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Futebol

Quatro equipas inglesas promovem estágios em Viana

Pré-época

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Foto: Divulgação

Três equipas inglesas de futebol têm já confirmados, para julho, os estágios de pré-época em Viana do Castelo. Os estágios vão acontecer no Estádio Municipal Manuela Machado, sendo que as comitivas, que implicam mais de 100 pessoas, vão ficar instaladas em duas unidades hoteleiras do concelho.


As equipas vêm efetuar treinos de preparação de pré-época e vão também promover alguns jogos de treino com equipas portuguesas.

A equipa sub-23 do Brighton Hove Albion instala-se em Viana do Castelo de 7 a 12 de julho, numa comitiva de 30 pessoas. Depois, de 13 a 20 de julho, a equipa sub-23 do Nottingham Forest chega com uma comitiva de 28 elementos.

De 15 a 22 de julho, as equipas sub-23 e sub-18 do Fulham treinam no Estádio Municipal com uma comitiva de 48 elementos.

Recorde-se que, em dezembro do ano passado, o Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo assinou um protocolo de desenvolvimento de turismo desportivo no concelho vianense que visa trazer equipas de futebol de todo o mundo à cidade, para realização de estágios. O documento, assinado entre o autarca José Maria Costa e o representante da CA Tourism & Events Limited, com sede em Inglaterra, tem como objetivo o desenvolvimento turístico desportivo do concelho de Viana do Castelo e a cooperação entre as partes no âmbito específico do apoio logístico, vigorando pelo período de um ano, renovado automaticamente.

A Câmara Municipal de Viana do Castelo disponibiliza o Estádio Municipal Manuela Machado para realização de estágios de futebol e jogos de treino, cedendo outros apoios logísticos, dependendo das necessidades que se vierem a verificar. A autarquia fica ainda responsável por efetuar o tratamento e manutenção da relva natural do complexo, assim como tomar todas as iniciativas necessárias para que este esteja nas perfeitas condições para a realização dos estágios de futebol.

Já a empresa de promoção dos eventos desportivos tem de garantir que os clientes ficam sempre instalados nas unidades hoteleiras do concelho de Viana do Castelo, utilizando fornecedores e entidades locais para os variados serviços necessários ao apoio e realização dos estágios, assumindo ainda o compromisso de divulgar o concelho junto dos clientes e parceiros.

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Futebol

“É frustrante sair da Madeira com uma derrota”

Rui Almeida

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Foto: Gil Vicente TV

Declarações dos treinadores do Nacional e Gil Vicente, no final do encontro da sétima jornada da I Liga portuguesa de futebol, que terminou com a vitória do Nacional por 2-1, disputado no Estádio da Madeira, no Funchal.

– Rui Almeida (treinador do Gil Vicente): “Indubitavelmente que é frustrante sair da Madeira com uma derrota. Independentemente do resultado que estivesse no fim, nunca poderia ser uma derrota para nós. Os resultados são sempre justos, porque quem marca vence e ponto final. Sou muito pragmático nessas coisas, mas perante aquilo que se passou no jogo, o mínimo que tinha era acabar empatado, mas empatado com mais golos. Se tivéssemos marcado os penalties e as ocasiões que tivemos, teria de ser 2-2 no mínimo, mas o futebol é assim e ponto final. É olhar para a frente, corrigindo aquilo que falta, mas manter a muita coisa boa que fizemos no jogo. Temos de fazer as correções devidas, mas manter isso.

Todos os treinadores do mundo vão dizer a mesma coisa, é inevitável. Sofrer um golo em qualquer momento do jogo não é bom, mas temos tempo de resposta, mas sofrer no último segundo não nos dá tempo de resposta.

O mais importante é que construímos volume de jogo suficiente para que o resultado na primeira parte fosse completamente distinto, mas os jogos constroem-se em noventa minutos. Tínhamos de ser mais eficazes e matar o jogo aí e depois construir um outro jogo na segunda parte. Tínhamos de agarrar o jogo, continuando a jogar e a criar situações de perigo, para que tivéssemos a oportunidade de fazer mais golos.

O Nacional não queria, certamente, entrar na primeira parte como entrou, mandámos no jogo em toda a primeira parte. Nos primeiros vinte minutos houve alguma divisão no jogo, mas depois o jogo foi nosso, tivemos ocasiões e os penalties, mas não os fizemos. Na segunda parte, é verdade que o Nacional entrou melhor, mas não poderíamos ter baixado a pressão. A pressão feita pelo Renan, pelo Lourency e pelo Antoine até que saíram, porque essa pressão limitou o Nacional na construção. Sabíamos que o Nacional gosta de sair em construção e o Rúben é muito importante nessa fase. O Rúben não o conseguiu fazer na primeira parte, o jogo do Nacional ficou muito limitado e partir daí, nós fomos sucessivamente criando ocasiões de golo, mas os jogos são para marcar golos. Não há que fazer festinhas no jogo, há que matar os jogos.

O Lino manteve um contacto de risco ao nível do covid-19 e nós colocámo-lo à parte para não colocar ninguém em perigo”.

– Luís Freire (treinador do Nacional): “Foi muito valorizada essa questão de não ganhar em casa. Isso está resolvido. Já ganhámos em casa. Não temos nenhuma derrota em casa. Acabamos por em sete jogos ter uma derrota, o que é muito positivo para nós. O sabor especial é ver o meu grupo de trabalho muito alegre no final do jogo. Isso é o melhor que um treinador pode sentir, é que os jogadores estão felizes e tentaram ao máximo ter esta alegria. Isso é que me dá um grande alento. A maneira como eles festejaram o golo e a maneira como viveram o jogo, para lhe dar a volta, porque o jogo estava complicado para nós. A atitude que eles tiveram deixou-me muito orgulhoso, olhar para a cara deles e ver muita felicidade.

Nós estávamos na II Liga e há um trabalho que teremos de fazer, todos juntos, no sentido de fortalecer a equipa cada vez mais. Sabíamos que tínhamos esse fator, que toda a gente ressalvou, de não ter ganho ainda em casa e nós precisávamos de dar essa resposta.

Começamos tranquilos no jogo, pois não é fácil jogar contra o Gil Vicente, que é uma equipa organizada, principalmente defensivamente. A nossa organização de jogo, inicialmente, até conseguiu chegar a uma segunda fase de construção, dentro do meio-campo adversário, mas sem nunca conseguir assustar.

Depois houve dois lances de penalidade onde o Daniel Guimarães faz duas grandes defesas e teve o mérito total de nos segurar dentro da partida. Fomos penalizados por uma má primeira parte.

Chegámos ao intervalo com um resultado desfavorável, mas justo. Ao intervalo alterámos a dinâmica do ataque e ficámos mais objetivos no jogo e a equipa foi crescendo. Com o golo passou a acreditar, mas há um grande mérito dos jogadores. Dedico esta vitória aos meus jogadores, trabalharam muito e tiveram que sofrer para ganhar. No último minuto, todos eles, foram premiados. Quem não jogou, puxou pelos colegas e é por isso que estou ainda mais satisfeito. A vitória é para eles.

Queremos estar mais acima, como agora já conseguimos estar. Cada vez que vamos ao balneário, transfiguramo-nos e soltamo-nos e damos a volta aos resultados. Temos muito para crescer, mas vamos continuar a trabalhar com este grupo formidável”.

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Futebol

Farense bate Boavista e vence na I Liga mais de 18 anos depois

I Liga

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Foto: Twitter / Boavista

O Farense conquistou hoje a primeira vitória na I Liga portuguesa de futebol em mais de 18 anos, ao bater o Boavista por 3-1, no regresso ao Estádio São Luís, em encontro da sétima jornada da edição 2020/21.

Depois de três jogos no Estádio Algarve, o conjunto de Sérgio Vieira voltou a casa e ganhou com golos do escocês Ryan Gauld (22 minutos), do sérvio Nikola Stojiljkovic (50) e do brasileiro Eduardo Mancha (53), contra um de Angel Gomes (43).

Na classificação, o Farense subiu do 18.º e último ao 16.º lugar, com três pontos, enquanto o Boavista, que na última ronda tinha batido em casa o Benfica por 3-0, manteve-se com seis pontos, no 15.º posto.

O conjunto de Faro, que tinha somado dois empates e quatro derrotas nas primeiras seis rondas, somou o primeiro triunfo na prova desde o 3-2 ao Gil Vicente em 05 de maio de 2002, na 34.ª ronda de 2001/02, na anterior presença entre os ‘grandes’.

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Futebol

Gil Vicente desperdiça dois penáltis e perde nos descontos com Nacional

I Liga

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Foto: DR

O Nacional venceu hoje o Gil Vicente por 2-1, em jogo da sétima jornada da I Liga portuguesa de futebol, com um golo de Rochez nos descontos, numa partida em que a equipa de Barcelos desperdiçou dois penáltis.

A jogar fora, o Gil Vicente desperdiçou dois penáltis na primeira parte, por Talocha e Lucas Mineiro, ambos defendidos pelo guarda-redes Daniel, mas acabou por chegar ao intervalo a vencer, com um golo de Rodrigão, aos 45+5.

Na segunda parte, o Nacional chegou ao empate aos 57, com um golo de Camacho, e deu a volta ao marcador por intermédio de Brian Rochez, aos 90+3.

Com este resultado, o Nacional regressa às vitórias, conseguindo o primeiro triunfo da época em casa, e está em sétimo, com 10 pontos, enquanto o Gil Vicente somou a quatro derrota consecutiva e está em 16.º, com cinco.

A primeira metade foi de intenso domínio do Gil Vicente e que teve em Daniel Guimarães uma figura preponderante, ao defender duas grandes penalidades, primeiro de Talocha, aos 23 minutos, e depois de Lucas Mineiro, aos 44.

A partida começou com ambos os conjuntos muito empenhados no jogo, atuando em pressão o que reduzia muito os espaços e criava dificuldades na construção de lances de perigo em ambas as balizas.

E foi do Nacional o primeiro momento, à passagem dos 14 minutos, com Brayan Riascos na marcação de um livre a propiciar uma grande defesa a Denis.

Todavia, com o passar dos minutos, o Gil Vicente foi ganhando ascendente e dispôs de duas soberanas ocasiões para chegar ao golo, na marcação de duas grandes penalidades, defendidas de forma superior por Daniel Guimarães.

O guarda-redes dos madeirenses voltou a brilhar nos descontos, ao defender um potente remate de Talocha. Contudo, foi impotente para travar o cabeceamento vitorioso de Rodrigão, após centro de Talocha no último lance da primeira parte.

Ao intervalo, Luís Freire deixou nos balneários Vincent Thill e Larry Azouni e lançou João Victor e Bryan Róchez, alargando a sua frente de ataque.

O jogo ficou mais aberto e o perigo passou a rondar com maior frequência as duas balizas. Daniel Guimarães negou o golo a Claude Gonçalves, aos 53 minutos, e na resposta, Brayan Riascos obrigou Denis a uma defesa apertada.

Até que aos 57 minutos, João Camacho deu a melhor sequência a um centro de Rúben Freitas e restabeleceu a igualdade.

O Nacional era agora o conjunto que dominava o jogo, criando sucessivos embaraços junto à área dos gilistas.

Os madeirenses acabaram por ser premiados pela sua atitude na segunda parte, ao alcançar o seu segundo golo, da autoria de Bryan Róchez no terceiro minuto de compensação, após centro de Alhassan.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio da Madeira, no Funchal.

Nacional – Gil Vicente, 2-1

Ao intervalo: 0-1

Marcadores: 0-1, Rodrigão, 45+5 minutos.

1-1, João Camacho, 57.

2-1, Bryan Rochez, 90+3.

Equipas:

– Nacional: Daniel Guimarães, Rúben Freitas, Lucas Kal, Pedrão, Witi, Alhasan, Larry Azouni (Bryan Róchez, 46), Rúben Micael (Danilovic, 79), João Camacho (Kenji Gorré, 87), Vincent Thill (João Victor, 46) e Brayan Riascos.

(Suplentes: Riccardo Piscitelli, Kenji Gorré, Nuno Borges, Danilovic, Gergely Bobál, Bryan Rochez, Júlio César, João Víctor e Mabrouk Roual).

Treinador: Luís Freire.

– Gil Vicente: Denis, Joel Pereira, Rúben Fernandes, Rodrigão, Talocha, João Afonso, Claude Gonçalves (Ygor Nogueira, 70), Lucas Mineiro, Léautey (Baraye, 64), Lourency (Ahmed, 90+2) e Renan (Miullen, 70).

(Suplentes: Daniel Fuzato, Souleymane, Bouba, Miullen, Kanya, Vítor Carvalho, Baraye, Ygor Nogueira e Ahmed).

Treinador: Rui Almeida.

Árbitro: Fábio Melo (AF Porto)

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Vincent Thill (45+1), Léautey (48), Claude Gonçalves (69), Ygor Nogueira (82) e Lucas Mineiro (90+4).

Assistência: Jogo realizado à porta fechada devido à pandemia de covid-19.

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