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Populares heróis dão água a automobilistas retidos 3 horas em acidente na A28

Condutores e passageiros agradecem o gesto

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Foto: Facebook de Eduardo Rodrigues

Condutores e passageiros que ficaram retidos durante três horas na Autoestrada n.º 28, durante esta tarde, entre o Porto e a Póvoa de Varzim, receberam água de populares, de forma a hidratarem-se perante o calor.

O acidente, que ocorreu no nó de acesso à Póvoa de Varzim, motivou o corte daquela via no sentido Porto / Viana do Castelo, com os automóveis a ficarem retidos sem possibilidade de saída.

Através das redes sociais, são vários os testemunhos de pessoas que seguiam nas viaturas sobre a ajuda dada por populares que, de cima de uma ponte, iam atirando garrafas de água para saciar a sede aos retidos no acidente.

Há também testemunhos de crianças a ficarem desidratadas que acabaram por ser “salvas” por outros condutores que traziam consigo garrafas de água.

Fonte: Grupo de Facebook “Motoristas Lusitanos”

“São heróis”, pode ler-se em alguns testemunhos, como é o caso do camionista Eduardo Rodrigues, que partilhou nas redes sociais o momento em que três pessoas atiram garrafas de água para a via.

Camião abalroa carros, faz oito feridos e corta A28 no sentido Porto / Viana

O acidente, cujo alerta chegou às 13:42, envolveu um veículo pesado de mercadorias que terá embatido em quatro viaturas ligeiras. Do mesmo resultaram oito feridos, dois dos quais em estado grave que foram transportados para hospitais no Porto.

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Idosa em estado grave após cair à lareira em Mirandela

Aqui perto.

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Foto: INEM (Arquivo)

Uma mulher de 85 anos sofreu queimaduras graves de 1.º e 2.º grau, na face e nos membros, depois de, ao que tudo indica, ter caído na lareira da sua habitação, situada na freguesia de Cedães, em Mirandela, distrito de Vila Real.

A vítima teve de ser transportada para o Hospital de São João, no Porto, dada a gravidade das queimaduras. Ao local acorreram os Bombeiros de Mirandela e a VMER de Vila Real.

O alerta foi dado cerca das 19:00 de terça-feira.

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Guarda da GNR de Mondim de Basto condenada por ameaçar superior com pistola

Pena suspensa

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Foto: Ilustrativa / DR

O Tribunal de S. João Novo, do Porto, condenou hoje a dois anos de prisão, suspensos por igual período, uma militar da GNR de Mondim de Basto que respondeu pelo crime de insubordinação por ameaças ou outras ofensas, por ter apontado uma pistola, carregada e municiada, a um superior hierárquico.

A guarda fica, ainda, obrigada a pagar-lhe mil euros de indemnização, bem como 30 euros, a despesa de uma consulta de psicologia que teve de fazer, após o ato.

A acusação, dada como provada, refere que Carla Fernandes apontou a pistola ao guarda principal Luís Borges, seu chefe de patrulha, em pleno posto da GNR em Mondim de Basto. Tê-lo-á feito, em maio de 2018, após uma discussão em que caiu ao chão.

Empurrão

A arguida diz que levou um encontrão no ombro que a fez tombar, mas a versão do colega é a contrária, a de que foi ela que caiu após lhe ter dado um empurrão.

Outros dois militares do posto corroboram a versão do guarda principal. Na primeira audiência, a militar disse que o guarda Borges a importunava, com atitudes de cariz sexual, como a de a “tentar beijar” ou de “tentar meter-lhe a mão entre as pernas quando iam numa viatura da Guarda. O que este nega, dizendo que ela, exaltada, o insultou, chamando-lhe “burro”, e o ameaçou, sem razão aparente.

Os factos ocorreram na noite de 19 para 20 de maio de 2018, no posto, quando ambos iam para uma patrulha, depois de terem estado 15 horas em serviço, pago, no rali de Portugal. Patrulha que ficou sem efeito.

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Detido suspeito de ameaça com faca e fogo posto para cobrar dívida em Felgueiras

PJ de Braga

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Foto: Arquivo

A Polícia Judiciária deteve em Felgueiras, no distrito do Porto, o suspeito de ameaçar com faca uma pessoa que lhe devia dinheiro e de atear fogo em materiais no interior da habitação da vítima, indicou hoje fonte policial.

Em comunicado, a Polícia Judiciária de Braga, que fez a detenção na madrugada de sábado, horas depois dos crimes, refere que o suspeito “irrompeu pelo interior da residência da vítima, ameaçando-a com uma faca de cozinha caso não procedesse de imediato à liquidação da dívida”.

Em causa estava um “valor diminuto”, segundo a polícia, sem detalhar o montante exato.

Face à ameaça, “o ofendido fugiu do local e o arguido terá colocado fogo, através de chama direta, a vários materiais ali existentes que resultou em avultados danos na habitação, não tendo atingido outras proporções devido à pronta intervenção da GNR e dos Bombeiros”, refere o comunicado.

O detido é um homem de 32 anos que vai aguardar o desenvolvimento do processo sujeito a permanência obrigatória na sua habitação, determinou um juiz de instrução criminal.

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