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Cávado

Killimanjaro são cabeças de cartaz do festival Azure nos Açores

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A 9.ª edição do festival Azure arranca na sexta-feira, na ilha Terceira, nos Açores, com a banda Killimanjaro, de Barcelos, e Oliver Tree Dance como cabeças de cartaz, mantendo o estilo alternativo e a preocupação com o ambiente.


“Ainda hoje, acaba por ser um dos poucos eventos da região que realmente tem uma oferta alternativa, a par da Maré de Agosto, que acabou por ser uma influência para nós”, salientou Miguel Linhares, presidente da Jaçor, associação que organiza o festival.

Em 2007, quando um grupo de jovens organizou o primeiro festival Azure a ideia era colmatar uma lacuna na oferta de palcos para bandas locais e, ao mesmo tempo, apostar num cartaz alternativo às bandas mais comerciais que atuam nas festas concelhias da região.

Miguel Linhares é atualmente o único membro da direção da Jaçor que integrou o grupo fundador do festival e, apesar de satisfeito com afirmação do Azure nos Açores, lamenta a falta de “reconhecimento”, que se reflete nos escassos apoios financeiros.

“Continuamos a ser um festival importante, continuamos a levar os jovens ao recinto, continuamos a trazer artistas diferentes, pela primeira vez à ilha, e a ter uma oferta cultural diversificada, com imensos artistas locais, mas parece que entrámos um pouco no esquecimento. Aflige-nos um pouco isso quando vemos que em outras ilhas, como em São Miguel, há eventos que recebem apoios de entidades públicas na ordem dos 200 mil euros e nós andamos aqui a pedir migalhas e elas não caem”, frisou.

A angariação de verbas tem-se mostrado “extremamente difícil” e, em 2014, a organização decidiu mesmo não realizar o Azure.

“Estamos a fazer um festival com orçamentos ridículos. O ano passado o festival custou 11 mil euros. Isto nem dá para pagar as licenças de outros festivais que se fazem na região. Este ano, andará à volta dos 15 mil euros”, adiantou Miguel Linhares.

A “engenharia financeira” obriga a que se poupe em tudo o que é possível e já levou à redução de três para dois dias de festival, mas a falta de investimento em promoção levou a uma quebra no número de festivaleiros de fora da ilha Terceira.

“Em 2011, que foi talvez o ano em que apostámos mais em promoção exterior, recebemos mais público do exterior. Só de São Miguel tinha à volta de 300 e tal pessoas, o que já é significativo, para além de pessoas de outras ilhas e do continente”, salientou o presidente da Jaçor.

No ano passado, o festival mudou de recinto para a Zona de Lazer de Santa Bárbara, no concelho de Angra do Heroísmo, mas manteve o conceito inicial, que promove o contacto com a natureza.

Ao longo de nove anos, o festival manteve também a preocupação com a sensibilização para a preservação do ambiente, visível, por exemplo, no quiosque oficial do evento, construído com mais de 30 mil garrafas de plástico vazias.

Este ano, o festival vai contar com a presença do movimento “Portugal Sem Beatas”, para tentar incentivar um público, maioritariamente jovem, a não deitar beatas de cigarros para o chão.

Pelos palcos do Azure vão passar também o DJ lisboeta Zeder e os locais Rush Rap, Zaigen, Macow & Gonga, Hugo 3M, João Luís, Oliver T, Mary Jane, Luís Bravo, Trasher, Brotherson Dish, Psytoon e Lino, bem como Palha d’Aço, João Santos, Susana Coelho e João Félix.

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Barcelos

Banda Plástica de Barcelos continua na corrida às 7 Maravilhas após erro da RTP

Cultura Popular

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Foto: CM Barcelos

A Banda Plástica de Barcelos está novamente na corrida às 7 Maravilhas da Cultura Popular, devido a um erro da organização que, no programa da final distrital, atribuiu-lhe um número de votação que não era o correto.

“A organização das 7 Maravilhas e a RTP informam que existiu um erro no programa e que o número de telefone para a votação da Banda Plástica de Barcelos foi atribuído erradamente, o que pode ser prejudicial para este candidato”, explicou esta quarta-feira a apresentadora do programa.

“Esta situação mereceu também análise do auditor do concurso, a PWC, e reconhecemos que este erro possa causar danos à Banda Plástica de Barcelos e, como forma de compensação, decidimos levar esta candidatura ao programa de repescagem no dia 16 de agosto. Achamos que é a solução mais justa”, acrescentou.

Quem também poderá ser repescado é o São João de Braga, que ficou em segundo lugar.

Recorde-se que a Filigrana de Póvoa de Lanhoso foi o candidato escolhido para representar o distrito de Braga.

A cerimónia de repescagem acontece no próximo domingo, em Porto de Mós, Leiria.

Os números de votação mantêm-se inalterados, no entanto, o período para fazer chamadas será reduzido, concentrando-se entre as 11:30 e as 19:30 do próximo domingo.

Nesta gala de repescagem também estará a votor a festa de S. João de Arga, em Caminha, que ficou em segundo lugar na final distrital de Viana do Castelo.

A romaria de São Bartolomeu em Ponte da Barca foi o representante escolhido do Alto Minho.

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Barcelos

Idoso de 89 anos ferido numa colisão em Barcelos

Acidente

em

Foto: DR

Um homem de 89 anos ficou ferido na sequência de uma colisão entre dois automóveis, na manhã desta quarta-feira, na Estrada Nacional 103, em Rio Covo Santa Eugénia, concelho de Barcelos.

A vítima foi transportada para o Hospital de Barcelos com ferimentos considerados ligeiros.

A colisão lateral deu-se quando uma das viaturas saía do parque de estacionamento de uma superfície comercial.

O alerta foi dado pelas 11:20.

Os Bombeiros Voluntários de Barcelos prestaram socorro com sete operacionais e duas viaturas.

A VMER de Barcelos também esteve no local.

A GNR registou a ocorrência.

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Barcelos

‘Big Band’ de filarmónica histórica apresenta espetáculo “diferente” em Barcelos

Cultura

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Foto: Divulgação / Banda de Música de Oliveira

Com 238 anos de história, a Banda Musical de Oliveira, de Barcelos, viu nascer no seu seio uma ‘Big Band’ com um repertório que vai do jazz ao swing, do samba ao funk, do rock ao pop. O grupo tem preparado um espetáculo especial que apresentará ao vivo, no sábado, pelas 21:30, na Frente Ribeirinha de Barcelos.

O espetáculo levou dois meses a ser preparada, embora o grupo ensaie com regularidade, e contará com temas de ícones como Frank Sinatra ou Carlos Santana.

Este será o segundo concerto da Big Band, cujo diretor artístico é o maestro Alfredo Macedo e envolve 16 músicos da Banda Musical, tendo-se estreado ao vivo em 11 de setembro de 2019 no festival Jazz ao Largo, em Barcelos.

Trata-se de um grupo de músicos que se juntou pelo gosto que têm ao jazz e querem aproveitar o seu talento para fazer algo diferente do que tradicionalmente se faz numa banda filarmónica.

Foto: Divulgação / Banda de Música de Oliveira

“A Big Band apresenta-se como mais um grupo nascido na Banda Musical de Oliveira que carrega, com orgulho e responsabilidade, o nome e a excelência cultural desta instituição”, refere comunicado, acrescentando que o seu reportório percorre os mais variados géneros.

O concerto de sábado, de entrada livre, inserido no evento Barcelos Prá Frente, terá como convidados especiais dois músicos locais: Luís Fernandes na guitarra e Cristiana Silva na voz.

“O nosso compromisso passa por proporcionar uma noite de verão repleta de música, e de boas energias, num ano que tem sido excecionalmente complicado para todos nós”, sublinha o conjunto.

A Banda Musical de Oliveira foi fundada em 1782 por António Gomes Ferraz, por ocasião dos festejos organizados para celebrar a conclusão das obras da reconstrução da Igreja Paroquial de Oliveira.

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