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Um incêndio floresal no Mezio, em Cabana Maior, concelho de Arcos de Valdevez, foi este domingo à noite extinto por seis operacionais dos bombeiros, apoiados por dois meios terrestres, evitando males maiores, no limite do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG).


Segundo fonte da Autoridade Nacional de Proteção Civil, o alerta foi recebido cerca das 21:04, tendo o combate sido feito durante cerca de duas horas.

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Alto Minho

Arcos de Valdevez: Ameaçava divulgar vídeo sexual para extorquir dinheiro à namorada

Suspeito detido

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Foto: Ilustrativa / DR

Um homem de 31 anos, da Maia, foi constituído arguido pelos crimes de violência doméstica, ameaças e extorsão à namorada, de 26 anos, de Arcos de Valdevez, informou hoje a GNR.

Contactada por O MINHO, fonte do Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo adiantou que a investigação do caso foi iniciada há dois meses, inicialmente por suspeita da prática de crimes de violência doméstica.

No decurso da operação, os militares da GNR detetaram a prática dos crimes de ameaças e extorsão alegadamente praticados pelo suspeito sobre a vítima, que apresentou queixa no posto daquela força policial em Arcos de Valdevez.

O homem e a mulher “mantiveram uma relação análoga à dos cônjuges, na qual existiram insultos e ameaças”, refere a GNR em comunicado hoje enviado às redações.

Na nota, aquela força policial explicou que, “durante um encontro íntimo e sem o consentimento da mulher, o homem efetuou gravações ilícitas dos atos sexuais, que depois utilizou para extorquir quantias de dinheiro”.

“O homem ameaçava divulgar o vídeo caso a vítima não lhe comprasse roupas e acessórios e não lhe desse as quantias de dinheiro que lhe pedia”, acrescenta.

No decurso da investigação, os militares deram cumprimento a dois mandados de busca, um à residência do suspeito e outro ao seu veículo, tendo sido apreendidos três telemóveis, um computador e 260 euros.

O homem foi constituído arguido e os factos remetidos para o Tribunal Judicial de Arcos de Valdevez.

A ação contou com o reforço do posto territorial de São Julião e Freixo, bem como com o apoio da Polícia de Segurança Pública (PSP) da Maia.

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Alto Minho

Casas de turismo rural em Arcos de Valdevez já estão lotadas até setembro

Covid-19

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Foto: DR

O afastamento de grandes aglomerações, a tranquilidade e o contacto com a natureza fizeram disparar, nesta fase de desconfinamento, a procura pelas casas de turismo rural em Arcos de Valdevez.

De acordo com reportagem da RTP, as reservas já estão esgotadas até setembro e os proprietários nunca registaram tão grande aumento da procura, exclusivamente por portugueses.

“É uma procura imensa”, salienta à RTP Rui Leal, proprietários de seis casas de turismo rural.

Antes, este tipo de habitação era muito procurado por estrangeiros, mas, este ano, segundo outro proprietário, João Serôdio, também em declarações à RTP, “é 100% português”, o que “não era habitual”.

A freguesia de Sistelo é das mais procuradas. Sandra Santos, proprietária, considera que a vitória no concurso 7 Maravilhas de Portugal, em 2017, fez com que as pessoas procurassem mais aquela aldeia que, nesta altura, se afirma como o recanto ideal “para descomprimir da prisão destes meses” de pandemia.

Segundo a RTP, o município de Arcos de Valdevez afirma que a procura de alojamento no concelho aumentou mais de 600%.

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Alto Minho

Arcos de Valdevez fecha 2019 com execução superior a 25 milhões. A maior da década

Finanças municipais

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Foto: DR / Arquivo

Arcos de Valdevez registou, em 2019, a maior execução da última década, superando os 25 milhões de euros, de acordo com o Relatório e Contas aprovado pela maioria PSD na câmara local, foi hoje divulgado.

Em comunicado, o município adianta que o documento, rejeitado pelo único elemento do PS no executivo municipal, revela, “a par da maior execução orçamental, um ‘superavit’ corrente na ordem dos 21%, que originou um saldo de poupança corrente de cerca de quatro milhões de euros, dando assim cumprimento à regra de equilíbrio orçamental e ao reforço da capacidade de investimento”.

No documento, aprovado na última sexta-feira, a autarquia destaca ainda a redução da dívida para os 4,1 milhões de euros e o reforço da margem disponível de endividamento a utilizar em mais de cinco milhões de euros”.

“A relação de proximidade com os arcuenses e de parceria com várias entidades concelhias também foi reforçada, com realização de transferências superiores a 4,3 milhões de euros, de apoio às famílias, à educação e ação social e à dinamização da atividade económica, cultural, desportiva e recreativa no concelho. As Grandes Opções do Plano assumiram, em 2019 um investimento global de 12,7 milhões de euros, sendo o maior investimento nas funções sociais, de 8 milhões de euros, seguindo-se as funções económicas, com mais de 2,6 milhões de euros”, especifica o município.

Para o presidente da câmara, João Manuel Esteves, citado na nota enviada à imprensa, aqueles resultados “são fruto de uma gestão autárquica responsável e de proximidade, em articulação com as entidades parceiras e os arcuenses, com o objetivo de construir um concelho com mais oportunidades, mais inovador, mais sustentável e mais atrativo, para quem cá vive e trabalha e para quem cá investe e nos visita”.

Contactada hoje pela agência Lusa, a vereadora do PS, Dora Brandão, apontou “razões formais” para rejeitar o Relatório de Contas de 2019, criticando a “falta de informação” sobre o mesmo, acusando o executivo municipal de “desrespeito democrático”

Na declaração de voto que apresentou e a que a Lusa teve hoje acesso, Dora Brandão explica ter recebido “a versão definitiva do Relatório de Contas no dia 04 de junho, ao final da manhã, início da tarde”, sendo que o documento foi submetido a apreciação e votação, em reunião camarária, no dia seguinte.

Para a vereadora socialista aquele prazo “impossibilitou a análise, ponderação e apreciação crítica por qualquer eleito de um documento responsabilizante e responsabilizador, o que impede um exercício cabal e salutar do mandato que foi conferido”.

“O senhor presidente, assim não entende e pelo terceiro ano seguido continua com o mesmo método levando o documento, sem qualquer explicação, para ser votado. De todas as decisões tomadas ao longo do ano, esta é das mais importantes e que requer, no meu entender, uma informação clara sobre o conteúdo para uma votação consciente e responsável”, refere Dora Brandão.

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