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Navios patrulha começam a ser construídos em setembro em Viana do Castelo por 77 ME

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Os dois Navios Patrulha Oceânicos (NPO) para a Marinha portuguesa vão começar a ser construídos em setembro nos estaleiros da West Sea, subconcessionária dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), por 77 milhões de euros.

A informação foi avançada por fonte governamental, na sequência da visita que o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, realiza à empresa às 15:00, para participar na cerimónia que assinala um ano desde que a West Sea assumiu a subconcessão dos terrenos e infraestruturas dos ENVC.

De acordo com a mesma fonte governamental, a construção daqueles navios vai permitir a criação de mais 200 postos de trabalho, aos quais se juntam aos atuais 200 empregos.

A mesma fonte adiantou que a autorização para abertura das negociações conducentes à construção dos NPO será dada pelo Governo “na próxima quinta-feira, ou mais tardar na próxima semana”, em conselho de ministros, sendo que “a West Sea é a única entidade nacional capacitada para a construção deste tipo de embarcação”.

Os dois navios deverão estar concluídos em 2017, para serem entregues à Marinha em 2018.

A possibilidade de este contrato ser entregue à West Sea já tinha sido colocada em dezembro passado pelo ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco.

Durante uma cerimónia realizada nos estaleiros de Viana do Castelo para a assinatura do primeiro contrato de construção naval fechado pela subconcessionária dos ENVC, José Pedro Aguiar-Branco anunciou a intenção do Governo de avançar com a construção de dois NPO, no âmbito da nova Lei de Programação Militar.

Na ocasião manifestou esperança, “porque a isso obrigam as regras da concorrência”, de que Viana do Castelo “reunisse as condições para fazer estas construções”.

Já esta semana, o autarca de Viana do Castelo, o socialista José Maria Costa, apelou ao primeiro-ministro para que os navios sejam construídos nos estaleiros subconcessionados à West Sea, de forma “a ativar” a construção naval no concelho.

Na terça-feira passada, fonte da West Sea avançou que, desde maio de 2014, quando a empresa assumiu a subconcessão dos ENVC, foram criados 200 postos de trabalho, 80% dos quais ocupados por antigos trabalhadores daquela empresa pública.

No último ano, segundo a mesma fonte, os estaleiros “têm funcionado em pleno” na área das reparações e reconversões de navios oriundos de todo o mundo.

Já na construção naval, a empresa tem em carteira dois navios-hotel, uma encomendada pela Douro Azul e uma outra por um armador australiano, ambas “em construção”.

Os ENVC, empresa pública atualmente em fase de extinção, construíram dois Navios Patrulha Oceânicos (NPO) para a Marinha Portuguesa, num investimento de cerca de 120 milhões de euros.

Em causa estão o NRP (Navio da República Portuguesa) “Viana do Castelo”, como foi batizado o primeiro da classe, entregue pelos ENVC em 2011.

O segundo navio, o “Figueira da Foz”, deixou as docas dos ENVC em dezembro de 2013, em pleno processo de subconcessão e encerramento da empresa pública. Foi o último dos mais de 220 navios construídos pelos ENVC em 69 anos.

Estes navios integravam uma encomenda inicial de oito, que foi assumida em 2004 pelo Ministério da Defesa, mas entretanto revogada pelo atual Governo, para substituir a frota de corvetas da Marinha portuguesa, com 40 anos de serviço.

Com o encerramento dos ENVC, os projetos destes navios passaram para a tutela do ministério da Defesa, tutelado por Aguiar-Branco.

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Viana do Castelo

Viana: Pagaqui disponibiliza serviço de venda de criptomoedas

Criptomoedas

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Foto: DR / Arquivo

A portuguesa Pagaqui, especializada na transação de pagamentos, informou esta segunda-feira ter disponibilizado um novo serviço de venda de criptomoedas, nos mais de três mil pontos de venda do país, incluindo os 63 situados no distrito de Viana do Castelo.

Em comunicado, a empresa adiantou que “através da parceria com a Bitnovo, ‘startup’ espanhola que tem como objetivo facilitar o acesso à compra de criptomoedas existentes no mercado e uma das empresas mais competitivas a nível europeu, a Pagaqui irá disponibilizar vouchers da Bitnovo para comprar criptomoedas como a Bitcoin, Ethereum, a Dash, entre outras”.

“A constante mudança do paradigma tecnológico de que somos alvos diariamente, cria na Pagaqui a necessidade de responder, cada vez mais rápido e de melhor forma ao perfil dos nossos utilizadores. O mercado das criptomoedas é para nós um desafio muito importante e fulcral para o crescimento da empresa. Através de uma forma fácil, rápida e segura, os utilizadores Pagaqui poderão comprar criptomoedas através de vouchers disponíveis nos nossos pontos de norte a sul do país. Estamos, assim, a facilitar o acesso às criptomoedas, de forma inovadora em Portugal”, adiantou João Barros, diretor executivo da Pagaqui, citado na nota.

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Viana do Castelo

Torres do futuro parque eólico de Viana transportadas para o alto mar – vídeo

O parque eólico que terá uma capacidade instalada de 25 megawatt (MW), capaz de produzir eletricidade suficiente para abastecer cerca de 60 mil habitações por ano

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Foto: Divulgação

A primeira plataforma flutuante do projeto Windfloat Atlantic, primeiro parque eólico da Europa continental, já está a ser transportada para alto mar, onde ficará instalada, a 20 quilómetros de Viana do Castelo, informou o consórcio Windplus.

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Ponte de Lima

Reaberto acesso à A27 mais de oito horas após acidente com camião em Ponte de Lima

Acidente

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Foto Ilustrativa / Brisa (Arquivo)

O acesso à Autoestrada 27 (A27), em Refóios do Lima, Ponte de Lima, foi reaberto cerca das 17:50 depois de ter estado cortado, desde as 09:09, devido ao despiste de um camião, disse à Lusa fonte da GNR.

O camião, espanhol, que transportava madeira, despistou-se e tombou hoje, cerca das 08:56, naquele nó de acesso à A27, espalhando a carga e derramando gasóleo. Do acidente não resultaram feridos.

Em causa está o acesso, em Refóios do Lima, na transição entre a autoestrada A3 (Porto/Valença), e a A27, no sentido Ponte de Lima/Viana do Castelo.

Anteriormente, fonte da GNR adiantou que, devido ao derrame de gasóleo, foi acionado o Núcleo de Proteção do Ambiente e os meios para lavagem do pavimento.

A mesma fonte explicou que a madeira que o camião transportava “espalhou-se para a berma da estrada e para um talude”.

O motorista do camião, “pertencente a uma empresa espanhola, solicitou outro camião para fazer o transbordo da madeira”.

Ao local compareceram meios dos bombeiros de Ponte de Lima, com uma ambulância e dois operacionais, a GNR e a concessionária da Auto-Estradas Norte Litoral.

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