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Desporto

Miguel Oliveira desiste após queda no Grande Prémio da Grã-Bretanha – seguia em 12.º

Piloto português em ano de estreia

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Foto: Arquivo

O português Miguel Oliveira (KTM) desistiu hoje do Grande Prémio da Grã-Bretanha de MotoGP, depois de ser abalroado a 11 voltas do final pelo francês Johann Zarco (KTM), em prova ganha pelo espanhol Alex Rins (Suzuki).

O piloto de Almada rodava na 12.ª posição quando caiu, numa altura em que lutava pelo nono lugar, depois de ter largado do 15.º posto da grelha.

Zarco, que está de saída da KTM devido aos maus resultados, tentou ultrapassar o português pelo interior da curva 14 do circuito de Silverstone, na nona volta, mas não tinha espaço e acabou por atirar o piloto luso ao chão.

Alex Rins garantiu a segunda vitória da temporada, depois de vencer no GP dos Estados Unidos, batendo o compatriota Marc Márquez (Honda) em cima do risco da meta. O também espanhol Maverick Viñales (Yamaha) foi terceiro.

Com estes resultados, Miguel Oliveira mantém os mesmos 26 pontos que tinha no campeonato, liderado por Márquez, com 250.

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Futebol

Famalicão empata com Aves graças a golo nos descontos

21.ª jornada da I Liga, temporada 2019/2020

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Foto: Facebook de FC Famalicão

O Famalicão garantiu hoje, com um golo no último minuto, um empate em casa frente ao Desportivo das Aves (1-1), último classificado, em jogo da 21.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Na marcação de uma grande penalidade, aos 64 minutos, Welinton marcou o golo do lanterna-vermelha, antes de Riccieli empatar aos 90+6.

O Famalicão, que terminou reduzido a 10, por expulsão de Fábio Martins (86), somou o quinto encontro consecutivo sem vencer e segue no sexto lugar, com 33 pontos, enquanto o Aves é 18.º e último, com 13 pontos, a três da zona de manutenção.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Municipal de Famalicão, em Famalicão.

Famalicão – Desportivo das Aves, 1-1.

Ao intervalo: 0-0.

Marcadores:

0-1, Welinton, 64 minutos (grande penalidade).

1-1, Riccieli, 90+6.

Equipas:

– Famalicão: Vaná Alves, Ivo Pinto (Roderick, 13), Riccieli, Patrick William, Coly (Walterson, 71), Racic, Gustavo Assunção, Pedro Gonçalves (Anderson, 66), Fábio Martins, Toni Martinez e Diogo Gonçalves

(Suplentes: Defendi, Guga, Walterson, Ofori, Rúben Lameiras, Roderick e Anderson).

Treinador: João Pedro Sousa.

– Desportivo das Aves: Beunardeau, Jailson, Buatu, Diakhité, Ricardo Mangas, Estrela, Rúben Oliveira, Kevin Yamga (Pedro Delgado, 90+2), Banjaqui, Welinton (Dzwigala, 84) e Mohammadi (Rúben Macedo, 55).

(Suplentes: Fábio Szymonek, Dzwgala, Pedro Delgado, Marius, Reco, Rúben Macedo e Luiz Fernando).

Treinador: Nuno Manta Santos.

Árbitro: Artur Soares Dias (AF Braga).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Fábio Martins (32 e 86), Racic (35), Vaná Alves (61), Beunardeau (82) e Patrick William (85) e Diogo Gonçalves (90+1). Cartão vermelho por acumulação a Fábio Martins (86).

Assistência: cerca 3500 espetadores.

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Futebol

Fernando Gomes considera “grave e condenável” insultos racistas a Marega

Caso Marega

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Foto: Divulgação

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, considerou hoje “grave e condenável” os insultos racistas de que Moussa Marega foi alvo, em Guimarães, e que estes têm que ser severamente punidos.

“Os comportamentos racistas são intoleráveis numa sociedade aberta e evoluída”, refere em comunicado Fernando Gomes, considerando que nenhum cidadão se pode rever “e muito menos pactuar com atitudes racistas e xenófobas”.

O maliano Moussa Marega abandonou hoje o relvado do Estádio Dom Afonso Henriques, poucos minutos após marcar o golo do triunfo do FC Porto (2-1), e apesar dos intentos dos colegas e adversários em o demover, por insultos racistas.

“Os autores de insultos racistas devem ser identificados e levados perante a justiça”, refere Fernando Gomes, acrescentando que a FPF “repudia comportamentos racistas, venham de onde vierem e seja qual for o local em que se verifiquem”.

A FPF manifesta ainda a sua solidariedade para com o atleta Moussa Marega.

“Enquanto presidente da FPF, asseguro que tudo continuarei a fazer para que os adeptos que não respeitam o futebol fiquem definitivamente à porta dos estádios. Este é um combate urgente de toda a sociedade”, termina Fernando Gomes.

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Futebol

“Se eu ouvisse [insultos racistas], eu diria. (…) Há muita gente a mentir no futebol”

Declarações após o Vitória SC-FC Porto (1-2) para a 21.ª jornada da I Liga, temporada 2019/2020

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Foto: DR / Arquivo

Declarações dos treinadores após o Vitória SC – FC Porto (1-2), jogo da 21.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Guimarães:

Ivo Vieira (treinador do Vitória SC): “O resultado obviamente não foi o melhor. A equipa trabalhou para ter outro tipo de resultado. Sofremos um golo e tivemos depois dificuldades em ter a bola. Não tomámos as melhores decisões. Retificámos o jogo que estávamos a fazer. Chegámos ao empate. Quando se estava a proporcionar outro jogo, contra um adversário extremamente difícil e competente, sofremos um golo. Não introduzimos a bola na baliza do Porto vezes suficientes para conseguirmos outro resultado.

Correndo um risco de me chamarem coisas que eu não sou e de falarem dos outros sem saberem o que são, eu apercebi-me de frenesim aquando da saída do Marega. É um caso sobre o qual não tenho certezas. Caso se verifique que aconteceu, é preciso respeito mútuo. Não me apercebi da gravidade antes da situação acontecer. Aquele lado [bancada Nascente] estava agitado. Apercebi-me no final da saída do Marega que as pessoas estavam a assobiar de forma nítida. Se houve, discordo por completo. Se eu ouvisse [insultos racistas], eu diria aqui. Estou a ser sincero perante aquilo que ouvi. Se eu tivesse ouvido. Há muita gente a mentir no futebol. Há treinadores que dizem que a equipa não joga e dizem que a equipa merecia ganhar. Há adeptos que dizem que a equipa joga bem e não joga. Essa não é a minha maneira de estar. Eu relato aquilo que vejo.

Faltou-nos o golo [para conseguir um melhor resultado]. Tivemos um adversário muito forte, muito competente. Mesmo assim lutámos pelo jogo, tentámos fazer o nosso melhor, mas não conseguimos. Lembro-me mesmo que, nessas quatro derrotas, o Vitória não fez jogos catastróficos. Temos de ser mais competentes na fase de finalização.

O João [Carlos Teixeira] [não jogou] porque estava com uma microrrotura”.

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