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Ave

Obras de reabilitação da Estação Rodoviária de Passageiros de Famalicão arrancaram hoje

Obras públicas

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Foto: Divulgação / CM Famalicão

As obras de reabilitação da Estação Rodoviária de Passageiros em Vila Nova de Famalicão arrancaram hoje e representam um investimento municipal de quase três milhões de euros, com um prazo de execução de um ano, anunciou a autarquia.


Em comunicado enviado hoje à Lusa, aquela autarquia do distrito de Braga explica que aquela que é uma das “principais portas de entrada na cidade vai sofrer uma “intervenção estrutural”

A empreitada tem o valor de três milhões de euros – 2,5 milhões dos quais foram cofinanciados pelo Norte2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional – e deverá estar concluída no prazo de um ano, implicando algumas alterações no funcionamento do espaço.

“Assim, durante o decorrer das obras, os autocarros e o cais de embarque vão manter-se no local atual, mas o interior do edifício estará interdito e as bilheteiras vão ser transferidas para o exterior, para instalações provisórias instaladas junto aos autocarros”, aponta a autarquia.

A Estação Rodoviária tem 28 anos, tendo sido inaugurada em 1992, e vai agora beneficiar de um “conjunto de melhoramentos” que visam “a criação de um espaço mais moderno, multifuncional e mais confortável e cómodo para os passageiros”, sendo um dos “objetivos incentivar a utilização dos transportes públicos, reforçando-se também a articulação com a Estação Ferroviária de passageiros”.

Entre as várias intervenções, a autarquia destaca “a colocação de uma nova cobertura no cais e frente sul da estrutura, a remodelação das áreas de comércio e serviços, com a reformulação de montras e libertação da área de acesso ao cais de embarque, a colocação de apoios para o estacionamento de bicicletas e de novo mobiliário, e conceção de sinalética, de acordo com a nova imagem concebida para a central e reorganização das bilheteiras, concentrando a venda de todas as viagens no mesmo balcão”.

“Queremos cada vez mais pessoas a utilizar os transportes públicos e esta intervenção é decisiva para que isso aconteça”, diz no texto o presidente da Câmara municipal, Paulo Cunha.

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Guimarães

Greve deixa Misericórdia de Guimarães em serviços mínimos

Trabalhadores exigem aumento de salários

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Foto: Guimarães Digital / Grupo Santiago

Trabalhadores da Misericórdia de Guimarães estão esta quinta-feira em greve, assegurando apenas os serviços mínimos, para forçar a sua equiparação salarial aos colegas de outras instituições particulares de solidariedade social (IPSS), disse à agência Lusa uma fonte sindical.

A greve foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) porque, segundo a sua dirigente Ana Rodrigues, “as diferenças salariais das misericórdias face às outras IPSS são significativas e na Misericórdia de Guimarães a situação é particularmente grave”.

De acordo com a sindicalista, uma ajudante de lar ganha salário mínimo [635 euros], sem qualquer adicional. Noutras IPSS o salário base é de 646, acrescendo 102 euros de diuturnidades mais pagamento de trabalho noturno.

“Ora, se já achamos que essas IPSS pagam pouco e estamos a exigir aumentos de 35 euros, muito mais teremos de reclamar às misericórdias e particularmente à de Guimarães”, acrescentou a sindicalista.

Ana Rodrigues disse que a Misericórdia de Guimarães emprega 200 ajudantes de lar, 60 das quais se concentraram, na manhã de hoje, em protesto frente a instalações da instituição.

Quanto à adesão à greve, a dirigente assegurou que “foi total, já que ficaram apenas as que cumprem os serviços mínimos, que neste caso são significativos”.

Em comunicado entretanto emitido, o CESP afirma não poder aceitar que os salários das ajudantes de lar, com cinco, 10, 15, 20, 25 e mais anos de antiguidade nas instituições, seja o Salário Mínimo Nacional. Não aceitamos que não nos paguem as diuturnidades, nem valorizem a nossa especialização”.

Sublinhando que “desde há pelo menos quatro anos que os salários da generalidade dos trabalhadores não são aumentados”, o CESP pede que “haja a coragem para valorizar as carreiras profissionais de quem, num momento particularmente difícil, não abandona utentes, trabalha no limite das suas forças e capacidades, dando o melhor de si para cuidar dos que mais necessitam”.

A agência Lusa pediu um comentário da Mesa Administrativa da Misericórdia, que não foi fornecido em tempo útil, até cerca das 12:30.

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Guimarães

Dois feridos graves após acidente numa fábrica em Guimarães

Acidente de trabalho

em

Foto: DR

Dois homens sofreram ferimentos graves na sequência de um acidente de trabalho numa fábrica de Guimarães, ao início da madrugada desta quinta-feira, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

Ao que apuramos, os trabalhadores estavam a manusear soda cáustica dentro de uma empresa situada na Rua 25 de Abril, em Ronfe, quando, por motivos desconhecidos, foram atingidos pelo produto altamente tóxico.

Uma das vítimas, de 63 anos, teve de ser entubada face às queimaduras graves que sofreu nas vias respiratórias. A outra vítima, em estado menos gravoso, sofreu queimaduras num ombro e na face.

Para o local foram acionados os Bombeiros de Guimarães com duas ambulâncias, transportando os feridos para o Hospital Senhora da Oliveira.

A vítima que ficou em estado mais grave foi acompanhada pela equipa médica da VMER de Guimarães.

A GNR esteve na empresa para apurar o que terá provocado o acidente.

O alerta foi dado às 00:10.

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Ave

Partido Aliança reclama variante que ligue Famalicão ao Porto

Política

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Foto: Divulgação / Partido Aliança

O presidente da Direção Política Distrital (DPD) e vice-presidente do Aliança, Ricardo Mendes Ribeiro, alertou hoje para a necessidade de uma variante rodoviária que ligue Famalicão ao Porto, durante um encontro com o edil famalicense.

Durante a reunião, o dirigente salientou que “a mobilidade e transportes é uma prioridade do partido no distrito de Braga”, acrescentando que “a ligação ferroviária no quadrilátero das principais cidades, com extensão a outras no futuro, é consensual nas principais câmaras do distrito e uma bandeira do Aliança”.

Acompanhado pelo coordenador do Aliança no concelho de Famalicão, Nuno Pinheiro, o dirigente distrital alertou para a autarquia para os preços exorbitantes da habitação no município, com especial incidência no centro da cidade de Famalicão, com a sua consequente desertificação.

Ribeiro não deixou de congratular o autarca Paulo Cunha por Famalicão ter uma “Autarquia Amiga da Família” e pelos benefícios escolares que são oferecidos pela Câmara.

Ricardo Ribeiro disse mesmo que “Famalicão é um modelo em muitos aspetos, tendo conseguido um desenvolvimento equilibrado, mesmo urbanisticamente”.

Manifestou a sua indignação pela remoção por parte do Governo do posto médico da freguesia de Fradelos: “Com este governo, quanto mais pandemia, menos cuidados médicos as populações vão ter”, disse.

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