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Seguradoras estimam danos causados pelo mau tempo em 34 milhões de euros contando 17 mil sinistros

Associação Portuguesa de Seguradores

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Foto: wort.lu / DR

A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) revelou, esta quarta-feira, que as tempestades Elsa e Fabien, que atingiram Portugal em dezembro, provocaram danos estimados de 34 milhões de euros em “quase 17 mil sinistros cobertos por apólices de seguros”.

Num comunicado em que atualiza os “danos cobertos por contratos de seguro”, a APS destaca estar em causa uma duplicação “face ao apuramento anterior, de 31 de dezembro de 2019, em que se tinham registado 10 mil sinistros e um valor agregado de danos de 18 milhões de euros”.

Os 34 milhões de euros da atualização feita esta quarta-feira dizem também respeito ao “valor agregado de danos”, ou seja, “valores pagos e provisionados”, na sequência do mau tempo que provocou três mortos, deixando 144 pessoas desalojadas e outras 352 deslocadas por precaução, sobretudo na zona Centro, com as inundações provocadas pelo rio Mondego.

O mau tempo provocado pela tempestade Elsa, entre 18 e 20 de dezembro, a que se juntou no dia 21 a depressão Fabien, provocou danos em habitações, linhas de comboio, vias rodoviárias e na rede elétrica, afetando a distribuição de energia a milhares de pessoas, em especial na região Centro.

Na ocasião, registaram-se mais de 11.600 ocorrências, na maioria inundações e quedas de árvores.

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País

GNR registou mais de 50 queixas por maus-tratos a animais desde o início do ano

Através da Linha SOS Ambiente e dos postos territoriais

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou desde o início do ano mais de meia centena de queixas por maus-tratos a animais de companhia através da Linha SOS Ambiente, dos postos territoriais ou diretamente aos militares.

Segundo dados da GNR enviados, esta quarta-feira, à Lusa, desde o dia 01 de janeiro, a guarda recebeu 160 denúncias que visavam animais de companhia.

Das 160 denúncias, 52 diziam respeito a maus-tratos e 33 por abandono, segundo os dados da GNR, que adianta que foram levantados desde o início do ano 320 autos de contraordenação referentes a legislação que visa os animais de companhia.

Em 2019, a GNR recebeu 4.142 denúncias, das quais 672 por maus-tratos e 415 por abandono. No ano passado foram levantados 5.107 autos de contraordenação referentes a legislação que visa animais de companhia.

Os dados da GNR indicam que em 2018 foram recebidas 3.874 denúncias, das quais 687 por maus-tratos e 316 por abandono, e levantados 5.303 autos de contraordenação.

De acordo com a guarda, os dados sobre denúncias que visaram animais de companhia incluem situações de maus-tratos e abandono e todas as outras que se relacionem com este tipo de animais, nomeadamente ruído de vizinhança, não cumprimento das normas de alojamento ou de detenção, entre outras.

A GNR regista estas denúncias através da Linha SOS Ambiente e Território da GNR, dos postos territoriais e de situações detetadas diretamente pelos militares no âmbito das ações de patrulhamento e fiscalização.

Em relação aos autos de contraordenação, as infrações mais verificadas, segundo os dados da GNR, são a falta de licença, registo, identificação através de chip, vacinação e trela ou açaime (quando circulam na via pública).

A lei que criminaliza os maus-tratos contra animais entrou em vigor a 01 de outubro de 2014 e prevê que “quem, sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus tratos físicos a um animal de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou pena de multa até 120 dias.

A mesma lei indica que para os que efetuarem tais atos, e dos quais “resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção”, o mesmo será “punido com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias”.

Em relação aos animais de companhia, a lei determina que, “quem, tendo o dever de guardar, vigiar ou assistir animal de companhia, o abandonar, pondo desse modo em perigo a sua alimentação e a prestação de cuidados que lhe são devidos, é punido com pena de prisão até seis meses ou com pena de multa até 60 dias”.

Em maio de 2017 entrou em vigor o novo estatuto jurídico dos animais, que os reconhece como seres vivos dotados de sensibilidade e os autonomiza face a pessoas e coisas.

A legislação reconhece os animais como “seres vivos dotados de sensibilidade e objeto de proteção jurídica”, que “opera por via das disposições do presente código e de legislação especial”.

Relativamente aos animais de companhia, a lei estabelece que devem ser “confiados a um ou a ambos os cônjuges, considerando, nomeadamente, os interesses de cada um dos cônjuges e dos filhos do casal e também o bem-estar do animal”.

Segundo a nova lei, quem agrida ou mate um animal fica “obrigado a indemnizar o seu proprietário ou os indivíduos ou entidades que tenham procedido ao seu socorro pelas despesas em que tenham incorrido para o seu tratamento”.

Já o proprietário de um animal deve assegurar o seu bem-estar e respeitar as características de cada espécie, refere o diploma.

O estatuto jurídico dos animais define ainda uma pena de prisão até três anos ou com pena de multa para quem roube um animal alheio e para quem ilegitimamente se aproprie de um animal que “lhe tenha sido entregue por título não translativo da propriedade”.

 

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Os números do Euromilhões

Sorte

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Foto: DR / Arquivo

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 25 de fevereiro: 1, 4, 18, 27 e 42 (números) e 4 e 6 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 51 milhões de euros.

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Mulher suspeita de estar infetada não tem o coronavírus

Covid-19

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Foto: DR

A mulher proveniente de Milão, em Itália, que foi dada na segunda-feira como o 15.º caso suspeito de Covid-19 em Portugal, recebeu, esta terça-feira, informação de que não está contaminada, anunciou a Direção-Geral da Saúde (DGS).

A mulher estava no Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ) para realizar colheitas de amostras biológicas para análise.

Um outro caso suspeito em Portugal de infeção pelo novo coronavírus de uma pessoa também proveniente de Milão foi na segunda-feira declarado negativo depois de testes realizados no CHUSJ.

Esta terça-feira, um outro homem que viajou também de Milão para Portugal, foi igualmente considerado suspeito de estar infetado, tendo sido encaminhado para São João como o 16.º caso suspeito de Covid-19 no país.

Os restantes 13 casos obtiveram análises negativas, ou seja, não estavam infetados.

O único caso conhecido de um português infetado pelo novo vírus é o de um tripulante de um navio de cruzeiros que está hospitalizado no Japão.

Em todo o mundo, o balanço provisório da epidemia do coronavírus Covid-19 é de 2.707 mortos e cerca de 80.300 pessoas infetadas, de acordo com dados reportados até esta terça-feira, por cerca de 30 países.

Além de 2.665 mortos na China, onde o surto começou no final do ano passado, há registo de vítimas mortais no Irão, Coreia do Sul, Itália, Japão, Filipinas, França e Taiwan.

A Organização Mundial de Saúde declarou o surto do Covid-19 como uma emergência internacional e alertou para uma eventual pandemia, após um aumento repentino de casos em Itália, Coreia do Sul e Irão nos últimos dias.

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