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Jovem com esquizofrenia desaparecido há uma semana

De Vilar do Paraíso, em Vila Nova de Gaia

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Foto: Facebook

A família de um jovem de 23 anos, da zona de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, está à sua procura e pede ajuda a quem tenha informações que possam levar ao seu encontro.

Ricardo Filipe, conhecido por Mota, reside em Vilar do Paraíso, e sofre de esquizofrenia, estando sem medicação desde o dia em que foi visto pela última vez, 06 de fevereiro.

As informações devem ser comunicadas à PSP ou ao pai (919 587 765).

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Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais em debate em Ponte de Lima

Na Escola Superior Agrária do IPVC

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Mosteiro de Refóios do Lima e Escola Superior Agrária de Ponte de Lima. Foto: DR / Arquivo

A Escola Superior Agrária (ESA), do Instituto Politécnico de Viana do Castelo em comunicado (IPVC), organiza, na próxima terça-feira, um seminário para discussão e potencialização do Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais (PNGIFR), que engloba a iniciativa “Proteger Portugal”, e que prevê um investimento de 500 milhões de euros, de fundos públicos e privados, entre 2020 e 2030, para a prevenção dos incêndios em áreas rurais, anunciou hoje fonte do politécnico.

A iniciativa terá lugar às 16:00 horas, no Auditório Professor Eugénio Castro Caldas da ESA-IPVC, em Refóios do Lima.

O PNGIFR foi aprovado na Reunião de Conselho de Ministros de 05 de dezembro e colocado para discussão pública até 05 de fevereiro e identifica o contexto para a mudança, designando orientações e objetivos estratégicos para uma abordagem integrada ao problema.

O PNGIFR define um novo modelo de governação e gestão do risco, com articulação entre entidades do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR) e a implementação da Cadeia de Valor do SGIFR, assim como, processos que suportam a intervenção e responsabilidade das entidades, desde o planeamento até ao pós-evento.

O seminário contará ainda com a apresentação do estudo “As dinâmicas dos sistemas socio-ecológicos, uso do solo e paisagem no Alto Minho (NW Portugal) em contexto de mudanças climáticas”.

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Autarca de Vila Verde começa a ser julgado na segunda-feira

Suspeitas de prevaricação em concurso público

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Foto: António Vilela, DR

António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde, começa a ser julgado, nesta segunda-feira, no âmbito do processo de acusação de prevaricação na contratação pública da atual diretora da divisão financeira da autarquia.

ATUALIZAÇÃO

Início do julgamento de autarca de Vila Verde adiado

Com Vilela, sentam-se no banco dos réus os três elementos do júri que aprovaram o concurso que deu origem à nomeação.

O julgamento tem início no Tribunal de Braga: António Vilela, Zamith Rosas (atualmente chefe de divisão na Câmara de Braga), Ângela Silva (ex-chefe da divisão jurídica) e António Ferraz são suspeitos de criar um “concurso à medida”, em 2009, para contratar Sofia Sampaio, que havia exercido funções na Câmara de Gaia.

António Vilela rebate, alegando que o concurso já decorria quando assumiu a presidência da autarquia, sucedendo ao atual eurodeputado e figura proeminente no PSD, José Manuel Fernandes.

A tese do Ministério Público aponta que Vilela, com a colaboração dos demais arguidos, beneficiou nesse procedimento a candidata a quem pretendia entregar o referido lugar.

Para o efeito, segundo o Ministério Público, foram estabelecidos “desnecessários requisitos formais de provimento e injustificadas condições preferenciais específicas, para adequar o procedimento concursal ao perfil académico e de formação da referida candidata”.

Após a acusação, os arguidos pediram abertura de instrução, para tentarem evitar a ida a julgamento, mas o juiz confirmou a acusação do Ministério Público e mandou os quatro para julgamento.

A tese do Ministério Público é rebatida pelo autarca e pelos outros três arguidos, que negam qualquer desvirtuamento do concurso.

Em declarações ao jornal O Vilaverdense, em abril de 2019, fonte próxima do autarca sacudiu a água do capote, indicando que não foi ele quem escolheu o júri, “tampouco teve influência ou deu qualquer indicação aos seus membros para beneficiarem a concorrente”.

Disse também não ver nenhuma irregularidade no concurso ou qualquer benefício, muito menos por razões partidárias”.

Sofia Sampaio falou uma vez no assunto, antes de saber que estava a ser investigada. Em 2017, ao Semanário V, a chefe de divisão, que não é arguida, indicou ter sido um concurso perfeitamente normal onde foi escolhido o melhor currículo.

O MINHO sabe que parte da denúncia falava em favores políticos à escala nacional, algo que os inspetores da Polícia Judiciária terão achado inconclusivo. Todavia, o concurso levanta suspeitas, que podem começar a ser confirmadas (ou dissipadas) a partir desta segunda-feira.

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Carlos Meira deixa sofá para ‘salvar’ o CDS: “Viva o Alto Minho, viva Viana do Castelo”

Congresso Nacional do CDS-PP

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Foto: Twitter

O candidato à liderança do CDS-PP, o vianense Carlos Meira, afirmou este sábado que quer deixar “a comodidade do sofá” e ir para a rua combater o que considerou ser “a nova ditadura do gosto”, imposta e “financiada por uma certa esquerda”.

O final do discurso foi diferente dos restantes candidatos, que terminam a aclamar o CDS e Portugal: “Viva o Alto Minho, viva Viana do Castelo!”, gritou Carlos Meira quando saiu do palanque.

“Tal como entrei neste congresso, solto e livre, autêntico e combativo desafio-vos a todos, e cá estarei para dar o exemplo, a sairmos da comodidade do sofá, do conforto das nossas salas e voltarmos à rua, sim à rua, e sem tréguas”, disse o candidato à sucessão da atual líder, Assunção Cristas.

O antigo líder da concelhia de Viana do Castelo disse ao congresso que o seu objetivo passa por combater “a nova ditadura do gosto”.

“Uma ditadura do gosto apoiada, suportada e financiada por uma certa esquerda que nos quer impor limites à nossa forma de viver, barreiras à nossa forma de educar, leis e mais leis à nossa forma de estar”, vincou.

O centrista assegurou aos congressistas que, caso seja eleito o próximo presidente do CDS, podem contar consigo “para esse debate”.

O 28.º Congresso do CDS-PP arrancou hoje e termina no domingo, em Aveiro. Além de Carlos Meira são também candidatos à presidência do CDS João Almeida, Francisco Rodrigues dos Santos, Abel Matos Santos e Filipe Lobo d’Ávila.

Na intervenção de apresentação da sua moção, intitulada “Pelo futuro, por Portugal”, Carlos Meira considerou que “o CDS bateu no fundo, e com muito estrondo”, e apontou que “negar este facto e evidência não é querer bem ao CDS”.

“Negar o desperdício, as avenças, as subvenções, as negociatas ruinosas praticadas pelo CDS e no CDS é tapar o sol com a peneira, negar a realidade escura que hoje se vive e vivemos no CDS em nada ajuda e contribui para haver uma vida nova e nova vida do CDS”, criticou.

Por isso, o centrista assinalou que se apresenta a este congresso “também para ajudar a levantar, a novamente erguer o CDS”.

Porém, para o partido se erguer, “precisa de clarificar, de mudar, de mudar muito e de mudar a sério para recuperar o mais possível a sua credibilidade, de mudar muito para o CDS se reencontrar, de mudar muito para o CDS ter esperança na sua indispensável utilidade”, elencou.

Lá fora espera-nos “um povo que está desconfiado de nós”, advogou.

“Este congresso, num dos seus tempos mais difíceis, não é congresso para passar cheques em branco”, vincou Carlos Meira, desafiando os primeiros subscritores de todas as moções de estratégia global que vão a votos, a “dizer preto no branco aos congressistas quem são os primeiros vice-presidentes das suas listas e devem dizer quem são os secretários gerais que irão propor” antes da abertura das urnas de voto, “para que não haja hesitações, dúvidas ou equívocos”.

No final da apresentação, o candidato, de 34 anos, agradeceu aos militantes mais velhos, que trouxeram “mais oportunidades” à sua geração e deixou uma “palavra de certeza e de ânimo” aos mais jovens, e instou-os “lutarem pela liberdade e pela democracia”.

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