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Os números do Euromilhões

Sorte

em

Foto: O MINHO / Arquivo

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta sexta-feira, 20 de novembro: 28, 29, 39, 48 e 50 (números) e 5 e 7 (estrelas).


Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 130 milhões de euros.

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Autoridades procuram recluso evadido de cadeia em Trás-os-Montes

Fuga

Foto: DR

As forças de segurança do país estão no encalço de um recluso que terá escapado, na quinta-feira, de uma cadeia situada em Trás-os-Montes, onde cumpria uma pena de 13 anos de prisão efetiva.

De acordo com o Correio da Manhã, o homem, Miguel Estevez Fernandez, de 28 anos, condenado por violação, terá fugido ontem do Estabelecimento Prisional de Bragança.

O homem residia em Vale de Fontes, no concelho de Vinhais, no distrito de Bragança.

Qualquer informação sobre o seu paradeiro deve ser comunicada às autoridades policiais.

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DGS defende que professores não são um grupo de risco

Covid-19

Foto: DR / Arquivo

Os professores não são considerados um grupo de risco que deva ser integrado entre as prioridades de vacinação contra a covid-19 somente pelo critério de atividade profissional, defendeu hoje a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.

“Independentemente de serem trabalhadores em escolas, são pessoas com determinado grupo etário e determinados fatores de risco. Portanto, serão vacinados de acordo com esse risco, uma vez que pela profissão não têm um risco acrescido”, afirmou Graça Freitas numa audição por videoconferência na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia e do processo de recuperação económica e social.

Questionada pela deputada do PAN Bebiana Cunha sobre a eventual priorização da vacina ao pessoal docente e não docente, face à manutenção da atividade letiva presencial no novo confinamento decretado pelo Governo devido ao agravamento da pandemia em Portugal nas últimas semanas, a líder da Direção-Geral da Saúde (DGS) reconheceu a importância destes profissionais “para o funcionamento do país”, mas rejeitou considerá-los um grupo de risco.

“O seu risco na comunidade poderá ser maior do que o risco no exercício da profissão, uma vez que lidam com um grupo etário que não transmite muito a doença. Só pela profissão não são um grupo de risco”, observou, acrescentando que a operacionalização da testagem em escolas “é da responsabilidade das cinco ARS [Administrações Regionais de Saúde], em conjunto com os ACES [Agrupamentos de Centros de Saúde]”.

Graça Freitas rebateu ainda críticas a uma suposta indefinição em torno da política de critérios de seleção das escolas para testagem à covid-19, assegurando que “a DGS deposita total confiança nas capacidades das ARS e ACES de se organizarem e de tratarem da aplicação destas estratégias”, enaltecendo a “responsabilidade” e “sofisticação” destas entidades para levar a cabo esse processo.

Já sobre a capacidade de testagem nacional, a diretora-geral da Saúde assegurou não ter conhecimento “de constrangimentos no fornecimento e acesso aos testes”, embora tenha reconhecido “incidências bastantes elevadas” da pandemia nos últimos dias.

A diretora foi secundada pelo diretor de serviços de Informação e Análise da DGS, André Peralta, que revelou que a taxa de positividade dos testes situa-se agora em 18%, sem deixar de notar que o “número absoluto de testes tem vindo sempre a crescer” e que a capacidade tem sido elástica e irá continuar a aumentar”, pelo que a “positividade irá diminuir” no futuro.

Portugal contabilizou hoje 159 mortes, um novo máximo de óbitos relacionados com a covid-19 em 24 horas, e 10.663 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a DGS.

O boletim epidemiológico da DGS indica ainda que estão internadas 4.560 pessoas, mais 192 do que na quinta-feira, das quais 622 em cuidados intensivos, ou seja, mais 11, em ambos os casos, também novos máximos.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, Portugal já registou 8.643 mortes associadas à covid-19 e 528.469 infeções pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 125.861 casos, mais 4.046 do que na quinta-feira.

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Costa admite suspensão das regras do Pacto de Estabilidade para além de 2021

Política

Foto: Twitter / António Costa

O primeiro-ministro afirmou hoje que há consenso para só se retirar os apoios aos Estados-membros europeus quando os respetivos PIB regressarem aos níveis de 2019, admitindo assim uma suspensão do Pacto de Estabilidade para além de 2021.

António Costa falava numa conferência de imprensa conjunta com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no Centro Cultural de Belém, depois de questionado se o prolongamento da crise sanitária da covid-19 poderá também motivar uma decisão no sentido de prorrogar a suspensão das regras do Pacto de Estabilidade até ao final de 2022.

Sem assumir uma posição definitiva em matéria de um eventual prolongamento da suspensão das regras do Pacto de Estabilidade para além de 2021, o primeiro-ministro português referiu no entanto que “há um consenso muito grande entre os economistas a nível internacional de que não devem ser diminuídos os apoios cedo demais”.

“Ainda esta semana, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, reiterou que não devem ser retirados os apoios cedo demais”, reforçou a título de exemplo.

Para António Costa, a ideia mais consensual “é voltar ao cumprimento das regras [do Pacto de Estabilidade] quando se atingir aquilo que são os níveis do Produto Interno Bruto (PIB) de 2019”.

Na quinta-feira à noite, em entrevista à TVI, António Costa advertiu que a crise “vai ter um impacto muito grande na economia e no emprego” em Portugal e deixou um aviso: “Antes de 2022 não regressaremos ao ponto em que estávamos em 2019, o que significa três anos perdidos”.

Tendo ao seu lado a presidente da Comissão Europeia, o líder do executivo preferiu centrar a sua resposta nas prioridades imediatas de “trabalhar para o sucesso do programa de vacinação e pôr em marcha o programa de recuperação e resiliência”.

“Quanto mais depressa conseguirmos concretizar estas duas missões, então, mais depressa também regressaremos a um quadro de normalidade. Temos de sair desta crise mais fortes do que aquilo que estávamos, porque estaremos mais verdes e mais digitais, através de uma recuperação justa para todos”, acrescentou.

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