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Operação Teia: Maioria PS recusa auditoria externa às contas da Câmara de Santo Tirso

Proposta feira na sequência do envolvimento do ex-presidente Joaquim Couto na operação “Teia”

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Foto: DR / Arquivo

A maioria socialista da Câmara de Santo Tirso recusou hoje a proposta da coligação PSD/CDS, na oposição, de avançar com uma auditoria externa às contas do município, considerando que “lança uma suspeição”.

Proposta pela coligação na sequência do envolvimento do ex-presidente Joaquim Couto na operação “Teia”, em que é acusado de suposto favorecimento a Manuela Couto, sua mulher, na contratação da empresa de comunicação desta, também, na câmara de Barcelos, e de alegado tráfico de influência com o Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, a auditoria acabou negada pela maioria socialista na reunião de hoje do executivo.

Na declaração de voto, a que a agência Lusa teve acesso, o executivo afirmou-se “frontalmente contra a realização de uma auditoria externa às contas do município no período compreendido entre 2013 e 2017”, alegando que a tomada de posição dos vereadores da coligação “é despropositada, infundada e reveladora de uma forma de fazer política com base no oportunismo, na demagogia e mesmo na suspeição”.

“De facto, não há, até ao momento, qualquer razão que justifique a realização de uma auditoria às contas do município, que, como é do conhecimento público, são periodicamente, por força da lei, auditadas por entidades externas, independentes e credíveis”, lê-se na resposta.

Considerando que “ao aproveitar o atual momento político para pedir uma auditoria às contas do município”, a oposição “está não apenas a lançar, de forma gratuita, a suspeita sobre o atual e anterior executivo municipal”, lembrou ainda a “idoneidade técnica e profissional das entidades que auditam as contas, nomeadamente o Revisor Oficial de Contas, o Tribunal de Contas e a Inspeção-Geral das Finanças, que, ainda recentemente, levou a cabo uma ação inspetiva na câmara”.

Da parte da coligação PSD/CDS, a vereadora sem pelouro Andreia Neto, disse à Lusa que a auditoria se justificava “em nome de tudo aquilo que tem vindo a público relacionado com o anterior e atual presidente da câmara de Santo Tirso”.

“Todas as suspeitas que foram levantadas poderão, nelas, estar também as contas de gestão do município (…) situação que nos foi negada, com a alegação de que é uma atitude panfletária, despropositada, infundada e até demagógica”, afirmou a também deputada, acrescentando “ter sido a Polícia Judiciária que levantou essas suspeitas, que é quem acha que há desconfiança”.

Em face da recusa, Andreia Neto afirmou “lamentar a decisão do executivo”, entendendo os social-democratas que o PS, ao agir assim, “mostra que para ele tudo isto é normal”.

A declaração de voto do executivo foi acompanhada de números da gestão que, segundo a maioria socialista, mostra que “o nível de endividamento do município foi reduzido entre 2013 e 2018 cerca de 17%, ou seja, 5,6 milhões de euros”.

Assumindo que o “passivo de curto prazo desceu 10%, ou seja, 1,2 milhões de euros” enquanto o de longo prazo “caiu 20%, ou seja, 4,3 milhões de euros”, a câmara liderada por Alberto Costa exibiu ainda que “e, em 2013, a poupança corrente era de 4,6 milhões de euros”, e que em 2018 “atingiu os 6,3 milhões de euros, ou seja, uma subida de 37%”.

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Homem mata ex-mulher, ex-cunhada e ex-sogra a tiro em frente aos filhos na Galiza

Aqui ao lado, em Pontevedra

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Foto: Pontevedra Viva

Um homem de 45 anos foi esta segunda-feira detido pelas autoridades espanholas por suspeitas de ter assassinado a tiro a ex-companheira, a irmã e a mãe desta, aqui ao lado, na vizinha Galiza.

A ocorrência deu-se por volta das 08:00 em Valga, Pontevedra, e, segundo avança a imprensa espanhola, o homem já confessou os crimes e entregou-se à Guardia Civil.

As vítimas, Sandra, de 39 anos, a irmã María (27) e a mãe Alba (57), perderam vida, ao que tudo indica, dentro da própria habitação, depois de um acesso de fúria do ex-marido de Sandra.

Segundo conta a imprensa espanhola, o casal, com dois filhos menores, de 4 e 7 anos, estava em processo de divórcio, não se conhecendo antecedentes de violência doméstica.

O triplo homicídio deixou em choque não só a Galiza como toda a Espanha, motivando uma declaração do chefe de Governo espanhol, Pedro Sánchez, através da rede social Twitter.

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Sexta-feira 13: Alerta contra incêndios cancela fogo de artifício em Montalegre

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A sessão de fogo de artifício prevista para a Noite das Brucas desta sexta-feira em Montalegre foi cancelada, anunciou esta tarde a Câmara de Montalegre.

Em comunicado, aquela autarquia aponta o “Estado de Alerta Especial Contra Incêndios” como principal fator para a não realização da sessão de pirotecnia.

A vila de Montalegre, no distrito de Vila Real, festeja, este ano, duas sexta-feira 13, uma este mês de setembro e outra em dezembro.

A sexta-feira 13 ou a “noite das bruxas” tornou-se, de acordo com a autarquia, numa das “maiores festas de rua do país”, atrai milhares de pessoas e é uma grande “força motora” do desenvolvimento do concelho, que é também conhecido com a “capital do misticismo”.

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Montalegre celebra “noite das bruxas” nesta sexta-feira 13

Apoiada em 50 mil euros pelo Turismo de Porto e Norte

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Foto: Divulgação / CM Montalegre

O Turismo do Porto e Norte (TPNP) estabeleceu com a Câmara Municipal de Montalegre, em Vila Real, um acordo de cooperação que passa por apoiar com 50 mil euros a realização das duas sexta-feira 13 deste ano.

Em declarações à Lusa, o presidente do TPNP, Luís Pedro Martins, explicou que esta verba destina-se à comunicação e promoção dos eventos quer em Portugal quer fora, nomeadamente em Espanha.

A vila de Montalegre, no distrito de Vila Real, festeja, este ano, duas sexta-feira 13, uma este mês de setembro e outra em dezembro.

Luís Pedro Martins referiu que este protocolo é uma oportunidade para “privilegiar territórios de baixa densidade, mais afastados do Porto” e de “apostar em eventos com capacidade de crescimento e de atração de novos públicos”.

Além disso, é também uma maneira de apoiar um evento que é “transversal” ao território, dado beneficiar os concelhos vizinhos, nomeadamente em questões de alojamento e restauração, disse.

Para o responsável, não basta que os turistas aterrem e visitem o Porto, sendo, igualmente importante, estimulá-los a visitar o Minho, Trás-os-Montes e Douro para internacionalizar estes destinos turísticos.

Montalegre celebra a primeira sexta-feira 13 do ano já em setembro, uma festa de rua “que mexe” com a economia regional e atrai milhares de visitantes ao concelho do distrito de Vila Real, disse o presidente da câmara.

“Tudo aponta que venha a ser mais um dia de arromba”, afirmou Orlando Alves à agência Lusa.

A sexta-feira 13 ou a “noite das bruxas” tornou-se numa das “maiores festas de rua do país”, atrai milhares de pessoas e é uma grande “força motora” do desenvolvimento do concelho, que é também conhecido com a “capital do misticismo”.

Orlando Alves referiu que a “noite das bruxas”, que começou a ser celebrada em 2002, se tornou num dos principais eventos deste município, a par com a Feira do Fumeiro, que se realiza em janeiro.

O autarca disse que são esperados milhares de visitantes para a sexta-feira 13 de setembro, um movimento que se traduz numa “importante fonte de receita” para a economia local, desde a hotelaria, restauração e comércio.

A festa em Montalegre arranca às 13h13 e o ponto alto continua a ser protagonizado pelo padre António Fontes, a quem cabe fazer a tradicional queimada, uma bebida feita à base de aguardente, limão, maçã, canela e açúcar e que “esconjura todos os males”.

De entre o programa, destaque ainda para o espetáculo “A esfera”, marcado para as 23h00, acompanhado de um espetáculo piromusical.

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