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Braga

Menino de Braga precisa de ajuda para tratar cancro agressivo no estrangeiro

Vamos ajudar?

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Foto: Facebook

O pequeno Tomás, de 7 anos, precisa de ajuda financeira para conseguir fazer um tratamento a um cancro no estrangeiro. Para esse efeito, foi criada uma conta solidária para ajudar os pais, residentes no concelho de Braga.


Os pais explicam que, no passado dia 20 de setembro de 2019, o Tomás foi diagnosticado com um neuroblastoma, um cancro agressivo e invasivo. Passados alguns dias, a 01 de outubro, foi-lhe ainda diagnosticada uma amplificação de MYCN, a forma “mais terrível, agressiva e invasiva de cancro” dentro do neuroblastoma.

Após vários tratamentos em Portugal, tudo parecia estar bem encaminhado para a recuperação do menino, mas, na passada semana, caiu “uma bomba” na vida daquela família, ao perceberem que o mesmo cancro tinha voltado.

“O atordoamento, a dor esmagadora fizeram parte deste dia. Tínhamos passado por tantas provações, o Tomás já sofreu tanto com tantos tratamentos e afinal os tratamentos em Portugal revelaram-se ineficazes porque o cancro voltou”, desabafam os pais, que decidiram “não desistir”.

“Afinal, sempre fomos voluntários em mil e um projetos solidários, sempre fomos aqueles que ajudavam e não pediam ajuda”, indicam os pais, acrescentando que foram sempre recusando ajuda ao longo do último ano.

No entanto, a situação alterou-se, e agora o objetivo da família é conseguir levar o Tomás a Barcelona e aos Estados Unidos da América para fazer tratamentos que têm “um custo avultadíssimo”.

Os pais revelam que o pequeno Tomás já passou por oito ciclos de quimioterapia, uma cirurgia altamente invasiva, um autotransplante que o confinou num quarto durante mês e meio, vários ciclos de radioterapia e três ciclos de imunoterapia

“Ainda assim recuperava sempre e sorria. É um lutador e merece que lutemos por ele”, escrevem os pais.

“Assim, por muito difícil que seja para nós, estamos a pedir a ajuda que cada um puder e quiser dar para que possamos ir com o Tomás para Barcelona e Estados Unidos fazer os tratamentos orientados em concordância com a equipa clínica que acompanha o Tomás no IPO do Porto e que podem salvá-lo para dar seguimento aos seus sonhos de ser jogador de futebol e de aprender artes marciais para ensinar a mana Constança”, acrescentam.

Os donativos podem ser feitos através do IBAN PT50 0007 0000 0051 0803 9412 3.

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Braga

Paulo Sousa, do partido Volt de Braga, defende criminalização das ‘fake news’

Política

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Foto: DR

O ex-jornalista Paulo Sousa defendeu, ontem, numa sessão online do partido Volt, de Braga, desinformação – vulgarmente conhecida por «fake news» – deve ser criminalizada: “é preciso desenvolver instrumentos de criminalização da desinformação, já que o modelo de sensibilização pela educação e por múltiplas ações de esclarecimento não chega”.

O partido, recentemente criado, organizou mais um “Volt ás quintas”, desta vez versando as questões da democracia e as redes sociais, a ascensão do populismo e o dinheiro.

Paulo Sousa – diz o Volt, em comunicado – defendeu a ideia de que a capacidade crítica dos portugueses sofreu um ataque: “estámos muito mais sujeitos à contaminação pela desinformação”, apesar de termos um manancial enorme de instrumentos para acedermos a informação válida”. Do seu ponto de vista, “o excesso de informação veio demonstrar que as pessoas só ouvem o que lhes interessa, acreditando em tudo o que lhe é dito sem olharem ao mérito da informação”.

Dizendo que a solução não passa por paliativos, defendeu que “vão ser precisos antibióticos, uma prescrição que em primeiro lugar pertence ao Estado, mas também a cada um de nós, num exercício da cidadania para contrariar o que de mau tem a Internet e as redes sociais, as quais, o ex-presidente americano Barak Obama considerou, em recente entrevista à revista Atlantic, como “uma ameaça à Democracia”.

Paulo Sousa citou os perigos de um “jornalismo interrogativo” que se tem dedicado a desmontar a desinformação, o que parecendo bom, acarreta o perigo de criar cansaço e desconforto nos leitores, nos ouvintes e nos telespectadores “.

Concluindo, afirmou que Portugal tem a sorte de poder aprender com fenómenos idênticos na Europa e dessa forma encontrar o melhor antibiótico para esta doença que atinge a Democracia” e particularmente o “coração europeu”.

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Braga

Ricardo Rio “perplexo” com alegada falta de transparência do Estado com os municípios

Anuário Financeiro dos Municípios

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Foto: Divulgação / CM Braga (Arquivo)

O presidente da Câmara de Braga criticou hoje a falta de transparência do Estado para com os municípios, salientando que lhe causa “perplexidade” não saber, por exemplo, qual a base de cálculo utilizada para a transferência de alguns impostos.

Ricardo Rio participou hoje na apresentação do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, uma iniciativa da Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC), que detetou resultados económicos positivos dos municípios no ano passado, uma tendência que se repete nos últimos anos.

Segundo o autarca, a apresentação dos resultados dos municípios são um “exercício de transparência”, mas “infelizmente” esse exercício de transparência que escrutina as contas das autarquias “não se passa ao mesmo nível com o Estado central na sua relação com autarquias”.

“Há fatores que nos causam obviamente até alguma perplexidade. Nós, olhando para aquilo que é a relação histórica transferência de verbas do Estado central para as autarquias, não sabemos quais são as bases que determinam os valores da derrama que nos são transferidos. Nós não sabemos quais são as bases para os valores do Imposto sobre Circulação que nos são transferidos. Nós não sabemos a relação, por exemplo, agora em relação à rubrica mais recente do IVA sobre determinados setores de atividade, qual é que foi efetivamente a base”, afirmou.

O autarca realçou a sua “perplexidade” relativamente ao IVA, tendo em conta que “o setor do turismo e da restauração cresceu como cresceu em 2019”, mas “o valor da receita que está inscrita no orçamentado para 2021 diminui face àquilo que foi a verba que foi transferida em 2020”.

“Portanto, essa relação de confiança que deveria existir entre Estado central e os organismos do poder local não está, de facto, a ser fortalecida”, disse, considerando que “o sucessivo subfinanciamento do setor local é uma forma de provocar dependentes e de restringir a capacidade de intervenção” das autarquias.

Ricardo Rio sublinhou que, apesar destas dificuldades e condicionalismos, o poder local teve capacidade de reagir e foi o primeiro a responder aos desafios provocados pela pandemia em diversos setores económicos e sociais.

De acordo com o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, a que a Lusa teve acesso, os municípios continuaram em 2019 a obter bons resultados financeiros globais.

O passivo exigível, que engloba a dívida a pagar pelos municípios, em 2019 teve o valor global de 3.676,1 milhões de euros, mostrando um decréscimo de -8,4% (-8,6 milhões de euros) em relação ao ano anterior.

Foram 252 (81,8%) os municípios que baixaram o valor do passivo exigível.

O Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses é um trabalho conjunto entre a OCC e o Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave.

O Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses está disponível em https://www.occ.pt/pt.

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Braga

Hotel do Sameiro em Braga reativado como unidade de retaguarda distrital

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O Hotel João Paulo II, junto ao Santuário do Sameiro, em Braga, foi reativado na segunda-feira como unidade de retaguarda distrital para doentes covid-19, anunciou hoje o presidente da Câmara de Barcelos.

Segundo Miguel Costa Gomes, que é também presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil de Braga, a unidade tem capacidade para 70 camas.

“Nesta primeira fase, vai funcionar como apoio aos hospitais”, referiu, em videoconferência de imprensa, sublinhando que o objetivo é libertar camas nos hospitais para os doentes que inspirem mais cuidados.

Na unidade de retaguarda ficarão os doentes que não precisam de internamento hospitalar, existindo uma ala para cidadãos acamados e outra para os que têm autonomia em termos de mobilidade.

Aquele hotel já funcionou, na primeira vaga da pandemia, como unidade de retaguarda distrital para a covid-19, tendo, entretanto, sido desativado.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.397.322 mortos resultantes de mais de 59,2 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 3.971 pessoas dos 264.802 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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