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Itália atinge recorde diário de infeções com 10.925 novos casos e soma 47 mortes

Covid-19

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Itália registou 10.925 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, o número mais alto desde o início da pandemia, e somou mais 47 mortos, anunciou hoje o Ministério da Saúde.


As novas infeções, mais 915 que nas 24 horas anteriores, surgem também num momento em que o país regista um recorde diário de testes de despistagem realizados, com 165.837, refere o departamento governamental, citado pela agência noticiosa Efe.

No total, desde o início da pandemia em Itália, a 21 de fevereiro, as autoridades sanitárias italianas já detetaram 402.536 infetados com o novo coronavírus SARS-CoV-2, responsável pela covid-19.

Segundo os dados oficiais, Itália registou também mais 47 vítimas mortais (55 no dia anterior), o que eleva o total para 36.474 óbitos.

O número de pacientes hospitalizados também aumentou, depois de, nas últimas 24 horas, terem sido internadas mais 506, totalizando 7.322, dos quais 705 se encontram em unidades de cuidados intensivos, mais 67 do que na véspera.

As regiões com o maior aumento de contágios foram a Lombardia (norte), epicentro da pandemia desde o primeiro momento, com um total de 2.664 novos casos, e Campânia (sul), com Nápoles, a capital, a registar 1.410.

O Governo italiano está a considerar a adoção de novas medidas para conter o avanço da pandemia, embora exclua um confinamento geral semelhante ao realizado na primavera.

O executivo italiano deverá reunir-se ainda hoje para preparar um novo decreto com medidas urgentes para conter a pandemia, refere a comunicação social local, também citada pela Efe.

Depois de decretar limitações aos horários de restaurantes, bares e outros estabelecimentos, obrigados a encerrar à meia-noite, e as proibições de festas privadas e a prática de desportos amadores, o executivo prepara um texto que deve ser publicado ainda antes de segunda-feira.

Entre as medidas a decretar, espera-se um reforço da promoção do trabalho remoto, uma forma de evitar a saturação dos transportes públicos, que se configura como uma das maiores preocupações para as autoridades italianas.

De acordo com fontes do executivo, o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, deverá realizar uma conferência de imprensa no domingo para anunciar e explicar estas medidas, refere a Efe.

O chefe do Governo afastou a ideia de um novo confinamento, argumentando que as autoridades estão agora dotadas de meios para o combate à pandemia.

“A primeira vaga, obviamente, apanhou-nos sem quaisquer meios porque nem sequer conhecíamos as características do inimigo”, disse Conte num evento em Génova, no norte de Itália, apontando que então o país não tinha máscaras, ventiladores ou material de testagem.

Apesar do reforço da capacidade de Itália para enfrentar a covid-19, o primeiro-ministro apelou à colaboração dos cidadãos: “Temos de nos proteger”, assinalou.

Ainda que o país registe o maior número de casos diários, o comissário de emergência, Domenico Arcuri, garantiu que Itália “não se encontra numa fase dramática”.

“Estamos perante uma segunda vaga com características muito diferentes das da primeira. Portanto, não há alarmismo, mas é necessário que todos nos ajudem, porque quanto mais responsáveis forem os italianos, menos medidas drásticas teremos de tomar”, vincou o responsável.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais 39,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Papa Francisco defende união civil entre casais homossexuais

Igualdade

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Um documentário que estreou esta quarta-feira no Festival de Cinema de Roma mostra o chefe máximo da igreja católica no mundo a defender a união civil entre casais homossexuais.

O filme, de nome “Francesco”, relata temas de profundo interesse do Papa Francisco, como a pobreza, o ambiente, a migração, racismo e discriminação.

No documentário, o Papa refere que os homossexuais “têm o direito de pertencer a uma família”.

“Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deve ser expulso ou ser miserável por isso”, disse o Papa.

“O que temos que criar é uma lei de união civil. Dessa forma, estarão legalmente abrangidos. Eu defendo isso”, disse ainda Francisco, citado pela agência Reuters.

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Estados Unidos com 701 mortos e 59.740 casos nas últimas 24 horas

Covid-19

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Os Estados Unidos registaram 701 mortes por covid-19 e 59.740 casos nas últimas 24 horas, de acordo com uma contagem independente da Universidade Johns Hopkins.

Desde o início da pandemia, o país totalizou 8.100.662 infeções e 219.156 óbitos, segundo os números contabilizados pela universidade norte-americana, sediada em Baltimore (leste), até às 20:00 de sábado (01:00 de hoje em Lisboa).

Embora Nova Iorque já não seja o estado com o maior número de infeções, continua a ser o que contabiliza mais mortes, mais de 33 mil, um número semelhante ao de países como Peru, Espanha ou França.

Seguem-se, em número de vítimas fatais, os estados do Texas (17.437), Califórnia (16.942), New Jersey (16.204) e Florida (15.917).

A Califórnia é o estado com mais casos confirmados (873.324), seguindo-se o Texas (847.605), Florida (752.481) e Nova Iorque (482.891).

Os Estados Unidos são o país com mais mortos e também com mais casos de infeção confirmados.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 39,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Brasil regista 461 mortes e 24.062 casos em 24 horas

Covid-19

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O Brasil registou 461 mortes e 24.062 novos casos de covid-19 em 24 horas, segundo o balanço divulgado hoje pelo Ministério da Saúde do país.

Ao todo, o maior país da América do Sul já contabiliza 153.675 óbitos e 5.224.362 infeções provocadas pelo novo coronavírus.

As autoridades de Saúde também informaram que 4.635.315 pessoas infetadas já recuperaram da covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, enquanto que 435.372 pacientes contaminados estão sob acompanhamento médico.

Neste sábado, o Governo brasileiro realiza uma campanha nacional para vacinar gratuitamente crianças e adolescentes contra diversas doenças, como sarampo, febre amarela, rubéola e hepatite, entre outras, perante os baixos índices de vacinação registados este ano devido à pandemia.

O executivo informou que até ao início de outubro a cobertura vacinal infantil no país em 2020 estava em torno de 57%, quando o ideal é imunizar entre 90% e 95% do público-alvo para garantir a eficácia das vacinas.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais 39,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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