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Alto Minho

Primeiro Ministro visita West Sea em Viana esta quarta-feira à tarde

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A West Sea, subconcessionária dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), criou num ano 200 postos de trabalho, 80 por cento ocupados por antigos trabalhadores da empresa pública, disse fonte da empresa.

A West Sea, empresa criada pelo grupo Martifer para gerir a subconcessão da empresa pública, atualmente em fase de extinção, assumiu os terrenos e infraestruturas dos estaleiros em maio de 2014.

A passagem do primeiro ano de atividade do grupo português em Viana do Castelo vai ser assinalada na quarta-feira, às 15 horas, numa cerimónia que contará com a presença do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho.

No último ano, segundo a fonte da empresa liderada por Carlos Martins, os estaleiros “têm funcionado em pleno” na área das reparações e reconversões de navios oriundos de todo o mundo.

Já na construção naval, a empresa tem em carteira dois navios-hotel, um encomendado pela Douro Azul, e a outro por um armador australiano, ambos “em construção”.

O contrato para a construção do navio – hotel para a empresa de Mário Ferreira foi assinado em dezembro último e representa um investimento de 12 milhões de euros. O novo barco-hotel Viking Osfrid vai reforçar a frota da Douro Azul e irá operar no rio Douro, para a empresa norte-americana Viking River Cruises.

 

 

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Alto Minho

Mulher de Paredes de Coura enterrada por engano em Ponte de Lima

Troca de cadáveres

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Foto: CMPL (Arquivo)

O funeral era – supostamente – de António G.. De acordo com o anúncio de falecimento, seria sepultado na passada sexta-feira, pelas 10:00, no cemitério de Ponte de Lima. Mas o corpo que ia no caixão era de Arminda M., de Paredes de Coura.

Quando a troca de cadáveres foi detetada, o corpo da mulher que faleceu aos 72 anos, em casa, teve que ser desenterrado do cemitério de Ponte de Lima e novamente sepultado na sua freguesia de origem, em Cristelo, Paredes de Coura.

Foto: Direitos Reservados

Ao que O MINHO apurou, o erro foi detetado na morgue do Hospital do Conde de Bertiandos em Ponte de Lima, na tarde da passada sexta-feira, quando a funerária responsável pelo funeral de Arminda M. lá foi levantar o corpo.

Porém, o cadáver que lá se encontrava não correspondia à descrição, nem sequer era de uma mulher. Tratava-se, isso sim, do de António G., de Ponte de Lima, cujo funeral já se teria realizado da parte da manhã. Só que em seu lugar tinha sido sepultado, por engano, o corpo de Arminda M..

Ao que apurámos, a falha ocorreu quando estavam apenas os dois corpos na morgue do Hospital de Ponte de Lima na passada quarta-feira.

Confrontada por O MINHO, a Unidade Local de Saúde do Alto Minho “confirma a presença de dois cadáveres na morgue” no dia “20 de maio de 2020 e que os mesmos estariam devidamente identificados”.

Foto: Direitos Reservados

O MINHO contactou as funerárias envolvidas, com o objetivo de perceber como se terá dado a troca de cadáveres, mas nenhuma quis prestar declarações.

“Dada a ocorrência relatada ‘de troca de cadáveres’, o Conselho de Administração instaurou um processo de inquérito para total esclarecimento desta situação”, adiantou o hospital na resposta enviada a O MINHO, lamentando “veementemente o sucedido” e endereçando “as mais sentidas condolências aos familiares”.

O MINHO tentou contactar a família de António G., mas não foi possível obter uma resposta até à hora de publicação desta notícia.

Já a família de Arminda M. fez saber a O MINHO que não queria prestar declarações.

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Alto Minho

Alto Minho quer mais passagens na fronteira com a Galiza

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho pediu ao Governo a reabertura de novos pontos de passagem na fronteira com a Galiza, para permitir “um relacionamento mais intenso” entre as duas regiões, informou hoje o presidente José Maria Costa.

“A CIM do Alto Minho aprovou na sua última reunião um pedido a enviar aos ministérios dos Negócios Estrangeiros, da Economia e da Coesão Territorial. Para alguns concelhos do Alto Minho a relação com a Galiza é vital, como é caso de Valença, entre outros. Mesmo Viana do Castelo. Sabemos que ao nível da hotelaria e restauração 30 a 40% dos clientes são oriundos da Galiza”, afirmou.

Devido à pandemia de covid-19 as fronteiras terrestres entre Portugal e Espanha vão continuar encerradas até às 00:00 de 15 de junho, segundo a resolução do Conselho de Ministros, publicada na quarta-feira em Diário da República.

O controlo das fronteiras terrestres com Espanha está a ser feito desde as 23:00 do dia 16 de março em nove pontos de passagem autorizada devido à pandemia de covid-19, e terminava às 00:00 de quinta-feira este controlo.

No distrito de Viana do Castelo, o único ponto de passagem autorizado é o que liga a cidade de Valença a Tui, na Galiza.

Na sexta-feira, o diretor do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Rio Minho disse que o território se encontra “afogado” por uma única passagem na fronteira entre os dois países e a situação está a tornar-se “insustentável”.

“A situação está a tornar-se insustentável, já que o território do Minho se encontra afogado por uma única passagem de fronteira, a que liga Valença, no Alto Minho, a Tui, na Galiza, o que impossibilita as intensas relações socioeconómicas entre ambas margens do rio Minho”, afirmou Uxío Benítez.

Hoje, durante numa conferência de imprensa conjunta da Câmara e da Associação Empresarial e Viana do Castelo (AEVC) para o lançamento de uma campanha de apoio ao comércio tradicional, o autarca José Maria Costa insistiu na proposta que disse já ter sido apresentada ao Governo para a criação de um projeto-piloto na fronteira entre o Alto Minho e a Galiza, que permitisse avaliar o impacto do retomar das relações entre os dois países.

“A Galiza tem tido um bom comportamento do ponto de vista sanitário e já não tem, há algum tempo, situações críticas. Há um trabalho muito sério a ser feito na segurança do desconfinamento e na preparação da época balnear. Temos feito esse acompanhamento. Esta poderia ser uma experiência que se poderia fazer para permitir um relacionamento mais intenso na atividade comercial e turística”, afirmou o também presidente da Câmara de Viana do Castelo.

José Maria Costa sublinhou que compete aos dois Estados definirem o relacionamento transfronteiriço, mas reforçou ser “muito importante que, logo que possível, a abertura da fronteira seja feita”.

“Sabemos como os nossos amigos galegos gostam de vir a Portugal, o nosso bacalhau é mais do que famoso, mas são também grandes compradores nas feiras, no comércio”, frisou.

A campanha “Compre em Viana, apoie o Comércio Local” hoje lançada pela Câmara e pela AEVC visa “transmitir e demonstrar a confiança e segurança na utilização dos equipamentos, no acesso aos alojamentos hoteleiros, restaurantes, cafés, pastelarias e estabelecimentos comerciais da cidade e do concelho”.

A ação está integrada na iniciativa “Havemos de ir a Viana”, de promoção da cidade e do concelho no pós-estado de Emergência, lançada pelas duas entidades com o objetivo de promover a reativação do comércio, restauração e hotelaria vianenses.

Na apresentação da campanha de apoio ao comércio, o presidente da Câmara referiu que o objetivo passa por lançar, até final do ano, ações temáticas dirigidas a cada um dos setores, desde o artesanato, ao traje regional, ao ouro, à restauração e à oferta hoteleira vocacionada para o turismo náutico e de natureza”.

Já o presidente da AEVC disse que desde o início da pandemia esta “é a sexta ação de apoio ao comércio, restauração e similares”, destacando o selo “Comércio Seguro”, lançado no início deste mês e que já conta com a adesão de 1.200 estabelecimentos.

A iniciativa “Comércio Seguro” pretende reativar o comércio tradicional local através de um selo que garante que o negócio está a cumprir todas recomendações de prevenção da Covid-19, emanadas pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Os ‘kits’, que incluem o selo, são atribuídos mediante a assinatura de uma declaração de compromisso e incluem um guia com as recomendações da DGS.

Portugal contabiliza 1.330 mortos associados à covid-19 em 30.788 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia divulgado hoje.

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Alto Minho

Máscaras e distanciamento na reabertura da feira de Ponte de Lima

Covid-19

em

Foto: dkixot / Até brilhas

A feira quinzenal de Ponte de Lima reabriu hoje com as normas de segurança, no âmbito da contenção da propagação de covid-19, a serem cumpridas por comerciantes e visitantes.

O uso de máscara é obrigatório, bem como o distanciamento social, que está a ser fiscalizado pela PSP.

Ao que O MINHO apurou, as normas estão a ser cumpridas e a feira a decorrer com normalidade, dentro do que é possível.

Foto: dkixot / Até brilhas

Foto: dkixot / Até brilhas

Foto: dkixot / Até brilhas

Foto: dkixot / Até brilhas

Foto: dkixot / Até brilhas

O município anunciou na sexta-feira a reabertura da feira no seguimento da “decisão da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, ao confirmar a retoma da atividade das feiras em todos os concelhos do distrito a partir do dia 25 de maio, após o Governo ter incluído este setor na 2.ª fase do plano de desconfinamento”.

A retoma das feiras está condicionada a um plano de contigência, disponível para consulta no site da câmara, com as seguintes regras: é obrigatório o uso de máscara pelos feirantes e consumidores, podendo ser substituída com o uso de viseira; os feirantes terão de ter, para disponibilização aos utentes, solução antisséptica de base alcoólica; manter uma distância mínima de dois metros entre as pessoas; o atendimento terá de ser efetuado de forma organizada, limitado a um consumidor de cada vez, respeitando as regras de higiene e segurança; assegurar-se que as pessoas permanecem no recinto da feira apenas o tempo estritamente necessário à aquisição dos bens.

A feira de antiguidades e velharias é retomada a 14 de junho e a feira de artesanato a 28 de junho, ambas na Avenida dos Plátanos.

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