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Ryanair diz que todos os voos sairam hoje de manhã, quarto dia de greve em Portugal

Greve de tripulantes

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Foto: DR / Arquivo

A Ryanair informou este sábado que todos os voos que tiveram Portugal como origem ou destino foram esta manhã realizados, com 97% de pontualidade, apesar da greve dos tripulantes da companhia de aviação ‘low cost’, que se prolonga até domingo.

Numa nota publicada no seu sítio na Internet, a companhia de aviação salienta que hoje, até às 10:00, todos os voos que tiveram como destino e/ou que partiram de Portugal decorreram “como planeado e com 97% de pontualidade (devido a alguns atrasos no controlo de tráfego aéreo)”.

“Não esperamos quaisquer problemas nos voos para/desde Portugal no resto do dia”, acrescentou a Ryanair.

A Ryanair salienta ainda que na sexta-feira, terceiro dia de greve, a empresa “completou” os 212 voos programados para ou desde Portugal, 91% dos quais com cumprimento do horário, tendo transportado 38.000 passageiros.

A empresa opera em Portugal em Lisboa, Porto, Faro e Ponta Delgada.

A greve dos tripulantes, convocada pelo Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), teve início na passada quarta-feira e termina no domingo.

A paralisação conta com serviços mínimos decretados pelo Governo, que abrangem não só os Açores e Madeira, mas também as cidades europeias de Berlim, Colónia, Londres e Paris.

Na base desta greve está, segundo referiu o SNPVAC, o facto de a Ryanair continuar a “incumprir com as regras impostas pela legislação portuguesa, nomeadamente no que respeita ao pagamento dos subsídios de férias e de Natal, ao número de dias de férias e à integração no quadro de pessoal dos tripulantes de cabine contratados através das agências Crewlink e Workforce”.

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País

Profissionais de saúde pedem mais proteção, testes e condições de assistência

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Oitenta profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros e administradores hospitalares, pediram hoje ao Governo o reforço dos meios de proteção individual, de testes e das condições de assistência aos doentes infetados pelo novo coronavírus.

“Perante a magnitude dos números” e o desenvolvimento da pandemia de Covid-19, os profissionais alertaram para a “necessidade de uma resposta coletiva e colaborativa para reforçar substancialmente” as três medidas que consideram “prioritárias”.

Numa carta aberta ao primeiro-ministro, à ministra da Saúde e à diretora geral de Saúde, os 80 subscritores da carta (entre os quais Ana Escoval, administradora do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte) pedem, para além de equipamentos de proteção individual, o aumento da “capacidade de realizar testes para diagnóstico” e a melhoria das” condições de assistência às pessoas infetadas e de proteção das pessoas mais vulneráveis, bem como para isolamento profilático dos casos suspeitos”.

Medidas que os profissionais de saúde defendem dever ser “aplicadas massivamente” em dois grupos especialmente vulneráveis: os profissionais de saúde “que, na linha da frente, prestam cuidados” e as pessoas com mais de 60 anos, “por apresentarem maior risco de complicações associadas à infeção.”

Conscientes da limitação dos recursos disponíveis no país e da” necessidade da sua racionalização”, os autores da carta defendem como justificáveis “medidas extraordinárias para reconverter setores da indústria, orientando-os para a produção de equipamentos de proteção, ventiladores e outros, bem como de gel desinfetante, testes de diagnóstico ou medicamentos”.

Para os profissionais, “é imperativa uma gestão centralizada de recursos públicos e privados que garanta, mais do que os interesses do mercado ou de determinados grupos económicos, o bem-estar coletivo e a defesa e promoção da saúde pública”.

Numa situação de exceção, como a decorrente da pandemia, são necessárias medidas de exceção para garantir “equidade no acesso aos cuidados [de saúde]”, vincam os profissionais na carta em que pedem ao Governo que acelere a concretização de medidas que, para além de serem recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e vários especialistas, “as experiências da China, Coreia do Sul, Itália, Espanha ou Irlanda mostram ser urgentes”.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 667 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 31.000.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 119 mortes, mais 19 do que na véspera (+19%), e registaram-se 5.962 casos de infeções confirmadas, mais 792 casos em relação a sábado (+15,3%).

Dos infetados, 486 estão internados, 138 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

Além disso, o Governo declarou no dia 17 o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

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Setenta detidos no país desde início do estado de emergência

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

As forças de segurança detiveram 70 pessoas por crime de desobediência na última semana, no âmbito do estado de emergência iniciado dia 22, decretado devido à doença covid-19, informou hoje o Ministério da Administração Interna (MAI).

No mesmo período, de dia 22 até às 18:00 de hoje, foram encerrados 1.546 estabelecimentos, por incumprimento das normas estabelecidas, diz também o comunicado de balanço.

Em relação ao balanço de sábado, foi hoje detida mais uma pessoa, e mandados encerrar mais 37 estabelecimentos.

Os dados hoje divulgados, nota o comunicado do MAI, não contemplam as operações de fiscalização rodoviária, ou outras, realizadas ao longo do fim de semana.

As detenções deveram-se designadamente ao não cumprimento da obrigação de confinamento obrigatório e a “outras situações de desobediência ou resistência”.

O MAI, “perante a imperiosa necessidade de todos contribuírem para conter o contágio da covid-19, insiste no cumprimento rigoroso das medidas impostas pelo estado de emergência”, diz-se no comunicado.

Um novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 667 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 31.000.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 119 mortes, mais 19 do que na véspera (+19%), e registaram-se 5.962 casos de infeções confirmadas, mais 792 casos em relação a sábado (+15,3%).

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EDP recebe na sexta-feira 50 ventiladores e 200 monitores para doar aos hospitais

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / Arquivo

Cinquenta ventiladores, 200 monitores e outros equipamentos de apoio médico adquiridos pela EDP para serem oferecidos aos hospitais portugueses chegam a Lisboa na próxima sexta-feira, anunciou fonte oficial da empresa.

Os equipamentos foram adquiridos pela EDP e a pela sua principal acionista, a China Three Gorges (CTG), que previam fazer a sua entrega ao Ministério da Saúde no final do mês.

Num comunicado divulgado no passado dia 19, as duas empresas indicavam ter que adquirido, em coordenação com o Ministério da Saúde e com o apoio da Embaixada de Portugal em Pequim, “50 ventiladores e 200 monitores médicos, bem como respetivos consumíveis e equipamentos de suporte associados, num total de cerca de 4 milhões de euros”.

“Estes equipamentos médicos – já homologados pelo Ministério da Saúde – poderão mostrar-se decisivos para todos aqueles que sejam afetados de modo mais crítico pela Covid-19, sobretudo numa altura em que os ‘stocks’ mundiais se têm mostrado insuficientes para a elevada procura”, sublinha a EDP e a CTG no comunicado.

Com esta iniciativa, “a EDP e a CTG juntam-se ao esforço coletivo das equipas médicas no terreno na luta contra esta epidemia”, realçam.

A esta ação juntam-se “cerca de duas mil pessoas” que estão no terreno, centros de despacho e centros produtores “para garantir que a energia chega a casa de todos os portugueses”, lê-se no comunicado.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 667 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 31.000.

Dos casos de infeção, pelo menos 134.700 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 119 mortes, mais 19 do que na véspera (+19%), e registaram-se 5.962 casos de infeções confirmadas, mais 792 casos em relação a sábado (+15,3%).

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