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Sporting pode ficar a um ponto do terceiro lugar do Famalicão, mas tem de vencer Gil

I Liga

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Foto: Twitter de SCP

O Sporting pode aproximar-se, este domingo, do terceiro lugar da I Liga de futebol, ocupado pelo Famalicão, caso vença em casa do Gil Vicente, em encontro da 12.ª jornada da prova.

Os leões, que se apresentam motivados com a recente vitória na receção aos holandeses do PSV Eindhoven, assegurando a presença nos 16 avos de final da Liga Europa, procuram manter o bom momento, frente a um Gil Vicente que tem como principal argumento a vitória na receção ao FC Porto, na primeira jornada da prova, por 2-1.

Além do jogo de Barcelos, a ronda conta com mais dois jogos hoje, com o Tondela a receber o Belenenses e o Vitória de Setúbal o Vitória de Guimarães.

Resultados da 12.ª jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 29 nov:

Santa Clara – Boavista, 1-2 (0-2 ao intervalo)

– Sábado, 30 nov:

Moreirense – Desportivo das Aves, 3-2 (2-1)

Benfica – Marítimo, 4-0 (3-0)

Portimonense – Famalicão, 2-1 (1-0)

– Domingo, 01 dez:

Tondela – Belenenses, 15:00

Vitória de Setúbal – Vitória SC, 17:30

Gil Vicente – Sporting, 20:00

– Segunda-feira, 02 dez:

SC Braga – Rio Ave, 18:45

FC Porto – Paços de Ferreira, 20:45

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Carlos Meira deixa sofá para ‘salvar’ o CDS: “Viva o Alto Minho, viva Viana do Castelo”

Congresso Nacional do CDS-PP

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Foto: Twitter

O candidato à liderança do CDS-PP, o vianense Carlos Meira, afirmou este sábado que quer deixar “a comodidade do sofá” e ir para a rua combater o que considerou ser “a nova ditadura do gosto”, imposta e “financiada por uma certa esquerda”.

O final do discurso foi diferente dos restantes candidatos, que terminam a aclamar o CDS e Portugal: “Viva o Alto Minho, viva Viana do Castelo!”, gritou Carlos Meira quando saiu do palanque.

“Tal como entrei neste congresso, solto e livre, autêntico e combativo desafio-vos a todos, e cá estarei para dar o exemplo, a sairmos da comodidade do sofá, do conforto das nossas salas e voltarmos à rua, sim à rua, e sem tréguas”, disse o candidato à sucessão da atual líder, Assunção Cristas.

O antigo líder da concelhia de Viana do Castelo disse ao congresso que o seu objetivo passa por combater “a nova ditadura do gosto”.

“Uma ditadura do gosto apoiada, suportada e financiada por uma certa esquerda que nos quer impor limites à nossa forma de viver, barreiras à nossa forma de educar, leis e mais leis à nossa forma de estar”, vincou.

O centrista assegurou aos congressistas que, caso seja eleito o próximo presidente do CDS, podem contar consigo “para esse debate”.

O 28.º Congresso do CDS-PP arrancou hoje e termina no domingo, em Aveiro. Além de Carlos Meira são também candidatos à presidência do CDS João Almeida, Francisco Rodrigues dos Santos, Abel Matos Santos e Filipe Lobo d’Ávila.

Na intervenção de apresentação da sua moção, intitulada “Pelo futuro, por Portugal”, Carlos Meira considerou que “o CDS bateu no fundo, e com muito estrondo”, e apontou que “negar este facto e evidência não é querer bem ao CDS”.

“Negar o desperdício, as avenças, as subvenções, as negociatas ruinosas praticadas pelo CDS e no CDS é tapar o sol com a peneira, negar a realidade escura que hoje se vive e vivemos no CDS em nada ajuda e contribui para haver uma vida nova e nova vida do CDS”, criticou.

Por isso, o centrista assinalou que se apresenta a este congresso “também para ajudar a levantar, a novamente erguer o CDS”.

Porém, para o partido se erguer, “precisa de clarificar, de mudar, de mudar muito e de mudar a sério para recuperar o mais possível a sua credibilidade, de mudar muito para o CDS se reencontrar, de mudar muito para o CDS ter esperança na sua indispensável utilidade”, elencou.

Lá fora espera-nos “um povo que está desconfiado de nós”, advogou.

“Este congresso, num dos seus tempos mais difíceis, não é congresso para passar cheques em branco”, vincou Carlos Meira, desafiando os primeiros subscritores de todas as moções de estratégia global que vão a votos, a “dizer preto no branco aos congressistas quem são os primeiros vice-presidentes das suas listas e devem dizer quem são os secretários gerais que irão propor” antes da abertura das urnas de voto, “para que não haja hesitações, dúvidas ou equívocos”.

No final da apresentação, o candidato, de 34 anos, agradeceu aos militantes mais velhos, que trouxeram “mais oportunidades” à sua geração e deixou uma “palavra de certeza e de ânimo” aos mais jovens, e instou-os “lutarem pela liberdade e pela democracia”.

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Famalicão tenta capitalizar dérbi lisboeta e consolidar lugar no ‘pódio’

17.ª jornada

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Foto: Twitter de B24

O Famalicão recebe hoje o Marítimo, em jogo da 17.ª jornada, no qual vai procurar aproveitar o desaire do Sporting diante do líder Benfica e reforçar o terceiro lugar da I Liga portuguesa de futebol.

Os famalicenses, que na quarta-feira asseguraram uma inédita presença nas meias-finais da Taça de Portugal, somam 30 pontos, mais um do que os ‘leões’, que na sexta-feira perderam em casa com o rival lisboeta, por 2-0.

Em caso de triunfo sobre o Marítimo, a formação orientada por João Pedro Sousa abre quatro pontos de vantagem sobre o Sporting e reduz para oito a diferença para o segundo colocado, FC Porto, que foi derrotado por 2-1 pelo SC Braga, na abertura da ronda.

Em Vila Nova de Famalicão, em jogo agendado para as 17:30, os minhotos terão pela frente o 10.º classificado, que vem de quatro partidas sem perder, sendo que a última derrota do conjunto comandado por José Gomes aconteceu no Estádio da Luz (4-0).

Rio Ave e Boavista encerram a 17.ª jornada e a primeira volta da I Liga, às 20:00, sendo que os vila-condenses precisam de uma vitória para igualarem o Vitória de Guimarães no quinto lugar, com 25 pontos, depois de os vitorianos terem batido por 1-0 o Santa Clara na véspera.

Por seu lado, os ‘axadrezados’ ainda procuram a primeira vitória sob o comando de Daniel Ramos, após um empate com Portimonense e um desaire com o Famalicão.

No primeiro jogo do dia, agendado para as 15:00, o Paços de Ferreira vai tentar distanciar-se dos lugares de despromoção. Os pacenses recebem o Gil Vicente, oitavo colocado, que alcançou um triunfo na última ronda, na visita ao Belenenses SAD.

Programa da 17.ª jornada:

– Sexta-feira, 17 janeiro:

FC Porto – SC Braga, 1-2.

Sporting – Benfica, 0-2.

– Sábado, 18 janeiro:

Desportivo das Aves – Portimonense, 3-0.

Vitória SC – Santa Clara, 1-0.

Tondela – Moreirense, 1-1.

Belenenses SAD – Vitória de Setúbal, 0-1.

– Domingo, 19 janeiro:

Paços de Ferreira – Gil Vicente, 15:00.

Famalicão – Marítimo, 17:30.

Rio Ave – Boavista, 20:00.

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Montenegro “confiante”

Eleições psd

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Foto: Twitter

O candidato à liderança do PSD Luís Montenegro afirmou hoje estar “confiante” numa vitória na segunda volta das diretas do partido e espera que a anulação do sufrágio no PSD/Madeira não suscite “dúvidas” no “resultado final”.

“Estou muito confiante e muito tranquilo. A campanha foi uma campanha longa, tive sempre o cuidado de fazer o maior número de sessões e de encontros com os militantes para poder esclarecer os meus propósitos, as minhas ideias, as minhas convicções e as orientações estratégicas que pretendo para o PSD. Fi-lo sempre com elevação, sem atacar ninguém”, disse Montenegro.

O antigo líder parlamentar do PSD chegou às 15:20 à Junta de Freguesia de Espinho, no distrito de Aveiro, acompanhado pela mulher, e antes de exercer o seu direito de voto cumprimentou os militantes do partido que o aguardavam.

Antes de votar, em declarações aos jornalistas, disse que o PSD, um partido “com força e vivacidade que faz falta à democracia portuguesa”, vai sair “mais forte” destas eleições.

Questionado sobre a anulação do sufrágio no PSD/Madeira, Montenegro afirmou que este processo eleitoral “fica manchado pelo facto de haver militantes impedidos de exercerem o seu direito de voto”, classificando a anulação como um “falhanço de articulação e coordenação política”.

“Infelizmente, não houve capacidade, nem competência para tratar disso atempadamente e eu só posso lamentar e desejar que as eleições não tenham como desfecho final, ficarmos com a dúvida do que é que seria esse resultado final se os militantes da Madeira tivessem participado”, sublinhou.

O candidato à liderança do PSD reiterou ainda que o país “precisa de uma oposição forte” e uma “alternativa política” ao governo socialista que considerou estar “a atrasar o desenvolvimento do país” e a comportar-se como “um verdadeiro governo de deixa andar”.

“Portugal precisa de uma oposição forte, uma oposição firme e precisa também de uma alternativa política para também, futuramente, podermos enveredar por um círculo de desenvolvimento muito mais intenso e que chegue ao quotidiano das pessoas, à vida concreta de cada um nos seus mais diversos domínios e nas suas mais diversas dimensões”, referiu.

Montenegro admitiu que, caso não saia vencedor destas eleições, se encontra “disponível para contribuir para o reforço do PSD” e para a sua “capacidade de ir em busca da confiança dos eleitores”.

Pela primeira vez na história do partido realiza-se uma segunda volta na qual Rui Rio e Luís Montenegro vão hoje novamente a votos.

O presidente do PSD, Rui Rio, foi o candidato mais votado na primeira volta com 49,02% dos votos expressos, seguido do antigo líder parlamentar, Luís Montenegro, que obteve 41,42% do total. O vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais Miguel Pinto Luz ficou em terceiro, com 9,55%.

Cerca de 40 mil militantes do PSD com as quotas em dia podem votar nas diretas para escolher o próximo presidente, o mais baixo universo eleitoral de sempre no partido.

Na primeira volta, a participação rondou os 32 mil militantes – a menor em termos absolutos em eleições em que houve disputa -, mas a maior em percentagem: mais de 79% dos inscritos.

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