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Alto Minho

Manuela Machado: 20 anos da medalha de ouro em exposição em Viana

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manuela machado 20 anos campeã


“Manuela Machado 20 anos campeã” é o título de uma exposição evocativa da vitória da atleta na maratona dos Campeonatos do Mundo realizados em 1995, em Gotemburgo, na Suécia, que está patente em Viana do Castelo.

Segundo divulgou o município, a mostra estará em exibição até 05 de agosto, dia em que, há 20 anos, Manuela Machado conquistou a medalha de ouro.

Nesse dia, será apresentado um livro, da autoria do jornalista desportivo Luís Lopes, sobre a carreira da atleta.

A exposição, com os principais marcos da carreira da atleta, é mais uma das iniciativas do programa comemorativo do 20.º aniversário daquela conquista mundial, que já integrou uma festa do atletismo, várias provas desportivas e uma tertúlia com nomes do atletismo nacional.

manuela machado

Natural de Cardielos, Viana do Castelo, Manuela Machado nasceu em 09 de agosto de 1963 e destacou-se internacionalmente na prova da maratona.

Iniciou a sua carreira aos 18 anos e as suas participações em campeonatos do Mundo de atletismo saldam-se por um sétimo lugar em 1991, a medalha de prata em 1993, a medalha de ouro em 1995 e, de novo, a medalha de prata em 1997.

Atualmente, a ex-atleta é o rosto do Projeto “Atletismo nas Escolas”, desenvolvido pelo município de Viana do Castelo junto do 1.º ciclo, com o objetivo de sensibilizar para a importância da prática de desporto na saúde e na qualidade de vida da população.

Manuela Machado já foi agraciada pela Câmara de Viana do Castelo com a medalha de Cidadã de Honra, tendo também o seu nome sido atribuído ao estádio municipal da cidade.

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Viana do Castelo

Produção de conversores de energia das ondas em Viana prevista para 2024

Investimento da empresa tecnológica CorPower Ocean

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Foto: DR

A empresa tecnológica CorPower Ocean aponta para 2024 o início da comercialização dos primeiros conversores de energia das ondas produzidos em Viana do Castelo, culminando um projeto iniciado em 2012 num investimento de 52 milhões de euros.

“No total, o programa [designado por HiWave-5], representa um investimento de 52 milhões euros. Terminará no primeiro quadrimestre de 2024, sendo que, nessa altura, deveremos ter confirmadas encomendas suficientes para investirmos na fase seguinte: a produção em massa”, afirmou hoje Miguel Silva, representante em Portugal da tecnológica sueca.

O responsável, que falava aos jornalistas à margem de uma reunião de trabalho promovida pela Câmara de Viana do Castelo com empresas e entidades ligadas ao setor das energias renováveis, adiantou estarem em curso “as fases quatro e cinco do projeto.

Criação de centro de energia das ondas em Viana do Castelo em consulta pública

“Estamos a provar a tecnologia para, depois, a tornarmos comercializável, permitindo que os produtores acedam a financiamentos e desenvolvam os projetos que irão complementar, outras fontes de energias renováveis”, especificou.

Segundo Miguel Silva, em 2024, se as “encomendas prometidas” se confirmarem, a empresa irá avançar com a construção, em Viana do Castelo, de uma fábrica de produção de conversores da energia das ondas.

A CorPower Ocean está a investir 16 milhões de euros na construção de centro de Investigação e Desenvolvimento (I&D), no porto de mar da capital do Alto Minho.

A criação daquele centro resultou de um acordo estabelecido com Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) e deverá estar concluído até final de novembro.

Miguel Silva adiantou que nesse centro, que empregará 15 trabalhadores “altamente qualificados”, será produzido, em 2021, “o primeiro equipamento em escala real, capaz de produzir 300 kilowatts de energia”, a ser “instalado na Aguçadoura, ao largo da Póvoa de Varzim, para a realização de testes”.

Empresa tecnológica investe 16 milhões para produção de energia das ondas em Viana

“Em 2022, serão instalados mais três equipamentos, na mesma zona, para no conjunto dos quatro ultrapassarmos a meta de 1.2 megawatts de energia a ser gerada. Queremos tirar partido dos cerca de um terawatt de energia disponível no mar e, que até hoje, ninguém conseguiu rentabilizar com sucesso, de forma massiva”, disse.

No centro (I&D), em construção no porto comercial da cidade, “vão ser desenvolvidos e produzidos todos os componentes necessários à produção do equipamento”, servindo ainda para centralizar “todas as operações marítimas de colocação, manutenção, observação e recolha de dados” que os mesmos irão produzir.

Aníbal Matos, do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), que integra consórcio internacional responsável pelo projeto Atlantis, destacou a importância do ‘cluster’ das energias renováveis em instalação em Viana do Castelo, permitindo criar “um polo de desenvolvimento ligado à robótica para as energias oceânicas”.

O projeto Atlantis, promovido pelo consórcio constituído pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), a EDP (NEW – Centre For New Energy Technologies) e mais oito parceiros de cinco países prevê um investimento de 8,5 milhões de euros, em três anos, para criar em Viana do Castelo o primeiro centro europeu para testar robôs em parques eólicos flutuantes.

O “primeiro centro europeu de teste de robôs marítimos em ambiente real” será criado no Windfloat Atlantic, o primeiro parque eólico flutuante da Europa continental, instalado a 20 quilómetros ao largo de Viana do Castelo, pelo consórcio Windplus.

Em julho, aquele parque “começou a gerar energia para abastecer, por ano, cerca de 60 mil consumidores, poupando quase 1,1 milhões de toneladas de CO2”.

O Windfloat Atlantic (WFA) representa um investimento de 125 milhões de euros, coordenado pela EDP, através da EDP Renováveis, e que integra o parceiro tecnológico Principle Power, a Repsol, a capital de risco Portugal Ventures e a metalúrgica A. Silva Matos.

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Alto Minho

Surto em lar de Caminha provoca segunda vítima mortal

Covid-19

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Foto: SIC

Morreu mais um utente do Lar de Seixas, em Caminha, que estava infetado com covid-19. É a segunda vítima mortal resultante do surto provocado pelo novo coronavírus naquela instituição.

A informação foi confirmada ao Jornal C pelo presidente da direção da instituição, Manuel Vilares.

Direção de lar em Caminha confirma morte de utente associada à covid-19

A vítima estava internada no Hospital de Viana do Castelo.

É a segunda morte registada naquele lar onde foi detetado um surto que com 31 idosos e 9 funcionários infetados.

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Viana do Castelo

Viu um ‘ninho’ de vespa asiática em Viana? Já pode denunciar online

Vespa asiática

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Foto: O MINHO

A Câmara de Viana do Castelo em conjunto com os serviços de Proteção Civil passam a disponibilizar um portal para registar avistamentos de vespeiros de velutina, vulgo vespa asiática (ver aqui).

O registo pode ser feito através de um novo site criado especificamente para o efeito, onde é necessário indicar uma série de características para facilitar a ida dos serviços ao local.

No portal é pedido nome, contacto telefónico, local e data de avistamento, para além de uma série de factores importantes para aqueles serviços, como se existem vespas ao redor do ninho, a altura em que se encontra, o local onde está, entre outras características.

Os principais efeitos da presença desta espécie não indígena manifestam-se não só na apicultura, por se tratar de uma espécie carnívora e predadora das abelhas, mas também para a saúde pública, porque, embora não sendo mais agressivas do que a espécie europeia, reagem de modo mais agressivo se sentirem os ninhos ameaçados, podendo fazer perseguições até algumas centenas de metros.

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