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PCP defende-se das críticas ao congresso com “os milhares” que estão hoje a trabalhar

XXI Congresso Nacional

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Imagem PCP

O PCP defendeu-se hoje das críticas à realização do seu congresso, em Loures, dando o exemplo dos “milhares de trabalhadores” que “esta tarde estão a trabalhar” em todo o país mesmo em tempo de estado de emergência.

Depois de um responsável da organização do Porto, foi Carlos Fernandes, do comité central e da organização de Setúbal, a usar o exemplo dos “mais de 10 mil trabalhadores” que estão a trabalhar na Autoeuropa, Fisipe, Siderurgia Nacional, nos hospitais e nos transportes, mesmo com estado de emergência e com o recolhimento em vigor por causa da epidemia de covid-19.

Os “trabalhadores podem trabalhar”, mesmo tendo que atravessar concelhos, e “depois cai o Carmo e a Trindade” por o partido reunir-se em congresso, analisar a situação do país e “para discutir os problemas dos trabalhadores”.

Portugal contabiliza pelo menos 4.276 mortos associados à covid-19 em 285.838 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

O país está em estado de emergência desde 09 de novembro e até 08 de dezembro, período durante o qual há recolher obrigatório nos concelhos de risco de contágio mais elevado.

Durante a semana, o recolher obrigatório tem de ser respeitado entre as 23:00 e as 05:00, enquanto nos fins de semana e feriados a circulação está limitada entre as 13:00 de sábado e as 05:00 de domingo e entre as 13:00 de domingo e as 05:00 de segunda-feira.

 O XXI Congresso do PCP decorre em Loures, no Pavilhão Páz e Amizade e termina no domingo.

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