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Braga

PS propõe suspensão da taxa turística em Braga mas maioria não cede

Reunião do executivo

em

Foto: Divulgação / CM Braga (Arquivo)

Os vereadores do PS na Câmara de Braga propuseram hoje a suspensão da cobrança da taxa municipal turística, mas a maioria PSD/CDS/PPM chumbou a proposta, considerando que “não faz qualquer sentido”.

A não cobrança, este ano, da taxa municipal turística era um dos pontos de uma proposta que o PS levou à reunião de hoje do executivo com várias medidas de apoio ao comércio tradicional e às empresas do setor da restauração e hotelaria, para minimizar os efeitos da pandemia da Covid-19.

A proposta preconizava que a taxa turística só fosse cobrada a partir do próximo ano.

Para o presidente da Câmara, Ricardo Rio, a suspensão seria “completamente despropositada”.

“A taxa só incide sobre visitantes, não sobre residentes. Não faz qualquer sentido uma proposta de suspensão”, referiu o autarca.

No valor de 1,5 euros por dormida, a taxa começou a ser cobrada no início deste mês.

É uma taxa paga por pessoa por cada dormida nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento local, até um máximo de quatro noites seguidas.

A partir da quinta noite, já não haverá lugar ao pagamento da taxa.

A taxa incide sobre hóspedes com idade superior a 16 anos, sendo aplicada entre março e outubro.

Ficam isentos de pagamento os hóspedes cuja estadia seja motivada por tratamento médico, uma isenção que se estende a um acompanhante, desde que seja apresentado documento comprovativo de marcação/prestação de serviços médicos ou documento equivalente.

Também não pagam a taxa hóspedes com incapacidade igual ou superior a 60%, desde que apresentem documento comprovativo da condição, e hóspedes que se encontrem alojados decorrente de declaração de emergência social ou Proteção Civil.

Na proposta hoje discutida em reunião do executivo, o PS defendia ainda a suspensão do pagamento de estacionamento à superfície enquanto durarem as medidas excecionais de isolamento profilático e social, bem como a isenção do pagamento das avenças de estacionamento à superfície para os comerciantes e para pessoas em situação de isolamento profilático.

“Toda e qualquer medida para empresas e cidadãos tem de ser feita com bastante ponderação, para avaliar o seu impacto. Não pode ser feita com ligeireza, só para ser simpática e agradável”, referiu Ricardo Rio.

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Braga

Amares usa verbas das festas para ajudar lares e instituições de saúde

Covid-19

em

Foto: Divulgação / CM Amares

A Associação de Festas Antoninas de Amares anunciou o cancelamento das festividades em honra de Santo António, mostrando-se disponível para canalizar os fundos para apoiar as diversas instituições do concelho.

Em comunicado divulgado ontem nas redes sociais, aquela associação refere que esta é a “decisão mais responsável e a mais sensata, na sequência do Estado de Emergência Nacional, das recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS), do Plano Nacional de Preparação e Resposta à Doença por novo Coronavírus (COVID-19) e em complemento às medidas do Município de Amares”.

“Tratou-se de uma decisão conjunta, entre AFAA, Município de Amares e Junta de Freguesia de Ferreiros, Prozelo e Besteiros, pois a saúde pública e as pessoas estão sempre em primeiro lugar”, diz a mesma nota.

A associação encontra-se a articular com a autarquia qual o melhor caminho a dar à verba destinada a estas festividades.

“Passará, certamente, pelo apoio às várias instituições do concelho, que têm bastante carência de material, causada pela situação imprevisível que vivemos atualmente”, explica o documento.

A AFAA prontificou-se também, “de forma imediata”, a fornecer o subsídio estipulado a todas as Marchas Antoninas, caso o desejem, “pois a esta altura do campeonato, já existem muitas despesas feitas pelas mesmas em questão de materiais”.

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Braga

Sobe para dezasseis número de bombeiros dos Sapadores de Braga infetados

Covid-19

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Subiu de catorze para dezasseis o número bombeiros dos Sapadores de Braga que acusaram positivo nos testes de despistagem da covid-19 e estão em casa em isolamento, sendo que a esmagadora maioria não apresenta “grandes sintomas”, disse hoje o presidente da Câmara.

Em declarações à Lusa, Ricardo Rio referiu que o primeiro caso positivo foi confirmado no domingo, tendo logo os restantes bombeiros que integravam esse turno sido postos em quarentena.

Foram, entretanto, efetuados testes a todo o turno, tendo 16 bombeiros acusado positivo e sete negativo, havendo ainda dois casos inconclusivos.

“A esmagadora maioria dos que acusaram positivo não apresenta grandes sintomas”, acrescentou Ricardo Rio.

Os infetados estiveram envolvidos no combate a um incêndio registado em 25 de março na ala de psiquiatria do Hospital de Braga, mas o autarca considera que não é possível associar uma situação à outra.

O MINHO sabe que o comandante e o adjunto da companhia estão à espera de resultado dos testes, assim como outros elementos da secção técnica.

Alguns bombeiros estranham a presença do comandante nas instalações, num período em que deveria aguardar pelos resultados em isolamento.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 940 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 47 mil.

Dos casos de infeção, cerca de 180.000 são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 209 mortes, mais 22 do que na quarta-feira (+11,8%), e 9.034 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 783 em relação à véspera (+9,5%).

Dos infetados, 1.042 estão internados, 240 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 68 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março, tendo a Assembleia da República aprovado hoje o seu prolongamento até ao final do dia 17 de abril.

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Braga

Vila Verde abriu mais de 40 vagas para trabalhar na Câmara

Administração Pública

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara Municipal de Vila Verve abriu hoje concursos públicos para o preenchimento de mais de 40 vagas para reforçar os seus quadros de pessoal.

Os procedimentos concursais destinam-se às mais diversas áreas através de Contrato de Trabalho em Funções Públicas por Tempo Indeterminado, ou seja vínculo definitivo com a Administração Pública.

As categorias para as quais abriram concursos são as de Assistente Operacional (ordenado de 635€), Assistente Técnico (683€), Fiscal (683€) e Técnico Superior (1.201€).

Os interessados podem candidatar-se até ao dia 24 de abril. Os concursos e os procedimentos podem ser consultados na Bolsa de Emprego Público.

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