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Famalicão

Monumento de Cardeal Cerejeira de “regresso” a Famalicão

Estátua desapareceu no seguimento dos acontecimentos da revolução de Abril de 1974

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Foto: CM Famalicão

A junta de freguesia de Gavião com o apoio do município de Vila Nova de Famalicão vai repor a história, hoje, a partir das 11:00, com a colocação de uma réplica do marco de homenagem ao Cardeal Cerejeira que existia no topo nascente do Bairro de S.Vicente e que desapareceu no seguimento dos acontecimentos da revolução de Abril de 1974.

O monumento tinha sido criado no âmbito da construção do bairro dos Pobres em 1947 e inaugurado pelo próprio Cardeal Cerejeira.

Na altura, o espaço foi chamado de Bairro Cardeal Cerejeira, tendo depois do 25 de abril passado a chamar-se Bairro de S. Vicente.

Passadas mais de quatro décadas, e no âmbito, diversas de obras de requalificação e melhoramento do espaço, decidiu-se recolocar o marco naquele espaço.

Foi ainda substituído todo o pavimento por um novo lajeado de granito amarelo. As obras tiveram um custo de cerca de sete mil euros, tendo contado com o apoio financeiro da autarquia.

A inauguração da intervenção vai decorrer hoje, com as presenças do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha e do arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga.

No âmbito da sessão, o trânsito estará condicionado nesta artéria entre as 10:30 e as 12:00 para a realização da cerimónia.

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Famalicão

Centro Qualifica de Famalicão reconhecido como um dos melhores do país

180 pessoas qualificadas no ano passado

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Foto: CM Famalicão

O Centro Qualifica de Vila Nova de Famalicão “é um dos que apresenta melhor execução em todo o país”. Quem o diz é a presidente da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP), Filipa Jesus, que elogiou os números “muito superiores à média nacional” do centro de formação e qualificação da autarquia famalicense.

Em 2018, o Centro Qualifica de Famalicão superou largamente o objetivo de atingir os 900 inscritos, registando a inscrição de 1175 pessoas. No ano passado foram encaminhadas para ofertas formativas 760 pessoas e para processos de RVCC 383 pessoas. No total foram certificadas 180 pessoas, alcançando uma taxa de execução de cerca de 93%.

Filipa Jesus fala em “provas dadas” e aponta como chave do sucesso “o modelo de organização e funcionamento deste Centro Qualifica, baseado no trabalho em rede”.

“Não se trata apenas de um envolvimento vertido na celebração de protocolos. Trata-se de um real compromisso assumido pelas entidades, expresso em parcerias de sucesso que efetivamente se traduzem na implementação das medidas e ações previstas e que se refletem nos resultados alcançados”, acrescentou.

O presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, não escondeu a sua satisfação pelos números apresentados, deixando uma palavra de agradecimento e felicitação a todos quantos se envolverem neste processo.

“A melhoria da qualidade de vida de uma comunidade consegue-se através da valorização dos seus recursos humanos e é fundamental que cada um de nós assuma a Educação como uma prioridade. Se assim não fosse, não teríamos estes diplomados”, disse.

O edil adiantou ainda que para 2019 estão disponíveis cerca de 80 mil horas de formação gratuita através do Centro Qualifica de Famalicão, que poderão atingir cerca de 25 mil pessoas, e deixou o desafio aos famalicenses para que “não deixem escapar esta oportunidade de aumentarem as suas qualificações”.

Recorde-se que o Centro Qualifica tem a missão de aumentar a qualificação de adultos com vista a melhorar os seus níveis de educação e formação, contribuindo para o aumento dos níveis de qualificação da população e da empregabilidade dos indivíduos.

O Centro Qualifica de Famalicão é coordenado pela Câmara Municipal em estreita colaboração com as escolas da Rede Local de Educação e Formação. Conta atualmente com sete polos no concelho: Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, Agrupamento de Escolas D. Sancho I, Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado, Escola Profissional CIOR, Didáxis Cooperativa de Ensino de Vale São Cosme e Riba de Ave e Escola Profissional FORAVE.

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Famalicão

Detido por dar soco na cara a um polícia

PSP foi alertada pelo suspeito estar a ter um “comportamento agressivo” para com a mãe

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Foto: Direitos Reservados

A PSP deteve em Famalicão um homem de 39 anos por agredir um agente com um soco na cara, anunciou hoje aquela força.

Em comunicado, a PSP refere que foi alertada para o facto de o suspeito estar a ter um “comportamento agressivo” para com a mãe.

Quando a patrulha chegou ao local, o suspeito “desferiu um soco na face” de um agente.

O homem foi detido e notificado para comparecer junto do Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

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Famalicão

Politicamente correto em discussão em Famalicão

Debate em simultâneo em seis cidades portuguesas

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Foto: Divulgação

“O politicamente correto: uma forma de incluir ou uma nova barreira?” foi o tema escolhido pela associação Acesso Cultura para esta nova sessão do ciclo de debates, que decorre em simultâneo em mais seis cidades portuguesas: Lisboa, Porto, Funchal, Faro, Évora e Castelo Branco.

A iniciativa decorre a partir das 18:30, na Galeria Municipal Ala da Frente, com as intervenções de António Gonçalves, artista plástico, Paula Guerra, do Departamento de Sociologia da Universidade do Porto, Regina Bezerra, Educadora Social do Departamento de Acção Social do Município de Famalicão, e com a moderação de Rosa Moreira, Provedora do Aluno da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão.

“Para algumas pessoas, o politicamente correto é sinónimo de consciência, sensibilidade, respeito, boa educação. Para outras, é uma espécie de polícia da linguagem que, em vez de promover a inclusão e a tolerância, torna indivíduos tolerantes em suspeitos, cria um espaço fértil para a libertação de ódios e novas barreiras no relacionamento entre pessoas. O politicamente correto é a favor ou contra a liberdade individual? Ou estaremos a perder o foco?”, escreve a associação sobre o tema deste novo debate.

Recorde-se que a Acesso Cultura é uma associação sem fins lucrativos de profissionais da cultura e de pessoas interessadas em promover a melhoria das condições de acesso – nomeadamente físico, social e intelectual – aos espaços culturais e à oferta cultural, em Portugal e no estrangeiro.

A entrada é livre, sujeita à lotação da sala.

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