas a que fui sujeito. Mas não quer dizer que esteja tudo bem. Se tivesse perdido alguns dos jogos que ganhei, também não estaria tudo mal.

[Após a entrada para o lugar de Ricardo Sá Pinto] houve uma mudança de sistema, a mudança de uma ideia, que acabou por correr bem com os resultados. Tenho a minha forma de trabalhar, de entender o jogo.

O nosso sistema de jogo é como qualquer outro. Temos pouco tempo de trabalho. O que pode mudar são as características: jogar com o Trincão e com o [Ricardo] Horta é uma coisa e jogar com o Galeno é outra. Ao jogarmos com o Palhinha, temos mais recuperação no meio-campo. Ao jogarmos com o [André] Horta, temos mais bola e criatividade.

Lembro-me que ganhámos o primeiro jogo no Jamor [com o Belenenses SAD], por 7-1, mas, depois, contra o Tondela, sentimos muitas dificuldades e, durante a primeira parte, tivemos assobios dos adeptos. Se perdermos com o Moreirense, poderemos ficar a sete pontos do terceiro lugar. Isto é tudo muito volátil.

A nossa ideia é fazer crescer o Braga [após questão sobre o clube transformar-se num candidato ao título]. O rumo é aquilo que o presidente disse: apostar na formação, segurar o plantel que temos hoje. Não vamos conseguir segurar os jogadores todos no final da época, com eles [a jogarem] assim. Temos de criar condições para chegarmos a um ponto em que podemos segurar o plantel por mais tempo.

O clube cresceu muito, deu um passo em frente. O presidente tem feito um trabalho excecional. Precisamos muito dos adeptos e da cidade para crescermos como clube”.

Sérgio Conceição, treinador do FC Porto, não compareceu na sala de imprensa.

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