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Guimarães

Ministério Público recorre em caso de agressão a adepto do Boavista

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Foto: DR/Arquivo

O Ministério Público (MP) vai recorrer da decisão de não levar a julgamento os 11 efetivos do Corpo de Intervenção da PSP acusados de agressão a um adepto do Boavista em Guimarães, cegando-o de um olho.

A interposição do recurso foi esta terça-feira anunciada pela Procuradoria-Geral Distrital do Porto, numa nota publicada na sua página na Internet em que refere que o MP não se conforma com o arquivamento dos autos ditado por um juiz de instrução criminal do Tribunal de Guimarães

Os factos remontam a 3 de outubro de 2014, aquando do jogo da 7.ª jornada da I Liga entre o Vitória de Guimarães e o Boavista.

A acusação, deduzida pelo MP, diz que os 11 arguidos tinham sido destacados, enquanto efetivos do Corpo de Intervenção da PSP do Porto, para, em Guimarães, zelar pelas questões de segurança colocadas pelo jogo.

Acrescenta que, à chegada dos autocarros que transportavam os adeptos do Boavista, um dos arguidos abordou um destes adeptos instando-o a que se movimentasse para determinado local.

“Como este não o tivesse feito de imediato, derrubou-o ao solo, colocou-lhe um joelho por cima das costas e fê-lo permanecer deitado no solo de cara para baixo”, refere.

Diz ainda que, de seguida, ele e outros dois arguidos “bateram no referido adepto, nomeadamente com cotoveladas, pontapés, socos e pancadas de cassetete, enquanto os demais arguidos os integraram no interior de um círculo que formaram e assim impediram que lhe fosse prestado socorro”.

Os arguidos pediram abertura de instrução e, em 15 de fevereiro, o tribunal decidiu-se pela não pronúncia.

Uma decisão de que o MP vai agora recorrer, para tentar levar os arguidos a julgamento.

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Guimarães

Comunidade Angolana diz que “foi sempre bem recebida” em Guimarães

Caso Marega

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Foto: Facebook da Comunidade Angolana em Guimarães / DR

A Comunidade Angolana de Guimarães emitiu um comunicado, esta quinta-feira, onde expõe a sua opinião sobre o recente incidente que envolveu o futebolista Marega e alguns apoiantes do Vitória SC num episódio de racismo.

Esta comunidade começa desde logo por afirmar o seu repudio contra qualquer tipo de desigualdade ou atos racistas em qualquer tipo de contexto.

Depois destas afirmações o comunicado segue explicando que esta comunidade jamais se sentiu vitima de racismo na cidade vimaranense, antes pelo contrário, mostrando um sentimento geral de inclusão e gratidão pelo pelo apoio prestado não só à Comunidade Angolana como africana em geral.

Imagem: Facebook de Comunidade Angolana de Guimarães / Divulgação

No comunicado são referidas ainda a forte partilha cultural desta comunidade não só em Guimarães como na zona norte de Portugal.

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Guimarães

Torre da Alfândega em Guimarães visitável em 2021 após obras de 900 mil euros

A muralha contará ainda com um elevador panorâmico

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Foto: cm-guimaraes.pt / DR

As obras de requalificação da Torre de Alfândega, em Guimarães, que vão permitir aceder ao interior da muralha que outrora rodeou o Centro Histórico da cidade, já arrancaram e estarão prontas dentro um ano, anunciou, esta quinta-feira, o município.

Em comunicado, o município acrescenta que a intervenção na torre, conhecida pela inscrição “Aqui nasceu Portugal”, está orçada em cerca de 900 mil euros.

Atualmente, apenas através da Alameda de S. Dâmaso é possível ter visibilidade da Torre de Alfândega.

O projeto em execução promove a visualização e fruição interior dos seus muros em granito, garantindo a acessibilidade ao interior da torre até ao último piso (terraço), no qual se detém a vista sobre a Alameda, Toural, Rua do Anjo, Castelo, Paço dos Duques, Palácio Vila Flor e restante edificado envolvente.

“Nesse sentido, a torre terá uma utilização pública destinada a núcleo expositivo/interpretativo da muralha e suas torres defensivas”, acrescenta o comunicado.

Será colocado ainda um elevador panorâmico, que permitirá a acessibilidade a pessoas com mobilidade reduzida.

Das seis torres da muralha que outrora rodeou o centro histórico de Guimarães, a da Alfândega é a única que resiste.

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Guimarães

VMER de Guimarães assiste jovem gravemente ferido em acidente de trabalho em Felgueiras

Acidentes

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Foto: DR / Arquivo

Um trabalhador de uma empresa de Felgueiras do setor do calçado ficou hoje ferido “com alguma gravidade” numa mão quando trabalhava numa máquina de solas, segundo os bombeiros.

O comandante dos bombeiros de Felgueiras, Júlio Pereira, disse à Lusa que o acidente, considerado um “esmagamento da mão direita”, ocorreu na empresa Armipex, na rua de São João, freguesia de Revinhade.

A ocorrência foi registada às 09:44.

O ferido, de 19 anos, residente na localidade de Aparecida, Lousada, foi assistido no local pela equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Guimarães e pelos Bombeiros de Felgueiras, com seis elementos e duas viaturas.

A vítima foi transportada para o Hospital de Penafiel.

A GNR esteve no local.

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