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Braga

Marcelo no São João de Braga: “Venho recordar os meus tempos de juventude”

Marcelo diz que em dia de S. João questões políticas não interessam

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O presidente da República afirmou hoje que nos Santos Populares as questões políticas “não são importantes” e, depois de hora e meia para entrar num restaurante, explicou que há muito não vinha a Braga nesta festividade.

Marcelo Rebelo de Sousa chegou à avenida da festa sozinho, antes da hora marcada, assou umas sardinhas e depois de ser reconhecido foi “só” hora e meia para subir os três degraus de acesso à sala onde este ano a sardinha não lhe iria escapar.

Publicado por São João de Braga em Domingo, 23 de junho de 2019

“Este ano tinha falta injustificada. O ano passado faltei justificadamente por razoes de saúde, mas este ano cumpri a promessa e venho recordar os meus tempos de juventude”, disse.

São João de Braga escolhe a melhor fartura

Em 2018 o chefe de Estado sentiu-se mal no final de uma visita ao Bom Jesus de Braga e acabou por não jantar na festa.

Os jornalistas ainda tentaram desviar a atenção do Presidente das sardinhas para a falta de espírito festivo da “geringonça”.

“Sabe que na noite de S. João essas questões são questões que acabam por não serem importantes, são para serem tratadas noutra situação, noutro local”, respondeu Marcelo Rebelo de Sousa, desviando novamente a conversa para as sardinhas, enquanto verificava se uma panela de batatas estava já pronta a servir.

“Eu não vinha a Braga no S. João há uns 15 ou 20 anos. Vejo mais gente, mais gente de fora, mas já não vinha há uns 15 ou 20 anos”, disse.

Depois de muito esforço, muitas ‘selfies’, beijinhos e ver sardinhas a passar o Presidente conseguiu chegar à sua mesa.

“Não fora a missa [celebrada amanhã pelas 09.00] seria uma noite interminável”, avisou.

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Braga

PSP de Braga cria equipas para “resposta imediata” à criminalidade violenta

EPRI’s – Equipas de Prevenção e Reação Imediata

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Foto: Facebook de Comando Distrital de Braga da PSP

O Comando Distrital de Braga da PSP dispõe, a partir de hoje, de Equipas de Prevenção e Reação Imediata (EPRI), para uma “maior eficácia” no combate à criminalidade, em particular à violenta e grave.

Em comunicado, a PSP refere que as EPRI visam garantir uma resposta “rápida e eficaz” àquele tipo de ocorrências criminais, designadamente ao roubo.

Para o efeito, sublinha o comunicado, a ação policial deve pautar-se por uma maior mobilidade em ambiente urbano, “que permita uma ação mais dinâmica, visando reduzir o tempo de resposta, inviabilizar a prática de ilícitos criminais e neutralizar as fugas de suspeitos”.

“Esta adequação passou pela constituição de equipas operacionais que se desloquem em motociclos, qualificando-se pela sua elevada capacidade reativa, considerando o seu grau de mobilidade num meio urbano, caracterizado por fluxos rodoviários saturados e por vezes com larguras de via reduzidas”, acrescenta.

Segundo a PSP, as EPRI contribuem para operacionalizar e dar corpo aos conceitos de “Polícia Integral e Segurança ‘Just in Time’ (mesmo a tempo), aliando uma elevada capacidade operacional, marcada pelo efeito dissuasor, rapidez e versatilidade, à forte componente de visibilidade policial”.

Foto: Facebook de Comando Distrital de Braga da PSP

Com as EPRI, que começaram hoje a trabalhar em toda a área de responsabilidade da PSP no distrito de Braga, pretende-se, desde logo, complementar o patrulhamento apeado e automóvel com o aumento da visibilidade e facilidade de deslocação.

Aumentar o sentimento de segurança dos cidadãos e das comunidades e reforçar a resposta policial nas áreas mais problemáticas e em relação aos fenómenos criminais mais graves, não só através da celeridade de reação mas também com caráter preventivo, são outros dos objetivos.

As EPRI pretendem ainda responder a ocorrências que comportem elevados graus de ameaça ou de risco.

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Braga

Motociclista ferido após choque com automóvel, na rotunda de Celeirós, em Braga

Vítima sofreu ferimentos ligeiros

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Foto: Cedida a O MINHO

Um homem de 35 anos sofreu hoje ferimentos considerados ligeiros, na sequência de uma colisão de uma mota, em que seguia, com um automóvel, na rotunda de Celeirós, em Braga.

Segundo disse a O MINHO fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), no local estiveram os Bombeiros Voluntários Famalicenses, que transportaram a vítima ao Hospital de Braga.

O alerta foi recebido cerca das 13:11.

A GNR de Braga tomou conta da ocorrência.

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Braga

Primeiro padre cego do país ordenado em Braga

Tiago Varandas, de 35 anos, é natural de Lamego, e foi um dos quatros sacerdotes que recebeu o sacramento

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Foto: Agência ECCLESIA

Tiago Varanda é o padre do momento, depois de se ter ordenado, ontem no Sameiro, em Braga e ser o primeiro sacerdote cego no país a conseguir tal feito. O Arcebispo de Braga falou em desafio para a sociedade e para a Igreja Católica.

Para D. Jorge Ortiga, o acolhimento ao padre Tiago Varandas deve ser um sinal antes de mais para todos quantos, no meio da sociedade, “teimam ainda na exclusão”, segundo declarações à agência Ecclesia, acrescentando que para a Igreja Católica “é uma interpelação para o acolhimento de todos”.

“Para mim é também um sinal de que a Igreja vive a inclusão, não fala só da inclusão”, acrescentou aquele responsável católico.

Padre Tiago Varandas (segundo a contar da direita). Foto: Agência ECCLESIA

Natural de Lamego, o padre Tiago Varandas, de 35 anos, nasceu com um glaucoma congénito que progressivamente lhe foi retirando a visão. A verdade é que antes de cursar Teologia, o agora padre, licenciou-se em História.

A força de vontade é uma característica que lhe é apontada por diversos familiares ouvidos pela agência Ecclesia e sublinhada por D. Jorge Ortiga. “Ele irá realizar um trabalho muito profícuo em diversas áreas”.

Com o anúncio das habituais movimentações eclesiais, a Tiago Varanda foi-lhe atribuída a coordenação de dois departamentos: o da educação cristã de adultos e das pessoas portadoras de deficiência.

“A pastoral da deficiência é um setor também muito importante e com certeza que ele encontrará as respostas mais adequadas”, sustentou D Jorge Ortiga.

A ordenação do primeiro padre invisual em Portugal abre, também, a porta para a questão das acessibilidades nos monumentos religiosos, onde já há algum trabalho mas que no futuro, deverá ser reforçado.

“Em muitos lugares essas acessibilidades estão feitas, mas por exemplo na Sé de Braga ainda não conseguimos encontrar uma solução, nós com o Ministério da Cultura, para conseguirmos criar essas condições”, admitiu ainda D. Jorge Ortiga na mesma entrevista.

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