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Alto Minho

Joana Vasconcelos e os grandes nomes da ‘Pop Art’ juntos no Museu Bienal de Cerveira

Para ver até 01 de setembro com entrada a três euros

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Foto: DR

A exposição “PURE POP ART” leva ao Museu Bienal de Cerveira, a partir hoje, a obra gráfica de alguns dos artistas mais representativos e icónicos da POP ART, movimento surgido na década de 1950 em Londres (Inglaterra) que alcançou a sua maturidade em Nova York (Estados Unidos da América) nos anos 60.

Joana Vasconcelos é a artista em destaque, tendo sido convidada pelo diretor artístico da FBAC, Cabral Pinto, a integrar esta mostra. Junta-se, assim, a nomes bem conhecidos do público como Andy Warhol, Steve Kaufman, Keith Haring, Robert Indiana, Roy Lichtenstein, Pietro Psaier, Mel Ramos e Robert Rauschenberg.

A exposição conta ainda com dois vídeos cedidos pelo museu nacional de arte moderna do Reino Unido sediado em Londres, “Tate Gallery”. Recorde-se que a POP ART é um movimento que liga a arte à produção em massa, a popularidade com a vanguarda e que desenvolveu um novo conceito artístico ao relacionar-se intimamente com a sociedade de consumo.

De acrescentar que o Museu Bienal de Cerveira, recentemente reconhecido como o “Melhor Museu Português” de 2019 pela APOM – Associação Portuguesa de Museologia, terá horário alargado nos meses de verão, estando aberto ao público diariamente até 01 de setembro. A entrada tem um custo de 3 euros

“Trata-se de uma coleção privada de arte gráfica da empresa MBA Grupo Incorporado que será apresentada pela primeira vez em Portugal, sendo para nós uma honra apresentar no Museu Bienal de Cerveira estes grandes nomes intemporais da POP ART e esta que é uma das artistas mais conceituadas do país, a Joana Vasconcelos” afirma o presidente da FBAC, Fernando Nogueira, em comunicado.

A exposição convida os visitantes a embarcar numa divertida viagem a uma era que, apesar da passagem do tempo, continua bem presente nos dias de hoje.

Segundo a curadora da exposição, Ángeles Rodríguez Baliño: “apresentar esta coleção da POP ART em Vila Nova de Cerveira é um desafio e uma responsabilidade. Uni-la a uma obra de Joana Vasconcelos é certificar que este movimento intemporal está mais vivo do que nunca”.

As serigrafias, os cartazes e as instalações representam ícones populares da época que o visitante vai reconhecer. A partir de mais de 120 obras, a mostra apresenta “um toque nostálgico à memória de Marilyn e James Dean, com uma profunda admiração ao trabalho de Warhol, a curiosidade da figura de Pietro Psaier e a responsabilidade social de Steve Kaufman, a exuberância de Keith Haring, o excelente trabalho de Mel Ramos, a inovação de Rauchsenberg e uma pequena menção a Robert Indiana”, acrescenta.

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Alto Minho

Mulher em estado grave após acidente com trator em Monção

Em Sá

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Foto: BV Monção

Uma mulher, de 65 anos, ficou com ferimentos graves na sequência de uma colisão entre um trator e uma viatura ligeira, ao início da tarde desta sexta-feira, em Monção, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

O acidente, com alerta dado cerca das 14h40, provocou ferimentos ligeiros numa outra vítima, um homem, com cerca de 70 anos.

No local, na antiga estrada nacional 202, no lugar do Cruzeiro, freguesia de Sá, estiveram os Bombeiros de Monção com duas ambulâncias e quatro operacionais, a SIV de Valença e a VMER do Alto Minho.

A vítima grave foi transportada para o Hospital de Braga. Já o homem foi conduzido para o Hospital de Viana do Castelo.

A GNR registou a ocorrência.

 

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Alto Minho

Espetáculo “CA_Minho” une Comédias do Minho e Teatro Meridional em Lisboa

Este sábado

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Foto: Facebook de Comédias do Minho (Arquivo)

Os espetáculos “CA_Minho”, coprodução das Comédias do Minho (CdM) com o Teatro Meridional, e “Numa Didascália”, de Álvaro Laborinho Lúcio, encenado por Tânia Guerreiro, são destaques da programação anual da companhia minhota, a apresentar no sábado em Lisboa.

“Vamos apresentar a programação anual em Lisboa para celebrar o encontro feliz entre as Comédias [do Minho] e o [Teatro] Meridional, que trabalharam em coprodução no espetáculo ‘CA_Minho’” e que vai estar em exibição no Teatro Meridional, em Lisboa, até 02 de fevereiro”, declarou à Lusa Magda Henriques, diretora de As Comédias do Minho (CdM).

O espetáculo “CA_Minho” “faz parte do projeto ‘Províncias’, fundado em 2003”, e um dos principais objetivos é “olhar para as diferentes regiões” do país, acrescentou Magda Henriques, referindo que o “CA_Minho” vai ser apresentado no sábado, no Teatro Meridional, pelas 21:30, ficando em cartaz naquele espaço até 02 de fevereiro.

A apresentação do programa de 2020 das CdM está marcada para acontecer neste próximo sábado, na Sala do Teatro Meridional, em Lisboa, onde está também prevista uma mesa redonda com a participação de Maria de Assis, da Fundação Calouste Gulbenkian, e Luís Sousa Ferreira, do 23 Milhas, projeto cultural de Ílhavo, contando, na moderação, com Miguel Abreu, do Festival Todos, da capital.

A associação cultural CdM – Associação para a Promoção de Atividades Culturais no Vale do Minho, fundada em 2003, envolve os municípios de Vila Nova de Cerveira, Valença, Monção, Melgaço e Paredes de Coura, e tem três eixos fundamentais, que são uma companhia de teatro profissional, um projeto pedagógico e um projeto comunitário.

Para 2020, a organização destaca também o espetáculo “Numa Didascália”, com textos do jurista e escritor Álvaro Laborinho Lúcio, ex-ministro da Justiça, e encenação da atriz Tânia Guerreiro.

O espetáculo vai estar em exibição a partir de outubro, no município de Monção, e, ao longo do último trimestre do ano, será exibido nos restantes quatro concelhos, adiantou à Lusa Magda Henriques.

No primeiro semestre deste ano, e no âmbito do eixo companhia de teatro, a CdM realça também o espetáculo “ECO – Reverberações no Vale do Minho”, com o Teatro do Frio.

O projeto “A pensar morreu um burro”, de Rita Pedro, professora de Filosofia (que soma mais de duas décadas como dinamizadora de espetáculos e de ateliers com crianças e professores), e da bailarina Beatriz Marques Dias, é um espetáculo e oficina que vai estar em exibição nos cinco concelhos até maio próximo, e que faz parte da programação anual da CdM.

“Rádio Comédias – A imaginação Sem fios” é outro projeto que a organização elenca e que já se pode “escutar, ver e ler”, no sítio da Internet das Comédias do Minho (www.comediasdominho.com).

No eixo do projeto comunitário, a organização refere a 10.ª edição do Festival Itinerante de Teatro de Amadores do Vale do Minho (10.º FITAVALE), para o qual cada um dos atores da Companhia das Comédias dirige um grupo de amadores de um dos cinco municípios envolvidos.

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Viana do Castelo

Garranos das serras de Arga e de Santa Luzia estudados em Paris e no Japão

Projeto de preservação

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Foto: DR / Arquivo

O projeto de preservação dos cavalos ibéricos [garranos] levado a cabo pela Câmara de Viana do Castelo foi apresentado, esta quinta-feira, em Paris, durante uma conferência dedicada à equitação, que decorreu na Universidade da Sorbonne.

A preservação dos animais autóctones integra um projeto mais vasto, que associa a Universidade da Sorbonne (França), a Universidade de Kyoto (Japão) e a Universidade de Coimbra, “parceiros científicos” que vão continuar a desenvolver trabalho de investigação em Viana.

O projeto “Percursos do Homem e do Garrano”, financiado pelo programa financeiro Norte 2020, foi desenvolvido pela autarquia ao longo dos últimos anos, com o objetivo de “valorizar esta raça autóctone e aumentar a visitação turística das áreas classificadas”.

“Pretendeu-se contribuir para o reconhecimento do garrano como raça autóctone e as serras de Arga e de Santa Luzia como espaço privilegiado para a sua observação e incrementar a informação das populações locais sobre o valor cultural e natural do garrano, através de ações de educação ambiental e de divulgação”, dá conta a autarquia em nota enviada a O MINHO.

“A projeção da importância do garrano nas suas múltiplas dimensões necessita de estudos científicos profundos e contínuos, de um debate alargado, dacriação de redes de cooperação interinstitucionais e da aposta em ações de divulgação,sensibilização e demonstração que promovam as qualidades e apetências da raça”, aponta a mesma nota.

Os garranos são animais de pequena estatura, com peso aproximado de 290 quilos, de perfil de cabeça reto ou côncavo, cabeça fina e grande, principalmente nos machos, onde se destacam amplas narinas. O pescoço curto é bem musculado, a garupa é forte e larga e os membros são pequenos e fortes. A pelagem é castanho-escura, sendo a crina e a cauda pretas e muito densas. Embora não apresente manchas, pode ter tons mais claros no focinho, ventre e membros.

Sendo o garrano um cavalo pequeno, apresenta uma sólida estrutura e andamento curto, transmitindo uma elevada segurança, típica de um animal habituado a enfrentar caminhos íngremes e pedregosos. Tal como outros cavalos de pequena estatura, o garrano apresenta um andamento artificial, denominado de andadura.

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